"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."
30
out2014

Parecia impossível mudar…


29
out2014

Resgatada do inferno


3
out2014

Parecia impossível mudar…


1
out2014

Nunca mais vou ser a mesma depois da visita ao Templo de Salomão


3
mai2010

Das trevas para a luz

Meu nome é Pedro Paulo.

Nasci já em um lar destruído, cheio de enganos orgulho e vaidades. Não vou citar nomes para não causar transtornos ou inconvenientes para ninguém. Desde os primeiros anos de vida, começou o que seria para mim um pesadelo acordado, pois, eu ouvia vozes. Era como muitas pessoas falando sem que eu pudesse compreender. Sempre acontecia quando eu estava sozinho e principalmente à noite, quando todos dormiam. Recordo-me que eu chamava minha mãe e dizia que havia pessoas na casa. Ela me dizia que não era ninguém e que eu deveria continuar dormindo. Quando eu lhe perguntava o que eram aquelas vozes, ela me falava que só eu poderia ouvir, pois eu era especial e ninguém mais poderia ouvir, então, cresci enganado.

O tempo passou e eu aprendi a conviver com as vozes, até que passei a ver os espíritos. Morávamos em uma casa muito grande e antiga, com muitos cômodos e um sótão. Eu os via sempre no fundo da casa e sobre as árvores. Eles eram como pessoas; outras vezes apareciam em forma de macacos. Dentro de mim, eu sabia que eram os mesmos, ainda que a aparência fosse diferente. Eu nunca conseguia entendê-los. As vozes deles eram como uma multidão de vozes discutindo ou brigando.

Eu era muito introvertido, falava muito pouco e passava o tempo todo perdido em meus pensamentos. Fui criado com duas irmãs e minha mãe; era o único homem. Começaram a surgir também os primeiros problemas dentro de casa e depois na escola. Sempre fui perseguido e maltratado, principalmente pelos da minha família. Tudo o que aprendi foi na rua e nunca pude contar com a ajuda de ninguém. Com apenas nove anos, comecei a beber e me embriagar. Experimentei o cigarro e já sentia um desejo enorme de estar com mulheres. Eu já não as via mais com os olhos de uma criança. Andava muito sozinho e em lugares ermos e, por isso, muitas vezes estive com a vida na berlinda.

Àquela altura, já não ouvia as vozes com muita frequência. Minha mãe havia perdido tudo o que tinha, inclusive a vontade de viver. Lembro-me dela sempre sentada em uma cadeira. ficava ali imóvel, por muito tempo. Eu queria poder ajudá-la, mas não podia, não sabia como. Comecei a estudar, ler tudo sobre misticismo, psicologia e espiritualidade. Percebi que tinha um dom incrível de influenciar e enganar as pessoas. Comecei a tirar proveito disso e, enquanto muitos que eu conhecia usavam armas para roubar, eu usava as palavras e uma caneta. Estava sempre envolvido com muitas mulheres, bebidas e já estava consumindo drogas também. A perturbação na minha cabeça era cada vez maior. Dentro de casa só havia brigas, incompreensão, divisão e desrespeito. Mas, mesmo diante de tudo isso, era interessante o fato de que eu sempre me mantinha calado e procurava não ofender as pessoas. Por mais que me fizessem mal, eu tinha uma preocupação de não machucar ninguém, embora o fizesse sem perceber através dos muitos relacionamentos que eu mantinha com mulheres.

Certa vez, eu estava em uma cidade do Brasil com uma pessoa para aplicar golpes de estelionato. Depois de aplicar o primeiro golpe, voltei para o hotel e, de repente, bateram à porta. Havia um rapaz chorando, mas com muita coragem, me pedindo que devolvesse os produtos que eu havia adquirido. Ele dizia que tinha certeza que eu havia aplicado um golpe e que tudo só seria descoberto depois de algum tempo, mas como ele era o responsável, teria que assumir, e seu salário mal podia mantê-lo com sua esposa e filha. O outro que estava comigo queria matá-lo. Queria jogá-lo pela janela, a queda seria fatal. Muita coisa passou pela minha cabeça. Eu tinha 19 anos, muita saúde e força, apesar de ter uma vida noturna e muitos vícios. Estava diante de um ex-policial corrupto e fracassado e um jovem que dependia do salário para sustentar a filha. Mesmo com todos os erros, minha mãe havia me ensinado, ainda que da maneira errada, a temer a Deus, e isso foi o que definiu aquele momento e eu deixei que aquele rapaz fosse embora. É claro que eu o ameacei, mas deixei-o seguir. Meu cúmplice não podia me fazer nada naquele momento, pelo menos não sozinho; mas eu tinha ciência de que poderia mandar alguém.

Decidi sair do Brasil. Queria mudar de vida. Tomei a decisão de não mais beber, fumar ou usar drogas. Para conseguir isso, me aprofundei no espiritismo. Adquiri um profundo conhecimento em quiromancia, parapsicologia e telepatia. Mudei para o Japão e comecei a trabalhar. Pensei que finalmente seria feliz e um dia voltaria para minha família. Pouco antes de sair do Brasil os ataques voltaram; somente em sonhos, porém não tão fortes como antes.

Quando eu cheguei ao Japão tudo ficou calmo por algum tempo. Depois de alguns anos, recomeçaram só que com maior frequência e cada vez mais fortes. Foram anos de muito tormento. As portas abriam e fechavam; as luzes acendiam e apagavam. Eles batiam à porta, caminhavam pela casa. Se eu estava no quarto, eles estavam na cozinha e vice-versa. Comecei a enlouquecer. Eu já havia buscado respostas e não as encontrava. Conheci uma garota, me relacionei com ela e ela engravidou. Eu não queria, mas ela decidiu abortar o bebê, então, eu a levei ao hospital e foi feito o aborto. Depois disso, eu via a criança deformada constantemente. O telefone tocava e quando eu atendia um bebê começava a chorar. Desligava e outra vez tocava. Quando atendia, o bebê estava chorando. Eu falava com eles, xingava, desafiava; pedia para que eles se materializassem para que eu pudesse me defender. Daí, começaram a tocar no meu corpo. Me prendiam e eu tentava, com todas as minhas forças, me defender, mas a força deles era algo incrível. Muitas vezes, subiam no meu corpo a ponto de eu sentir a respiração deles como de animais. Sentia as patas, os pêlos e o peso deles sobre mim.

