"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."
1
nov2010

A relação entre Jesus Cristo e o Templo

Como já foi explicado anteriormente, o Tabernáculo e o Templo de Salomão (o primeiro Templo), bem como o homem, são compostos por três partes principais: o pátio, o Santo Lugar e o Santo dos Santos. Desta forma, não há como não falarmos sobre o Senhor Jesus sem falar do Templo. A relação entre ambos é tamanha que é impossível dissociar, visto que o Templo fora todo planejado a fim de representar a salvação por meio de Jesus Cristo. Para entender melhor, vamos aos fatos.

Sempre que o Tabernáculo era montado, a cada vez que o povo de Israel parava no deserto, ele era organizado de dentro para fora, ou seja, a primeira parte a ser armada era o Santo dos Santos, e assim por diante os elementos eram dispostos até chegar ao átrio. Isso significa dizer que Deus inicia Seu tratamento espiritual em nós a partir de dentro, daquilo que temos de mais interior: o espírito. É interessante frisar também que as divisões do Templo correspondem às partes referentes ao ser humano, a saber: o corpo, a alma e o espírito.

Observando o gráfico acima, percebemos que o pátio (A) era composto pela porta, o altar e a pia. Essa relação significa que todo o Templo fora construído já se pensando na presença do Senhor Jesus. Ou seja, a porta, local por onde temos acesso aos lugares, inclusive no Templo, representa Jesus. Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens João 10:9.

Isso significa que assim como temos acesso ao Templo, entrando por uma porta, para termos acesso a Deus, temos de entrar pela Porta chamada Jesus.  Pelo mesmo gráfico, é possível observar que da porta até o Santo Lugar (B), forma-se uma cruz (trajeto em vermelho, da porta até o Altar de incenso) e, acima dela, onde está o Santo dos Santos (C), encontra-se a Arca da Aliança (em amarelo), que simboliza a presença de Deus.

A porta do Templo simboliza Jesus Cristo e sacrifício (veja no gráfico). Por meio do Seu sacrifício de morte por cruz, passamos a ter acesso não apenas no Santo Lugar, visto que o véu se rasgou, mas à salvação. Porém, cada pessoa que decide entrar por esta Porta deve, tal qual Jesus, realizar seu sacrifício diário para obter a salvação. Ou seja, assim que entramos pela Porta, deixamos o mundo para trás e abandonamos nossas próprias convicções, vontades e desejos carnais.

Dado este passo, vem o segundo, que é o Altar (observe no gráfico, que é o primeiro lugar depois da porta). Assim que entramos pela Porta, vamos de encontro ao Altar, onde temos a oportunidade de morrer para a vida, a fim de vivermos uma nova com Deus. No altar havia o sacrifício de animais, que desprendiam um cheiro, que para Deus era como o de incenso. Assim também acontece conosco quando sacrificamos nossa vida no Altar. O cheiro que exala de nossa vida, a saber, o bom perfume que passamos a ter após o encontro com Deus, O agrada sobremaneira. Assim queimarás todo o carneiro sobre o altar; é um holocausto para o Senhor, cheiro suave; uma oferta queimada ao Senhor (Êxodo 29:18)

Quando saímos dali, encontramos a pia. Nela, após termos um verdadeiro Encontro com Deus, o primeiro desejo que nos vêm é o do batismo nas águas. Por meio dele, consolidamos a nossa morte, para ressurgirmos lavados dos nossos pecados e limpos de toda a impureza. De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida Romanos 6:4

Perceba a importância da organização interior do Templo de Salomão. Todo ele foi pensado e construído com o propósito da salvação através do Senhor Jesus. No pátio, por exemplo, (onde fica o altar e a pia), não havia cobertura. Significa dizer que o cristão que passa pela porta (Jesus), sacrifica suas vontades (no Altar) e em seguida se batiza (na Pia), ainda permanece no pátio, ficando exposto a todos os tipos de variações de clima e temperatura. Ou seja, por estar desprotegido, pode, facilmente, receber trovoadas, chuvas e vendavais de problemas. Algo que todo cristão tende a passar naturalmente, assim que aceita Jesus como seu único Senhor e Salvador.

