"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."
12
mar2010

Finalmente, um Patrocinador

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22
fev2010

Ato conjugal

1

O ato conjugal trata do relacionamento sexual entre o marido e sua mulher. O que pode ou não nesse ato? A Bíblia não especifica como se deve fazê-lo. Apenas adverte quanto ao que é contrário à natureza (Romanos 1.26).

A meu ver, contrário à natureza significa tudo que distorce a harmonia entre Deus, o ser humano e a natureza.

No sexo anal, o reto é agredido com uma introdução estranha à sua natureza. Ele não está na função de receber, mas de expelir. Expelir o quê? Fezes, excremento ou cocô. As fezes são o lixo do corpo humano. Usar o ânus como objeto de prazer é o mesmo que degustar um belo jantar a dois no meio do lixão. Não faz sentido. É questão de higiene, de saúde e, sobretudo, de inteligência.

Entretanto, cada um é dono de seu próprio corpo e faz dele o que bem entender. Por isso, nos foi dado o livre arbítrio.

O cristão sabe que seu corpo é templo do Espírito de Deus. E como tal, não aceita submeter-se a nada contrário à natureza.

Leia mais:

- Dúvida sobre Sexo Oral
- A Intimidade do Casal
- Bendita Camisinha
- A Fé e o Sexo
- O que pode e o que não pode fazer

10
fev2010

A Intimidade do Casal

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Temos recebido vários e-mails de maridos desapontados com suas respectivas esposas. Segundo eles, quando elas eram incrédulas, eram muito mais mulheres do que depois de convertidas. Parece que o novo nascimento as fez “apagar” sexualmente.

Há até quem reclame que o ato conjugal não tem ocorrido com mais frequência como antigamente. Tenho certeza de que o diabo está adorando esta situação, pois nada é mais nocivo ao casamento do que os desencontros num leito imaculado.

Por experiência própria posso afirmar que o futuro de um casamento feliz está na cama. O casal pode ser cheio do Espírito Santo, mas se não tiver uma vida sexualmente ativa, dificilmente serão fiéis um ao outro.

O ato conjugal dentro do casamento é como o alimento cotidiano do corpo físico. E não adianta ninguém querer contrariar essa natureza humana porque o apetite sexual é como o apetite alimentar; ambos fazem parte do corpo humano que Deus mesmo criou. Claro, existem certas exceções, como o caso dos eunucos. Mas, em regra geral, não há como omitir ou fingir que não se tem.

Eu sei que no meio evangélico há uma tremenda hipocrisia quanto a esse assunto. Muitos colegas de outras denominações têm considerado o ato conjugal como algo carnal e até demoníaco, como se o sexo tivesse sido criado mesmo no inferno. E essa ignorância tem sido divulgada entre os convertidos, a tal ponto que muitos estão deixando de lado suas obrigações para com seus respectivos maridos e respectivas esposas.

Se o ato conjugal é uma carnalidade ou coisa demoníaca, então minha mulher e eu somos carnais e carecemos de libertação. Além do mais, posso confessar que quanto mais nos relacionamos sexualmente mais ficamos agarrados e dependentes um do outro.

A verdade é que a falta do uso da fé aliada à inteligência tem feito a maioria dos cristãos verdadeiros fracassados a partir da sua própria vida familiar.