Ao mesmo tempo, tudo dava errado em minha vida. Não conseguia ficar muito tempo no mesmo lugar. Mudava constantemente de casa, de trabalho, de namorada, etc. Tudo era muito passageiro na minha vida. Ninguém me entendia. O pior é que eu não deixava ninguém perceber o que eu realmente vivia. Eu passava para os outros segurança e uma tremenda falsa felicidade. As pessoas que me conheciam queriam ficar próximas de mim. Elas buscavam de mim solução para os seus problemas. E o que fazer se eu não tinha nem para mim? Mas, ninguém sabia disso. As poucas vezes que eu conseguia dormir, acordava chorando com um vazio e uma tristeza muito grandes, que eu não conseguia entender por quê. Sentia-me daquela maneira mesmo quando tudo estava bem.

Sei que é difícil acreditar, mas, muitas vezes, os espíritos me levaram para dentro do inferno. Lá, eu via as pessoas em uma situação que eu jamais vou esquecer. Eles me mostraram uma escada em forma de caracol, que descia muito profundo, e lá as pessoas estavam acorrentadas pelos pés, nuas e com as mãos algemadas. Desciam para o horror. Todos choravam de cabeça baixa sem ter como se defender. Era como se já estivessem condenados. Mostraram-me guerras, mortes e crianças sendo mortas e enterradas vivas em abismos onde havia muito fogo como um vulcão. Eu sentia até mesmo o calor e quase me queimava. Muitas vezes, nesses momentos, eu queria voltar, então, eu via o meu corpo como se estivesse morto e eu no ar suspenso. Isso me aconteceu muitas vezes, durante muitos anos, e eu pedia a Deus que me ajudasse, que me deixasse regressar. Quando eu gritava, com todas as minhas forças, a palavra “Deus”, então eles desapareciam por um pouco de tempo.

Voltei a beber e a consumir drogas, pois assim era uma maneira de fugir de mim mesmo. Anos de trabalho jogados no lixo, vivendo uma mentira, uma vida que não era minha. A mentira para mim era tão real que eu cria que era verdade. Dono de uma sabedoria mundana, tinha resposta para tudo. Passei a tomar, sem exagero, mais ou menos um litro de uísque por dia, e ninguém percebia. Bebia como se fosse água em conjunto com as drogas. Não me lembro de alguém ter falado de Deus ou da Bíblia para mim. Apenas sei que eu já tinha tudo deturpado na minha cabeça. Estudei ufologia e lá também se usa a Bíblia para provar que os extraterrestres existem. Eles usam a passagem de Gênesis cap. 6 – 1,2: “vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas,tomaram para si mulheres.” Para eles, estes filhos de Deus seriam os supostos óvnis. A ascensão de Jesus seria uma nave embaixo de uma nuvem, que o levou ao céu. Enfim, toda sorte de engano estava dentro de mim. Mesmo eu tendo uma visão perfeita, não enxergava totalmente. Enxergava apenas com a metade dos olhos para baixo. Não enxergava para cima, por isso eu olhava apenas para baixo, como as pessoas descendo pela escada.

No meio de todo esse tormento, retornei ao Brasil e lá foi o fundo de poço: tristezas, derrotas, fracassos e muita humilhação. Fui parar na casa dos encostos. Chegando lá, o tal espírito me fez uma série de perguntas que me deixou desconfiado. Eu adivinhava ainda mais quando precisava. Mas, resumindo, me disse que eu havia sido preparado todos aqueles anos para servi-los e comandar aquele lugar. Eu precisava aceitar que o espírito que se intitulava meu dono ou meu pai estava ali me esperando e estava pronto para entrar no meu corpo. Disse-me que enquanto eu não aceitasse, minha vida não iria mudar. Não sei explicar por que eu disse que não aceitava. Na mesma hora criou-se uma situação naquele lugar. O tal espírito me fez a seguinte pergunta: “O que você está procurando? Você veio de longe, o que quer aqui?” Eu respondi: “Estou em busca da verdade!” Ele não teve nenhuma resposta para me dar. Disse-me para voltar depois de alguns dias e pensar a respeito do tal guia que eu tinha que receber.

O tempo determinado passou. Eu estava em uma festa e lembrei-me que havia chegado o momento de voltar àquele lugar. Nesse momento, eu escutei uma pessoa dizer à outra: “Não adianta o Paulo ir lá hoje porque o local está de quarentena. Começa hoje e só vai retomar as atividades dentro de 40 dias. Ele está muito perturbado. Existe um lugar aí na cidade que quando as pessoa estão assim e vão até lá tem uns pastores que expulsam o mal que está nas pessoas.” Isto foi o suficiente para eu sair andando pelas ruas sem saber que lugar era este, porque o orgulho jamais iria me permitir perguntar, mas eu andei não sei por quanto tempo. Andei muito a pé. Até que passei na porta do lugar. Eu não conseguia enxergar o nome nem identificar, mas uma voz dentro de mim dizia que aquele era o lugar que aquela pessoa falou. Uma voz dizia: “Entra aí!” E outra voz dizia: “Não entra!” Eu fiquei ali não sei precisar por quanto tempo até que entrei.

No mesmo momento, o peso que eu carregava saiu de sobre mim. Lá, encontrei um garoto falando coisas que eu não entendia mas com uma autoridade que eu não conhecia. Saí de lá e o peso voltou. Pela noite, eu os ouvia falando e via uma fogueira que eles fizeram no fundo da casa. Estavam muito irritados comigo. Então, eu me lembrei da canção que eu ouvi lá e comecei a cantá-la. Depois de muito tempo passei a me sentir bem. Então, voltei àquele lugar pela tarde.