Então, após o cristão passar por todas essas tribulações, ele entra no Santo Lugar, que representa a nossa alma. Neste momento, o nascido de Deus busca obter uma aproximação maior com o Criador. Assim, ele participa e come dos pães, que é a Palavra de Deus e a representação do próprio Senhor Jesus, e se sacia do Espírito Santo, que está tipificado na Menorá ou Candelabro (Leia Zacarias 4:6). Desta forma, o cristão pode se considerar apto a participar do Altar do Incenso, que nada mais é do que a oração.

Isso não quer dizer que a pessoa que não possui o Espírito Santo esteja impedida de orar, mas significa que é neste momento de aproximação e intimidade com Deus, representado no Santo Lugar, que as orações do cristão são realizadas com verdade, sinceridade e pelo Espírito Santo, haja vista ele não estar mais orando em favor de seus desejos ou vontades carnais, mas segundo a vontade de Deus.

Note que existe uma diferença muito grande entre as orações realizadas no pátio e no Santo Lugar. Enquanto que no primeiro oramos sem entendimento e de acordo com nossas vontades, no segundo, oramos com temor, reverência e desejando satisfazer os desejos do coração do Pai.

Sendo assim, finalmente, após o cristão passar por todo este caminho espiritual, chega o momento de ele adentrar no Santíssimo Lugar ou no Santo dos Santos (C). Neste local, há somente a Arca da Aliança, representando a presença de Deus. O que aprendemos com isso, então, é que com o sacrifício de Jesus, podemos ter acesso a Ele, mas, se nós também não sacrificarmos a nossa vida em prol da Sua, não conseguiremos chegar até o Santíssimo Lugar e, tampouco, alcançaremos a salvação eterna.

Portanto, se almejamos salvar a nossa alma, devemos observar o exemplo do Senhor Jesus para todos nós, que foi e é o de sacrificar. Como podemos ver no gráfico, o sacrifício está na porta, nos dizendo que somente por este meio existe a possibilidade de chegarmos até Deus.

Veja também:

- Construção do Segundo Templo
-
Destruição do Primeiro Templo
- Templo de Salomão
-
Tabernáculos, a Arca e o desejo de Davi de construir o Templo
- Reunião de Lançamento da Pedra Fundamental
- Milagre do Templo
- Judeus e cristãos unidos na construção do Templo
- O Templo
- Notícia da construção repercute pelo mundo
- Projeto do Templo da IURD
- Suor, sangue e lágrimas
- Lançamento da pedra fundamental do Templo - Fotos

30
nov2009

O Sentido do Sacrifício

1

Estamos vivendo um momento muito forte, no Brasil e  no mundo, com a grande campanha da Fogueira Santa de Israel.
Para quem será meu sacrifício, e qual a minha intenção em apresentá-lo?

A raiz que da origem à palavra sacrifício é, em latim, sacer. Esta raiz tem o sentido de algo que não pode ser tocado. Daí, passou a significar: o que pertence ao mundo do divino.
Sacramentum: no início, juramento prestado a Deus;
Sacrifícium: o que é oferecido a Deus e torna-se sagrado. Ou o próprio ato de oferecimento.
O estudo das antigas civilizações revela que todos os povos ofereciam sacrifícios a Deus ou a seus falsos deuses. Em Roma, na África, na Índia, etc. Na Bíblia, o sacrifício aparece logo no início da humanidade: “Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de sua oferta.”(Gênesis 4:4)

Em todos os grandes acontecimentos, os homens ofereciam sacrifícios a Deus:
Noé (Gênesis 8:20); Abraão (Gênesis 22:1); Moisés: (Êxodo 29:38 e Levítico).

O sacrifício é algo que faz parte da natureza humana. As pessoas fazem sacrifícios o tempo todo, quer para si mesmas ou para seus deuses, o que devemos observar é para quem estamos apresentando o nosso perfeito sacrifício e qual a nossa real intenção em apresentá-lo. É evidente que o sacrifício traz a resposta imediata, mas temos que entender que o sacrifício não pode ser apenas um meio de livramento ou uma petição para uma determinada situação, e sim também uma forma de obedecermos a voz de Deus e, sobretudo, adorarmos mediante a fé sacrifical que exige renúncia, e que estejamos desprovidos e despidos de toda condição humana.