Ainda outro dia alguém me escreveu, dizendo: “Sou casado há 23 anos, gosto da minha esposa e me sinto muito bem com ela em todos os momentos. Ela me é sexualmente muito atraente e não sinto repulsa ou falta de desejo por ela. Porém, confesso que minha vida sexual deixa muito a desejar. Enquanto sinto necessidade de 2 a 3 relacionamentos semanais, minha esposa se dá por satisfeita uma vez por mês. Se a solicito acima disso, ela, após uma tonelada de desculpas que já conhecemos, até me atende, mas com total desinteresse. Minha esposa é uma obreira abençoada, cheia de virtudes, que só mesmo uma pessoa muito de Deus possui… Ela acha que sexo é coisa ruim e suja perante Deus. Isso tem tornado nosso relacionamento um verdadeiro desastre, pois eu estou sempre insatisfeito e não consigo esconder... Isso me causa um transtorno muito grande, pois, conforme aprendemos, não devemos sentir saudades das coisas passadas, quando éramos do mundo, mas eu sinto muita saudade (muita mesmo) da nossa vida sexual antes da nossa conversão, além de estar sempre insatisfeito, o que me leva, muitas vezes, a desejar outras mulheres, mesmo sabendo que isto não é correto.”

Fico pensando no que essa obreira deve orientar quando uma esposa chega para ela e conta a mesma situação em relação ao seu marido. Ela quer, mas ele não.

O apóstolo Paulo orienta claramente a esse respeito, quando diz:

“O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher. Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos aplicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que satanás não vos tente por causa da incontinência.” (1 Coríntios 7:3-5)

O Senhor, através de Salomão, ensina o seguinte com respeito ao ato conjugal entre marido e mulher:

Depois de exortar o filho a obedecer Sua Palavra e adverti-lo contra a mulher adúltera, Ele diz:

“Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço. Derramar-se-iam por fora as tuas fontes, e, pelas praças, os ribeiros de águas? Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo. Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa.

Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias. Por que, filho meu, andarias cego pela estranha e abraçarias o peito de outra?” (Provérbios 5:15-20)

Note que a água aqui simboliza o ato conjugal; a cisterna e correntes do poço, a esposa. “Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo” significa dizer que se ele não der atenção para ela, outro dará!

“Seja bendito o teu manancial…Saciem-te os seus seios…embriaga-te sempre com as

suas carícias.” São termos profundamente fortes na expressão do ato sexual entre os casados.

Chama muita atenção o ato de “embriagar” de amor. E o que você, meu caro evangélico, tem a dizer disso? E você, obreira desalmada, o que tem a dizer dessas palavras da Bíblia?

Será que o seu leito vai continuar dividido para dar chance ao diabo de tentar seu marido?

Saiba que se ele cair em tentação, você será conivente.

Deus abra os olhos de todos. Em o Nome do Senhor Jesus, amém!

Deus abençoe abundantemente.

29
dez2009

Minha própria novela romântica

A caligrafia era perfeita, a carta parecia que estava toda coberta de ouro, meus olhos ficaram azuis. O sentimento era inexplicável. Não foi a carta em si que tornou aquele momento tão especial para mim, e sim a maneira como tudo aconteceu a partir de uma simples confiança em Deus. É como se eu estivesse sendo recompensada por dar a Ele o domínio em minha vida.

Imediatamente me lembrei do sacrifício na campanha de Israel anterior. Havia sido um anel, mas não apenas um anel de ouro, ele era o meu único anel. Meu pai tinha me dado como presente de aniversário de 15 anos. Significava muito para mim, tanto que ele era tudo o que eu tinha para sacrificar. Eu não trabalhava, não tinha nenhum dinheiro nem nada de valor.

Após colocá-lo dentro do envelope, me senti orgulhosa da minha fé de certa forma, como se eu tivesse finalmente feito algo com ela em todos aqueles anos. Eu pedi a Deus por uma coisa naquele envelope, eu queria me casar com o meu primeiro namorado, o qual viesse dEle (e de ninguém mais).

Eu era a filha do bispo, todos queriam arranjar alguém para mim. Aos olhos deles, eu estava disponível. Aos meus olhos, eu não estava. Queria que Deus me preparasse alguém porque eu sabia que escolheria uma pessoa perfeita para mim. Deus sabia das minhas expectativas e assim não seria nada mais, nada menos do que eu esperava.

Quando Renato (hoje meu marido), do nada, me escreveu aquela carta de amor, sem nem ao menos ter me conhecido ou falado comigo, foi como se Deus tivesse escrito o romance perfeito para mim.