O lugar que era enorme e estava entupido de gente. Pessoas de todos os tipos. De repente, aparece um homem de branco e começa a cantar e falar, então, já não o ouvia mais. Ouvia um som que eu estava acostumado a ouvir. Era um reboliço enorme com pessoas ajoelhadas caindo e eu me segurava na poltrona da frente com toda força para não cair. O suor escorria do meu corpo como água e uma vontade de fechar os olhos e me apagar, mas o que estava acontecendo ali eu tinha que ver até o fim. Até que chegou um silêncio e pude ouvir o que diziam. Escutei o homem de branco dar ordens para as pessoas que estavam ali todas tortas a se ajoelharem e as chamava por nomes que eu conhecia muito bem, e a ordem era em o Nome do Senhor Jesus. Só aí entendi de que lado eu estava; quem era Deus e quem eram os vilões. Caiu a venda dos meus olhos; a escuridão deu lugar à luz e, aos poucos, o peso foi desaparecendo. Comecei a viver novamente. Voltei a sorrir e acreditar que poderia ser feliz. Comecei uma corrida desesperadora para falar a todos que eu conhecia e que viveram comigo que estavam sofrendo. Eu queria falar de Jesus para todos.

Voltei ao Japão e procurei todos para falar de Jesus. Em 3 meses, eu levei quase 70 pessoas à Igreja. Muitos creram e se converteram, mas eu não pensei que já estava tudo bem. Assim como antes, procurei ler toda a Bíblia. Não apenas uma vez. Li duas vezes. Queria saber mais que o pastor. Não fumava, não bebia, não usava mais drogas, porém, às vezes, mentia para me dar bem. Não vencia a minha carne, estava sempre caindo no erro da prostituição e promiscuidade. Chegava ao ponto de me deitar com uma pessoa e o diabo falar através dela comigo. Me arrependia, chorava e pedia perdão a Deus, mas não durava muito. Às vezes semanas, às vezes meses, e novamente eu cometia o mesmo erro. Isso durou mais de 5 anos até que não tive força mais de ir à Igreja e novamente eu estava no fundo do poço, sem nada, com dividas e muita vergonha por me dizer de Deus e dar um testemunho tão horrível e podre.

Na ocasião, eu tive um relacionamento com uma pessoa que engravidou e mesmo diante desta gravidez eu a abandonei e fui para os Estados Unidos. Estava mais uma vez viciado em álcool e drogas. Estava sem direção e sem saber o que fazer. No primeiro dia que cheguei aqui, alguém que não vi o rosto me deu um convite da Igreja, então eu já sabia o endereço, mas não podia voltar. Pensava que Deus nunca iria me perdoar por tudo o que fiz. Quando alguém falava que estava sofrendo, mesmo perturbado, eu levava a pessoa à Igreja e não entrava. Até que um dia comecei a pensar por que estava tudo dando certo para mim. Afinal, eu estava conseguindo viver bem em um país onde eu acabara de chegar. Tinha dois bons trabalhos e não precisava de nada. Lembrei-me que uma vez o pastor falou que Deus nunca fica devendo nada para ninguém e que tudo o que alguém faz ou oferta na Igreja, quando a pessoa O abandona, Deus devolve tudo para ela. Já havia completado mais de ano que eu estava afastado e comecei a pensar na minha Salvação e em tudo o que Deus havia feito em minha vida e na vida de outras pessoas que eu conhecia e tinha levado até a Igreja. Decidi voltar.

Quando voltei, começou meu processo de libertação outra vez e, um dia, quando acordei, decidi fazer um voto com Deus. Quando eu cheguei à Igreja o pastor disse que quem estava ali disposto a fazer um voto com Deus, um pacto de sangue, de vida ou morte, poderia ir até o altar. Eu já estava lá e não ouvi mais nada que o pastor falou. Eu disse para Deus: “Não posso mais ser a mesma pessoa; quero mudar! Se o Senhor me perdoar e me aceitar, ainda que seja para limpar o banheiro da Igreja e fazer com que as pessoas que eu prejudiquei me perdoem, e que um dia eu possa ver a minha filha que não vi nascer e rever minha mãe com vida, entrego a Ti minha vida e prometo Te servir até o último dia da minha vida. Se eu voltar atrás e me prostituir e não Te obedecer, o Senhor pode me entregar nas mãos dos meus inimigos físicos e espirituais.” Na mesma hora, tive a certeza de que os demônios que estavam em meu corpo saíram de dentro de mim e o Espírito Santo já estava dentro de mim. Pedi a confirmação e na mesma semana recebi. Fui sincero no meu voto, foi meu último recurso.

Todas as vezes que meu corpo pedia algo, eu me lembrava do voto e dos meus inimigos. Passei pelo deserto e enfrentei muitas lutas. A cada dia foram acontecendo milagres. Eu decidi esperar que Deus concertasse a minha vida porque, apesar de ter 40 anos, eu achava difícil me relacionar com alguém outra vez, mas por outro lado, eu cria e confiei em Deus, como diz em Provérbios 19, 14: “A casa e os bens são herança dos pais; porém do SENHOR vem a esposa prudente.” Eu confiava e esperava nesta promessa. Um dia, eu dobrei os meus joelhos e pedi que essa promessa se cumprisse em minha vida e não demorou muito, como as outras respostas de Deus. Logo eu encontrei a que seria minha esposa e companheira nesta nova fase da minha vida. Como eu havia pedido a Deus que não fosse a minha escolha, mas a escolha Dele para mim, que Ele me desse a certeza e confirmasse no meu coração, e assim foi.

No dia em que eu a vi pela primeira vez, eu tive a certeza no primeiro olhar; no primeiro diálogo a certeza foi se confirmando. Nasceu um amor capaz de nos unir para sempre. Hoje, sou casado e feliz com a melhor esposa e a mais bela entre todas. Não preciso me envolver com outras mulheres nem tampouco buscar a felicidade que eu tanto busquei e nunca encontrei, porque só agora, depois de ter tido tantas mulheres, descobri o que é o amor, o sexo verdadeiro, a cumplicidade e o sentido da palavra família.

Pedro Paulo Nakagawa

Dos Estados Unidos

17
mar2010

Carta de perdão ao bispo Macedo

Bispo Macedo!

Meu nome é Mara, e espero ardentemente que esse e-mail chegue até o senhor. Conheci o trabalho da Igreja Universal há mais ou menos 10 anos. Eu participava das correntes, frequentava uma ou duas vezes por semana, tudo dependia do propósito presente. Obtive bençãos, dava ofertas e também o dízimo, do meu jeito. Mas tudo com muita reserva, muita precaução, apenas como ouvinte. Só não queria compromisso.