Falar sobre sacrifício não é para qualquer um. A palavra sacrifício tem um peso muito grande e até mesmo assustador. Muitos líderes de igrejas levam o povo a sacrificar, através de campanhas e propósitos, mas sequer tocam na palavra sacrifício, pois muitos deles têm medo de perder seus adeptos dizimistas e ofertantes. Por isso, pregam contra a própria cruz, que é o maior significado do verdadeiro sacrifício incondicional e desinteressado, sabendo que atrairão para si os leigos desinformados, fracos e dependentes sempre de terceiros. Admiro a Igreja Universal e seu líder, bispo Edir Macedo, e faço parte deste grande exército universal, pois todos que o fazem têm experiências a respeito do sacrifício.

Todas as pessoas que chegaram à igreja nessa época, com a alma saturada, cheia de sofrimento e dor, lançaram-se de cabeça, isso porque estavam numa situação de vida ou morte e, porque não dizer, ao fio da espada, apresentaram a Deus seus sacrifícios seguidos de petição, adoração, gratidão por terem a certeza de que seriam atendidas. E o resultado a esse ato é óbvio: tiveram suas necessidades atendidas, mas, infelizmente, hoje, por estarem supridas, não enxergam a necessidade de sacrificar.

“A nossa alma está saturada do escárnio dos que estão à sua vontade e do desprezo dos soberbos.” (Salmos 123:4)

A cada campanha de fé temos amadurecido no que significa para nós o sacrifício, assim como para cada homem do passado houve um significado diferente. Para uns, adoração, para outros, petição, para outros, agradecimento e para Abraão, obediência a Deus.

Devemos fazer uma pergunta a nós mesmos: “Para quem estou apresentando meu sacrifício? Para homens, para a instituição Igreja Universal do Reino de Deus ou verdadeiramente para Deus?”

Em suma: o sacrifício está no DNA daqueles que são nascidos de Deus.

“Quando oferecerdes sacrifício pacífico ao SENHOR, oferecê-lo-eis para que sejais aceitos.” (Levítico 19:5)

“Quando alguém oferecer sacrifício pacífico ao SENHOR, quer em cumprimento de voto ou como oferta voluntária, do gado ou do rebanho, o animal deve ser sem defeito para ser aceitável. Nele, não haverá defeito nenhum.”(Levítico 22:21)

“Então, haverá um lugar que escolherá o SENHOR, vosso Deus, para ali fazer habitar o seu nome; a esse lugar fareis chegar tudo o que vos ordeno: os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta das vossas mãos, e toda escolha dos vossos votos feitos ao SENHOR” (Deuteronômio 12:11)
A igreja do Senhor Jesus, infelizmente, está rachada ao meio. De um lado, um povo fraco e, do outro, um povo forte; de um lado, um povo vencedor e, do outro, um povo vencido. E isso porque de um lado temos um povo puro, mas covarde ao sacrifício e, do outro, um povo impuro, cheio de disposição para sacrificar. Quem dera tivéssemos um povo puro e cheio de disposição para sacrificar. Os testemunhos seriam inevitáveis.
“Todas as coisas são puras para os puros. Todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas.” (Tito 1:15)

DIA 13 DE DEZEMBRO É O DIA DE ATENDERMOS AO QUE DEUS ESTÁ NOS PEDINDO EM TODOS OS ALTARES DA IGREJA UNIVERSAL, NO BRASIL E NO MUNDO.

NA FÉ,

Obreiro Marcos
Ribeirão Preto (SP)

30
jan2009

Fogueira Santa de Israel 2008 – Montes da Fé – Parte 5

Assista dia 6 a sexta oração nos 7 montes.

23
jan2009

Fogueira Santa de Israel 2008 – Montes da Fé – Parte 4

Assista dia 30 a quinta oração nos 7 montes.

 

10
jan2009

Fogueira Santa de Israel 2008 – Montes da Fé – Parte 3

Assista dia 23 a quarta oração nos 7 montes.

5
jan2009

Fogueira Santa de Israel 2008 – Montes da Fé – Parte 2

Assista ao vídeo da terceira oração na próxima segunda.

 

30
dez2008

Fogueira Santa de Israel 2008 – Montes da Fé – Parte 1

Aqui esta o vídeo do primeiro clamor feito em Israel.

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