Eu não conseguia parar de sorrir e tenho a sensação de que Deus também não.

Na fé.

Cristiane Cardoso

18
dez2009

38


Neste dia, há 38 anos, Ester e eu realizamos nosso segundo maior sonho: unificamos nossas vidas. Foi um ato de fé seguido de amor. Essa parceria física simbolizava a espiritual que havíamos tido há anos quando, pela mesma fé, dedicamos nossas vidas ao Senhor Jesus Cristo.

Lembro bem o sentimento dentro em mim. Ela tipificava a Igreja do Senhor. Tínhamos plena convicção que nossa lealdade mútua refletia a nossa com Deus. Se não era possível cultivar fé e amor com alguém visível, como seria com Alguém invisível?

Nossa união ia de vento em popa. Mas a chegada da Cris interrompeu a lua de mel. Fui jogado para escanteio. Seu encanto e beleza ocuparam meu lugar. E, então, entramos num período de adaptação. Não foi fácil. Mas com a chegada da Vivi, marcada pela dor e humilhação, nossa união ficou selada. Aprendemos muito a depender mais um do outro. Exatamente como acontece no relacionamento com Deus. As tribulações operam na prática da fé e do amor e estreitam a comunhão com Ele. Por isso Paulo diz: ...também nos gloriamos nas próprias tribulações.”(Romanos 5.3)

Hoje, depois de tantas lutas, humilhações, lágrimas e dores, podemos testemunhar para os que vêm atrás: não temos completado a carreira, mas temos, sim, combatido o bom combate e guardado a fé.

Até aqui nos ajudou o Senhor Deus de Abraão, de Isaque e de Israel.

Sejam abençoados os que creem!

17
dez2009

Apressado come cru

Sou casada Há quase 2 anos. Eu trabalho, estudo, faço meus deveres como esposa, etc. Minha vida é uma correria. Meu esposo não tem estudos e não liga para a vida. Tudo sou eu que resolvo; sou o homem e a mulher de casa. Já tive um amante, mas terminei tudo para começar uma vida nova com meu esposo, afinal me casei para ser feliz. Só que há um porém, ele não me valoriza. Há um rapaz que gosta de mim e que conheci desde quando eu namorava meu esposo, mas somos amigos. Ele conhece meu esposo e respeita. Ele me ama, me valoriza e quer que eu me case com ele, pois eu disse a ele que não era feliz no casamento e não sou. Não sei se amo meu esposo ou só gosto dele. O que faço, me separo e tento ser feliz ou continuo casada e infeliz vivendo de aparência? Deixo bem claro que se eu me separar do meu esposo não é para me casar com o meu amigo, pois nem ele eu quero. Quero sim um homem que me faça muito feliz e seja homem de verdade para mim. Por favor, me ajude e não revele meu nome. Me chame de amiga.

Obrigada e que Deus abençoe. Me ensine a ser feliz.

Esse problema acontece porque muitos têm colocado suas paixões acima da razão. Apressadas em casar, acabam comprometendo, não só o futuro de si, mas sobretudo o de seus filhos que nada têm a ver com isso. O resultado são filhos abandonados e sem o referencial dos pais.

Quem quiser ser feliz tem de começar sua vida com o Criador da felicidade.

Primeiro, entrega incondicional da vida ao Senhor Jesus Cristo.

Segundo, abandonar o caminho errado e

Terceiro, colocar em prática Suas orientações escritas na Bíblia Sagrada.

Ele diz: “Quem quiser vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me.” Esse é o princípio da felicidade.

É fácil? Não, não é. Mas, pior e mais sacrificante é colher os frutos do exemplo acima por toda a vida. Afinal de contas, quem consegue fazer o certo de forma apressada?

Que esse exemplo sirva de advertência aos apressados em casar de qualquer jeito.

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