Há mais ou menos um ano e meio, resolvi colocar minha vida no altar e me entregar verdadeiramente, 100 % sob a Palavra de Deus.

Oh, Bispo! Tudo começou a acontecer em minha vida, incluindo nisso até o senhor, que nem sabe da minha existência. Nem mesmo eu imaginava que há um ano e meio estaria aqui escrevendo ao senhor.

Tudo aconteceu quando resolvi sacrificar na Campanha Monte Sinai. Sacrifiquei, de verdade, o meu tudo. O senhor sabe como é. Fui curada de uma doença nos ossos, que não tem cura. Era uma dor insuportável. Ela simplesmente passeava pelo corpo. A cada minuto, cada segundo estava em um lugar diferente. Eu sentia muitas dores. A doença é chamada de Fibromialgia. Tomei remédios muito fortes, fiz vários tratamentos, fiquei de cama por algum tempo e os médicos diziam que era assim mesmo e que tinha que aprender a conviver com a dor. Convivi com ela por mais ou menos 8 anos de luta. Também tinha um problema de intestino.

Deus me curou e restaurou minha saúde. Engraçado é que quando percebi já estava curada. E assim Deus continuou trabalhando: livrou meu filho da morte, de um acidente onde o carro virou uma sanfona. Só ficou intacto o lugar onde ele estava, ao volante. Nem mesmo a polícia acreditou no que havia acontecido.

Já morando na Flórida (Estados Unidos), frequentando a Igreja em Orlando, sob os cuidados espirituais do pastor, fui liberta e meu marido também. Hoje, temos o Espírito Santo, somos obreiros e a minha família está na presença de Deus. No dia 7 de março, na Igreja em Orlando, em um determinado momento do culto, eu estava orando e o pastor Jean me chamou e disse: “A senhora vai dar um testemunho.” Eu respondi: “Eu?” Ele disse: “Éeeee!” Pensei: “É agora!” Ele então me chamou para ir até a frente do altar, onde estava o "bispo Macedo". É aí onde entra o senhor!

Sabe, bispo, durante uma parte da minha vida eu tinha verdadeira aversão ao senhor. Não podia sequer ouvir falar o seu nome. Eu me referia ao senhor de corrupto a outras coisas. Me lembro que eu dizia assim: “Não posso nem ouvir a sua voz”, e daí para pior! Há alguns anos, o senhor esteve em Elizabeth, New Jersey, perto de onde morávamos. Minha filha disse: “Vamos, mãe? Vai ser uma tarde de bênçãos. O bispo vai estar conosco!” Eu respondi: “Você ficou louca? Vou sair da minha casa, do meu conforto para encarar uma multidão, para ver o bispo Macedo? Para ver bispo Macedo... kkkkk... até parece! Quem ele pensa que é?”

Detalhe: uma das bênçãos que obtive foi minha filha vir para a Universal, onde ela já esta há muitos anos. Meu problema não era a Igreja, e sim o bispo Macedo. Pelo menos era o que eu achava.

Voltando ao testemunho, fiquei ali parada, segurei a mão do meu marido e subimos no altar. Quando cheguei perto do senhor, aconteceu algo que realmente não esperava. Não conseguia falar. A minha voz não saía. Ouvia o senhor perguntar, mas não conseguia responder. O que respondia, mal se entendia. Sabe por quê? A presença do Espírito Santo era muito forte, avassaladora. A certeza que estava dentro do meu coração era muito forte. A certeza da sua unção, a certeza de que o senhor é um escolhido de Deus. O Espírito Santo estava respondendo às minhas orações, em que sempre pedi que me mostrasse. Só não esperava que fosse naquele momento e muito menos diante do senhor. Eu não conseguia reagir. Fiquei completamente anestesiada. Foi um êxtase completo; foi muito forte. A vontade de pedir perdão era muito grande, mas não sabia se poderia fazê-lo ali naquela hora, por isso, não consegui dar o meu testemunho. Fiquei inconformada, chorei, fui para casa. Passou o dia e não me conformava. Sentei à noite e resolvi escrever para o senhor.

Hoje, lhe peço perdão e que o senhor possa me perdoar das pedras que atirei no senhor, sem mesmo lhe conhecer e sem mesmo nunca ter ouvido a sua voz.

Agradeço a Deus a oportunidade que Ele me deu e tem me dado. São poucos que verdadeiramente têm essa oportunidade que tive. Obrigada, bispo Edir Macedo, por ter se colocado como barro nas mãos do oleiro, porque só nós temos ganhado com isso.

Perdão!!!
Obrigada, Espírito Santo, pela oportunidade e por tantas bênçãos. Que Deus o abençoe cada vez mais.

Mara Lucia
IURD Orlando

8
fev2010

Libertas do homossexualismo

Os dois testemunhos a seguir são muito fortes e demonstram o poder de transformação que só pode ser encontrado quando há uma busca e entrega verdadeiras ao Senhor Jesus. Para Deus não há impossível:

Testemunho de Viviane Dias

Meu nome é Viviane Dias, tenho 32 anos e nasci em Vila Velha (ES). Sou filha de pais separados e sempre tive muitos problemas em casa devido à separação dos meus pais. Trazia comigo muita mágoa, raiva, tristeza, angústia, traumas e complexos.

Aos 20 anos, conheci uma “falsa felicidade” na vida noturna, onde encontrei amigos, bebedeiras, prostituição e, com o passar do tempo, já estava viciada em todo tipo de bebida e não tinha mais um autocontrole. Fui me destruindo aos poucos e não percebia. Algumas pessoas me diziam que eu mesma iria acabar com a minha vida se não desse um basta, mas eu não acreditava.

Quando fiz 22 anos conheci Nora, uma pessoa que se tornou uma grande amiga, a ponto de me relacionar intimamente com ela. Foi quando me tornei homossexual.

Mesmo sabendo que muitas pessoas ficariam contra mim, não me importava, porque eu já era maior de idade e dona da minha própria vida.

Passaram-se 7 anos, e durante este período até me sentia bem, mas continuava o vazio dentro de mim. Me mudei para os Estados Unidos e a situação ficou ainda pior. Fiz muitas dívidas para chegar aqui, não conseguia um bom trabalho, não falava o idioma, foi tudo muito difícil. Estava sempre muito nervosa e depressiva. Cheguei ao ponto de desejar a minha própria morte, pois achava que não havia solução para a minha vida.

Foi então que um dia, eu estava saindo de um supermercado e uma obreira da Igreja Universal me abordou para me evangelizar. Tentei resistir ao convite devido ao preconceito em relação a essa Igreja. Mas o meu sofrimento foi maior que o meu preconceito e lá fui eu. Domingo de manhã, reunião com o bispo Edir Macedo. E parte da pregação foi sobre homossexualismo. Não entendi de onde ele me conhecia para falar sobre a minha vida daquela maneira. Mesmo não gostando da pregação, voltei à Igreja pela segunda vez e para minha surpresa o assunto foi o mesmo: homossexualismo. Decidi que não voltaria mais. Busquei ajuda em outra igreja bem conhecida aqui na Flórida, mas quando contei que era homossexual, a assistente disse “que não poderia ficar lá, porque a doutrina deles não permitia.” E assim fui, então, em busca de ajuda em outras igrejas e tive a mesma resposta.

Depois de tanta rejeição e preconceito em relação ao que eu vivia, resolvi voltar à Igreja Universal porque vi que algo diferente se passava lá. Não sabia o que era, mas lá me sentia bem, mesmo ouvindo o que não queria. Comecei a frequentar as reuniões e, em pouco dias, procurei a obreira que havia me evangelizado e contei para ela que era homossexual. Foi ali, em meio ao medo da rejeição mais uma vez, que ela disse: “Deus procura pessoas como você. Ele não exige que você seja santa ou sem problemas. Ele exige que você seja sincera e queira uma transformação de vida. quem somos nós para te julgar.”

Daí em diante, comecei a fazer as correntes de libertação e tudo que o pastor ensinava. Mesmo estando em pecado, passei a ser dizimista e Deus começou a me abençoar. Veio a Fogueira Santa de Israel de 2007 e fiz o meu sacrifício, em prol da minha libertação, pois não achava justo a minha posição perante Deus, mas não tinha forças suficientes para sair daquela vida. Passou-se 1 mês e nada mudava. Me revoltei contra a situação que estava e tomei uma atitude de não mais aceitar aquela vida. Deus me ouviu e respondeu no mesmo instante. Dormimos como homossexuais e acordamos livres. Olhei para Nora e o que sentia por ela, que era uma paixão doentia, se transformou em amor de irmãs. Deus nos libertou no mesmo instante.

Passei por um processo de libertação na Igreja. Manifestava com demônios, depois me batizei nas águas. Hoje, sou liberta, tenho paz, tenho alegria, Deus curou todas as enfermidades da minha alma.

Graças a Deus e ao trabalho realizado pela Igreja Universal do Reino de Deus.

Viviane Dias, evangelista da IURD de Pompano Beach-Fl.

Testemunho de Nora Costa

Meu nome é Nora Costa, tenho 42 anos e nasci em Posto da Mata (BA). Tive muitas lutas em minha vida, mas só conheci a real felicidade depois que encontrei com o Senhor Jesus.

Durante muito tempo, recebi vários convites para ir à Igreja, mas não aceitava porque achava que Deus estava em todo lugar e o que me pregavam eram meras bobeiras.

Eu estava com uma vida destruída, com depressão, vontade de morrer,  autoestima lá embaixo e não acreditava mais em mim. Era homossexual havia 28 anos, presidente e mãe de santo de um centro, odiava o lugar onde vivia, que por acaso é aqui nos Estados Unidos, onde muita gente sonha em morar, enfim, estava no fundo do poço e não tinha mais ninguém a quem recorrer. Foi assim que cheguei à Igreja Universal.

Me lembro que a primeira vez que fui à Igreja, o bispo Edir Macedo é quem estava pregando e, diga-se de passagem, eu não gostava dele nem um pouquinho, mesmo sem o conhecer, só de ouvir pela imprensa. Neste dia, o bispo pregou justamente sobre homossexualismo e eu fiquei ainda mais irada. Saí da Igreja com muito mais raiva do bispo e dizendo que nunca mais voltaria a essa igreja. Infelizmente, xingando o bispo de tudo, eu pensei assim: “Quem é esse homem que fica falando da minha vida sem nem me conhecer?”

Mas, mesmo não querendo voltar à Igreja porque estava com raiva, algo dentro de mim estava diferente, então, pela segunda vez voltei à Igreja Universal. Mais uma vez o bispo Macedo estava lá e mais uma vez pregou sobre o homossexualismo. Só que desta vez tive uma crise muito forte de choro e não sabia por que chorava tanto, mas, mesmo assim, quando acabou a reunião, sai da Igreja novamente com ainda mais raiva do bispo  porque não sabia quem havia falado da minha vida para ele, e o mais incrível era que ele não me conhecia, mas quando pregava parece que ele só olhava para mim. Eu ficava com muita raiva. Tinha vontade de levantar e ir embora, mas não conseguia.

Depois dessa reunião, mesmo ouvindo o que não queria ouvir, comecei a ter vontade de ouvir a Palavra de Deus, mas não queria voltar e nem ficar na Igreja Universal porque tinha ficado com raiva do bispo e da sua pregação. Então, comecei a peregrinação por igrejas. Fui a várias igrejas, e como não queria enganar ninguém, falava sobre a minha vida, que era casada com uma mulher e em algumas destas igrejas me disseram que a doutrina deles não aceitava pessoas com este tipo de problema, e que eu e a Viviane (que era a minha companheira), não poderíamos ficar. Então, sem opção, voltamos para a Igreja Universal.

Achando que se eu contasse o meu problema a resposta seria a mesma das outras igrejas, chamamos a obreira que nos evangelizou e contamos tudo e, para minha surpresa, e na época até uma desilusão, ela nem mudou o seu semblante e nos disse: “Quem somos nós para vos julgar. o Senhor disse: ‘vem a mim como estás’, mas a única coisa que espero que vocês saibam é que o que vivem é pecado, mas não é um problema nosso e sim entre vocês e Deus. Aqui nós só podemos é vos ajudar em orações, propósitos e jejum por vossas libertações. Depois que ouvi essas palavras, ainda assim falamos com o pastor e sua esposa e a resposta foi a mesma. Depois disso, nunca mais sai da Igreja.

Permaneci na Igreja, fiz várias correntes de libertação, onde manifestava com várias legiões de demônios e, mesmo assim, não desisti, perseverei. Com 3 meses na Igreja chegou a campanha da Fogueira Santa de Israel e fiz pela nossa libertação. Entregamos o nosso voto no dia 16 de dezembro de 2007, mas só fomos libertas 1 mês depois, porque antes eu não tinha força para sair da vida que levava. Até que um dia, quando fui me deitar e o diabo me tentou, na mesma hora me levantei, segurei na mão da Viviane e, juntas, expulsamos o diabo do nosso quarto. Naquela noite, dormimos gostando uma da outra e no outro dia, quando levantamos, o que sentíamos não mais existia. Foi muito forte. Me senti leve, como se um peso tivesse saído de minhas costas e até hoje eu e a Viviane somos realmente amigas e irmãs.

Hoje, eu sou uma pessoa feliz, liberta, com muita paz, mas estou sempre vigiando porque sou humana e falha. Olho somente para o meu Senhor e Salvador Jesus Cristo.  Agradeço a Deus por ter me resgatado das mãos de satanás através do trabalho da Igreja Universal.

Nora Costa, evangelista da IURD de Pompano Beach-Fl.

19
jan2010

Testemunho

Meu nome é Rosana Vaz Wolters, tenho 44 anos e esta é minha história:

Aos 3 anos de idade, minha mãe se separou de meu pai, que, por ser alcoólatra, já não era presente e tampouco ajudava com as despesas da casa. Com muito esforço, minha mãe criava os três filhos sozinha. Apesar da dificuldade financeira, me lembro de uma infância feliz.

Quando eu tinha 7 anos, minha mãe se casou de novo. Seu novo marido era um homem muito agressivo e nervoso. Qualquer coisa o tirava do sério e, como consequência, as brigas eram constantes dentro de casa. Por não suportar o clima tenso, eu sempre dava um jeito de dormir na casa de uma amiga a fim de escapar da minha realidade.

No início da minha adolescência, eu fui rigorosamente contra as drogas, cigarros e bebida alcoólica, porém, com o passar do tempo, cedi à pressão dos amigos, comecei a fumar, beber e, quando me dei conta, já estava fumando maconha.

Após um sério desentendimento com meu padrasto, resolvi não mais voltar para casa. Fui, então, morar de favor até que eu pudesse ter meu próprio lugar.

Naquela época, o meu presente estava péssimo. Como eu não queria mais lembrar o passado, resolvi querer saber do futuro. Como consequência, fui a uma cartomante. Durante a consulta, ela descreveu o meu passado em detalhes. Isso logo me impressionou muito, pois eu jamais a havia visto. Obviamente, vim a saber depois, que, na verdade, eu estava tendo uma consulta com um espírito imundo, por isso, ela sabia de tudo. O causador da destruição no passado estava ali a falar comigo através daquela senhora. Como resultado, resolvi sair do Brasil, pedi demissão de um trabalho promissor e fui, primeiramente, para a Espanha e depois para Londres, na Inglaterra.

Na Europa, o acesso a diversas culturas e religiões é enorme. Em pouco tempo, eu estava me aprofundando em filosofias religiosas que pregavam o carma e a reencarnação. Grande era o meu engano porque a Palavra de Deus nos diz que: “… ao homem está ordenado morrer somente uma vez, depois disto vem o juízo.” (Hebreus 9:27)

Creio que um dos maiores enganos de certas filosofias é nos fazer acreditar que somente Deus e o céu existem, mas que o inferno e o diabo são figuras fictícias, quase que folclóricas, porque, uma vez que cremos somente na existência de Deus e do céu, não sentimos necessidade de sermos salvos.  Salvos de quê? Eu sempre me perguntava quando alguém me falava que eu estava perdida e necessitava de salvação. Contudo, a Bíblia descreve o inferno em detalhes e nos alerta contra o pai da mentira e o inimigo de nossas almas.

Em Londres, experimentei drogas novas como haxixe e LSD, além de diferentes tipos de maconha de laboratório. Com o tempo, passei a fumar todos os dias e, assim, ia gastando tudo que ganhava com drogas, shows, bebidas e cigarros.

Depois de forçadas economias, me mudei para a Austrália. Lá, experimentei ecstasy e cocaína. Seguia sem muito relacionamento com a minha família. Falar com eles era lembrar o que eu lutava para esquecer.

Durante a minha estadia na Austrália, que foi de 3 anos e 5 meses, eu conheci Junior Marvin, o líder e vocalista de uma banda de reggae chamada The Wailers – a banda que acompanhou Bob Marley durante 14 anos (só menciono o nome dele porque ele me permitiu).

O brilho do palco e a possibilidade de possuir qualquer tipo de fama me encantaram. No verão de 1995, viajei com ele por toda a Europa. Eu amava participar do assédio dos fãs, entrevistas e toda a atenção dispensada a ele. Mal eu sabia que tudo era e é ilusão.

Naquele mesmo ano, me casei com o Junior e engravidei. Lembro-me de pensar: “Como vai ser agora que terei que dar um tempo nas drogas?” O medo de encarar a minha realidade sem qualquer tipo de anestesia era muito grande.

Seis meses após o nascimento da minha filha, fui morar no Brasil para ficar perto da minha família, em Goiânia. Minha mãe havia se convertido, mas meu orgulho não permitia que eu frequentasse sua casa, pois, apesar de eu seguir filosofias que pregavam a paz interior, o perdão, a calma e tranquilidade, bastava eu colocar os olhos no meu padrasto que eu logo ficava transtornada. Ele, por sua vez, me recebia de braços abertos e se entristecia pelo fato de eu não permitir que ele ficasse com a minha filha.  Assim, ficou para mim constatado que as tais filosofias religiosas que eu tanto lia a respeito de nada valiam. Eu ainda era escrava do ódio, da mágoa, do ressentimento e do orgulho.

Levada pelo meu irmão e sua sogra, assim cheguei à Igreja Universal, morando de favor, sem emprego, sem carro, com uma filha de 9 meses pra criar, casamento fracassado, cheia de mágoa, rancor, sofrendo de úlcera no estômago, ataques de pânico, fumando maconha, cigarro e dependente de álcool.

A primeira reunião que assisti foi de libertação, com o então pastor e agora bispo Marcus Silva.  Apesar de não entender muito o que estava acontecendo eu percebi imediatamente que ali havia um poder diferente. Vi pessoas sendo verdadeiramente libertas através da oração do pastor. Entendi que eu, mais do que todos aqueles que eu culpava por minhas amarguras, necessitava de libertação urgente. Para assombro da minha família, que me considerava a “ovelha negra”, eu permaneci na Universal. Era o início de uma nova vida.

Sou muito grata aos bispos, pastores e obreiros da IURD, em especial à D. Roseli, pois eu,  recém chegada à Igreja,  ao saber que ela era ex-mãe de santo, logo quis conversar com  ela.

Pelo fato de eu ainda não estar liberta, na verdade, estava em busca de uma palavra de revelação, pois eu havia visto, em outras igrejas, algumas pessoas que, em nome de Deus, faziam algo muito semelhante ao que as  cartomantes que eu consultava faziam, logo, eu  havia encontrado um paliativo para o meu vício de cartomancia.

Porém, para meu embaraço, a resposta dela era sempre a mesma: “O homem de Deus acabou de ensinar no altar o que você tem que fazer para mudar de vida. Você escutou o que ele falou?” Ela me perguntava. “Escutei”, eu respondia. “Então, por que você está aqui me perguntando tudo de novo? Você acha que a minha resposta vai ser diferente? Eu não sou mais mãe de santo e jamais retornarei para aquela vida, pois, se todo mundo tivesse a chance de ver o que eu vi, eles não brincariam nem um minuto com os assuntos de Deus, e viveriam o dia de hoje como se fosse o último, porque você nunca sabe quantos minutos tem de vida. Seja obediente, conserte-se com Deus, faça o que o pastor mandou e você vai ver a resposta em sua vida.” Assim, eu obedeci.

Apos alguns anos, me mudei para os Estados Unidos com a minha filha, comecei a trabalhar como faxineira e permaneci fiel.

Casei-me novamente. Meu marido, Alan Wolters, é um esposo e pai maravilhoso. Nossos filhos se dão super bem. Moramos em uma casa confortável, vivemos em paz e sem brigas.

Através da fidelidade nos dízimos e ofertas, Deus também tem nos prosperado. Hoje em dia, eu não faço mais faxina. Em menos de 1 ano, abrimos duas empresas, sendo uma delas a imobiliária para a qual eu um dia trabalhei. Temos carros de luxo, jantamos nos melhores lugares, enfim, tudo mudou.

Não posso deixar de mencionar que o meu relacionamento com a minha família foi transformado. Hoje, aquele que eu chamava de padrasto é meu pai. Não possuo mais nenhuma enfermidade ou vício.

Certa vez, quando eu ouvia o bispo Macedo falar na rádio, nos convidando a usar a nossa inteligência, ele dizia: “Minha amiga, você que acredita em cartomancia, acredita que o seu futuro está escrito na palma da mão, por favor, use a sua inteligência. E quem não tem mão? Não tem futuro?” Aquelas palavras ressoaram tão forte no meu espírito, que eu creio que uma das correntes que me amarrava foi quebrada.

Eu que me achava tão culta e inteligente e ali fui apresentada à minha ignorância. Não pude fazer outra coisa a não ser rir. Sem demora, entendi que eu precisava deixar de lado tudo que eu havia aprendido e começar de novo. Assim o fiz.

Na fé,

Rosana Wolters

16
dez2009

A Diferença

Nos dias atuais não há como ser testemunha da ressurreição do Senhor Jesus apenas com palavras. O mundo quer mais do que discursos, mais do que rituais regados de emoções. O mundo quer provas concretas de Sua ressurreição. E para provar que Ele está Vivo, só por meio da qualidade de caráter e vida diferenciada.
Não se trata apenas de testemuhos de milagres, mas de conduta ilibada, primeiramente em casa e em seguida fora dela. Infelizmente, muitos “cristãos” têm se comportado bem no meio dos amigos e estranhos. Mas quando estão em família, manifestam a velha natureza. Outros são santinhos quando falam da Palavra de Deus, mas, em questão de negócios com irmãos de fé, é um tremendo “pega-pra-capar”. São egoístas, avarentos, maus pagadores, espertos, e por aí vai.
Deus é Justo. A base do Seu trono é justiça. “Ai daquele que fizer um dos Meus pequeninos cair!” Diz o Senhor.
Sabemos que a perfeição é quase impossível. Mas tanto quanto for possível, devemos nos comportar tal e qual temos crido. Afinal de contas, se não houver um testemunho do nosso caráter, de que adianta falar sobre o Senhor Jesus?

blog16122009

Nos dias atuais não há como ser testemunha da ressurreição do Senhor Jesus apenas com palavras. O mundo quer mais do que discursos, mais do que rituais regados de emoções. O mundo quer provas concretas de Sua ressurreição. E para provar que Ele está Vivo, só por meio da qualidade de caráter e vida diferenciada.

Não se trata apenas de testemuhos de milagres, mas de conduta ilibada, primeiramente em casa e em seguida fora dela. Infelizmente, muitos “cristãos” têm se comportado bem no meio dos amigos e estranhos. Mas quando estão em família, manifestam a velha natureza. Outros são santinhos quando falam da Palavra de Deus, mas, em questão de negócios com irmãos de fé, é um tremendo “pega-pra-capar”. São egoístas, avarentos, maus pagadores, espertos, e por aí vai.

Deus é Justo. A base do Seu trono é justiça. “Ai daquele que fizer um dos Meus pequeninos cair!” Diz o Senhor.

Sabemos que a perfeição é quase impossível. Mas tanto quanto for possível, devemos nos comportar tal e qual temos crido. Afinal de contas, se não houver um testemunho do nosso caráter, de que adianta falar sobre o Senhor Jesus?

8
nov2009

Vida Sentimental

Cheguei à Igreja no dia dos namorados, 12 de junho de 2004. Estava me sentindo completamente rejeitada e humilhada. Não era para menos. O meu namorado, na época, havia terminado o relacionamento comigo naquele dia.

Acredito que para a maioria das pessoas o dia dos namorados representa um dia de sonhos, expectativas, declarações, etc. Para mim também representaria se não fosse o término do meu relacionamento. Esse dia eu amaldiçoei.

Fiquei tão atordoada e magoada, que disse que nunca mais olharia para este dia com alegria. Para mim, nos próximos anos, na verdade, representaria tristeza e humilhação, por lembrar do tremendo “fora” que levei em pleno dia dos namorados.

Naquele ano, o dia 12 de junho caíra em um sábado. Resolvi, então, ir à Igreja Universal para participar da reunião Terapia do Amor. Estava muito deprimida. Mesmo assim, consegui ter forças para ir à igreja. Eu sabia que ali teria alguma resposta para tudo o que estava acontecendo comigo.

Ao começar a reunião, o pastor pediu para que todos os que estavam passando por algum problema sentimental fossem até a frente do altar. Fui sem hesitar. No momento da oração, senti fortemente que Deus estava me abraçando, isto é, me consolando. Foi nesse instante que disse a Deus que nunca mais eu iria querer saber de ter algum compromisso com alguma pessoa que não fosse com Ele.

No sábado seguinte, já estávamos na Fogueira Santa. Aos poucos, fui aprendendo sobre a campanha. Apesar de saber que havia sido trocada e rejeitada, tinha esperanças de que meu ex-namorado voltasse comigo, mesmo não servindo para mim.

Fiz meu sacrifício e meu pedido. Com o passar dos dias, não vi resposta alguma. Mas, ao invés de ficar triste ou ressentida com Deus, Lhe agradeci por não me conceder o que eu pedira. Ainda bem, só Ele sabia o que estava à minha espera. Seja de bom ou de ruim.

Continuei na perseverança. A essa altura já não nutria mais nenhum sentimento por aquele rapaz. Perseverei nas correntes, na evangelização e, principalmente, na fé. Foi quando chegou a Fogueira Santa seguinte.

Nesse momento, me sentindo mais madura espiritualmente, decidi deixar a cargo de Deus a minha bênção sentimental. Lembrei-me do que disse D. Ester, em uma pregação que fez na Catedral do Rio de Janeiro, cuja mensagem estava escrita na Folha Universal daquele ano. Ela disse que não era para nos preocuparmos com a aparência física do nosso (a) futuro (a) amado (a) e sim, que pedíssemos a Deus que Ele viesse preparar a pessoa certa para nós. E que essa pessoa, além de ter dentro de si a intenção de nos fazer feliz, que combinasse conosco.

Aí estava a solução que tanto procurava nas minhas orações. No dia do meu sacrifício, pedi a Deus exatamente isso que havia lido. Sacrifiquei e esperei convicta que receberia a minha resposta mais cedo ou mais tarde.

Veja o que aconteceu comigo: a Fogueira Santa acontecera em janeiro, naquele ano de 2005. Conheci um rapaz que sempre sentava perto de mim e nunca o percebera (e vice-versa), em fevereiro. Começamos a namorar alguns meses depois. E no dia 12 de junho de 2005, ou seja, exatamente 1 ano depois de chegar à Igreja, arrasada e para baixo, Deus ergueu minha cabeça, levantando-me para Sua obra. Deus me honrou tanto e foi tão bom comigo, que fez isso só para tornar aquele dia tão triste para mim, em um dia de muita felicidade. Um ano depois me casei e hoje sou muito feliz. Talvez não exista ninguém que combine tanto comigo como meu esposo.

Acredito realmente que quando nos sacrificamos e sacrificamos a Deus, Ele nos honra. Não importa o tempo, porque para o Dono do Universo, o tempo é o que menos importa. Sinceramente, não imaginava ser respondida na minha vida sentimental, logo no mês seguinte à Fogueira.

Talvez essa seja a razão de ter sido abençoada tão rapidamente: não estava esperando. Melhor dizendo, dentro de mim não havia espaço para ansiedade. Eu tinha absoluta certeza de que minha bênção viria. E isso me fazia feliz. Sabia que não seria, de nenhum modo, desamparada.

É isso o que Deus faz: quando não nos importamos em receber uma bênção, apesar de a desejarmos tanto, Deus nos dá bem rápido. Acredito que seja porque Ele não quer que nada tome o Seu lugar no nosso coração.

Na fé.

JAQUELINE CORREA

1
nov2009

Médica curada pela fé

27
mar2009

Meu Testemunho

Minha saída da igreja onde me converti não aconteceu por rebeldia nem por quaisquer razões pessoais. Muito pelo contrário. Antes de sair conversei com o bispo Tito Oscar e lhe falei da minha disposição em ganhar almas. Até então não fazia nada na igreja. Apenas, por conta própria, alguns trabalhos evangelísticos em hospitais e nas ruas.

Pedi ao bispo que me desse a oportunidade de auxiliar meu cunhado bispo Jorcelino em Teresópolis. Mas ele não permitiu.

Diante de sua decisão, não me restou outra opção senão me excluir da igreja e começar a buscar almas em qualquer lugar.

Era membro daquela igreja durante mais de oito anos. Batizado nas águas e no Espírito Santo, vivia uma vida pautada na Palavra ali aprendida. Lá conheci a Ester e casamos. Lá foram apresentadas nossas filhas Cristiane e Viviane. Lá congregávamos às quartas e domingos fielmente.

Ao sair daquela igreja não reclamei de nada. Até porque não havia razão para isso. Muito pelo contrário, porque mesmo deixando aquela congregação mantive ótimo relacionamento com todos os seus bispos e pastores, mesmo lá fora.

Não saí revoltado nem procurei levar irmãos e amigos que lá deixei. Nem mesmo minha mulher e as crianças me acompanharam.

Saí só, mas com uma certeza: o Espírito de Deus era comigo.

Lembro do apóstolo Paulo quando foi enviado aos gentios. ( Gálatas 1.15-17 )

Hoje em dia, alguns têm saído do nosso meio cheios de ódio e revolta. Por quê? Saem porque não eram de Deus. Se o fossem não sairiam.

Mas Deus os permite sair para que construam suas próprias “igrejas” e assim carreguem consigo os demais que têm o mesmo espírito.

Dessa forma deixam nosso fardo muuuito mais leve.

Graças a Deus!

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