"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."
2
fev2010

Carta de um filho na fé

Oi bispo,

Tudo bem com o senhor?

Fiquei muitissimo feliz de o senhor me permitir lhe escrever. Mas, eu nem sei o que escrever. Vem um monte de coisas na cabeça.

Escutei a reunião do senhor, de domingo, e me emocionei muito. É isso que acredito da Igreja Universal, uma fé sem igual e um amor inexistente neste mundo.

Quando eu era pequeno, o meu pai saiu de casa, como o senhor sabe, e nossa vida virou uma desgraça em tudo. Ninguém nos ajudou. Tivemos poucos, muito poucos, que até tentaram, mas não tinham condições, não tinham amor, não tinham paciência, não tinham Deus.

Ninguém conseguia nos ajudar. Procuramos ajuda de muitos: igrejas, espiritualistas, familiares, até no cemitério ia com minha mãe acender vela para o meu avô falecido.

As coisas só ficavam pior e aí que não tinha mesmo ninguém para nos ajudar. Todo mundo tem seus problemas e não querem saber do problema dos outros.

Foi então que fomos à Igreja Universal, em Pinheiros (São Paulo) e ali havia pastores que tinham paciência para nos ouvir e, o melhor de tudo, FÉ para lutar por nós. Foi através dessa fé que conheci o amor de Deus e o ódio do diabo.

Ao ouvir a oração do senhor em relação a humilhações e dor que o senhor e o povo passaram/passam, e lembrar de tudo que o senhor enfrentou de perseguições, desafios, e ainda mais ouvir o senhor dizer que não sabe o que fazer mais e até pedir que Deus tire a vida do senhor como se fosse um favor ao senhor, ah não bispo, isso não pode acontecer!

Se o senhor não sabe o que fazer, imagine eu? Eu sei que Deus dá direção para o senhor e todos nós precisamos do senhor. Claro que precisamos de Deus, mas só o senhor, através da Igreja Universal, nos leva a Deus. Não existe (que eu conheça) outra obra que nos leve a Deus.

Quando falo com minha mãe ou minhas irmãs (ainda falta uma tomar jeito), eu vejo o que o senhor fez por nós: nos levou a Deus!

Somente pelo fato de ter nos ajudado, já considero o senhor vencedor e perfeito.

Bispo, existem outras milhões de pessoas, como eu e minha família, que precisam do senhor para guiá-las ao Senhor Jesus!

Obrigado por, mesmo em meio a dificuldades, perseguições e calúnias, ter nos ajudado.

Oro sempre por toda a família do senhor: dona Ester, bp. Renato, dona Cristiane, bp Julio, dona Viviane, o Moisés. Só as vezes eu esqueço de mencionar o neto do senhor (rs). Assim, eu sei que pode acontecer de tudo no mundo, mas existe um homem de Deus.

Aqui, o trabalho vai seguindo. São muitas coisas para aprender. O que falta de experiência, a gente leva na fé e na misericordia de Deus até aprender, não é? E Deus tem abençoado a nossa vontade de ver as pessoas serem salvas, trazendo mais e mais pessoas.

Em breve, teremos mais uma igreja aberta. Falta detalhes.

Aprendi muito com o bp Renato e o bp Julio (e ainda aprendo, pois sempre me mandam as direções) e com o bp Pedro, que está agora na Inglaterra. As reuniões dele são muito legais. Até esquiar na neve ele me ensinou, é mole? Só na IURD.

Fica com Jesus, bispo, e um forte abraço meu.

Nós amamos Jesus e o senhor!

Guilherme, da Irlanda

1
fev2010

De Ateu a Filho de Deus!

Rafael Silvestre José, de 23 anos, era ateu desde os 17 anos. Sua postura se definiu devido a vários questionamentos que surgiam em sua mente, dentre os quais, os principais foram: por que Deus permitia que tanto mal acontecesse no mundo? Por que um Deus era mais válido que outro?

“As ações do catolicismo me causavam muita confusão: maus testemunhos de pessoas que se intitulavam cristãs, porém suas vidas não mostravam isso; seu comportamento não atuava como os ensinamentos bíblicos que eu conhecia, porque, como ateu, não acreditava na Bíblia, mas lia para encontrar nela justificativas para a minha descrença. Meus amigos pensavam como eu, aliás, muitos já tinham suas dúvidas e se assumiram ateus uma vez que eu, com os meus fundamentos, os influenciava para o ateísmo.

Minha ideia em relação à Igreja Universal do Reino de Deus era totalmente fundada nos noticiários. Nunca me dei ao trabalho de investigar melhor aquilo que ouvia. Admito que foi um dos maiores erros que eu cometi. Uma das grandes ideias que só me vinham à cabeça quanto à Igreja era dos supostos "escândalos" que havia muito tempo apareceram na televisão, em relação a dinheiro, dízimos e ofertas, o que as pessoas davam e ao uso que era dado a este dinheiro.

Há cerca de 2 meses e meio cheguei à Igreja Universal do Reino de Deus através do convite de uma pessoa muito estimada. Eu só acreditava naquilo que via, mas logo soube que esta pessoa estava possessa por espíritos malignos quando presenciei sua manifestação. Esta foi a razão para eu começar a questionar a minha postura ateísta. Será que aquilo que eu dou por certo, que é o plano material, é a única coisa que existe?

Decidi frequentar a Igreja para apoiá-la no processo de libertação. Durante as reuniões, vi esta pessoa voltar a ficar possessa, porém, através da oração de autoridade que o bispo ministrou naquele momento, a libertou e ela ficou bem. Eu mesmo cheguei a passar mal. Senti mal-estar, tremores, uma pressão sobre meu corpo como se algo me puxasse para baixo. Ver toda aquela autoridade do bispo sobre aquelas forças malignas, pôs em causa tudo o que eu acreditava. Eu quis entender de onde vinha aquele poder. As dúvidas abundavam em minha mente. Conversei com um dos membros da Igreja e este me orientou que, então, fizesse uma prova com Deus através do dízimo. Dizimei, pedi prova a Deus e tive resposta, foi impressionante. A partir de então, passei a buscar ajuda de Deus, do bispo e do pastor. Passei a ler a Bíblia para esclarecer minhas dúvidas e, pela primeira vez, comecei a encontrar respostas.

Em uma das reuniões dos Filhos de Deus, me chamou a atenção que era preciso enterrar toda uma vida pecaminosa e nascer para uma nova vida. Agora sei que sou humano e pecador, mas só em Jesus encontrei arrependimento e perdão. Decidi entregar a minha vida nas mãos de Deus e aceitei a Jesus Cristo como Senhor da minha vida. Me batizei nas águas e nEle encontrei forças para lutar contra meu eu.

Hoje, participei pela primeira vez da Santa Ceia e foi mesmo especial. Pude participar do corpo e do sangue de Cristo. Para mim, isto é experimentar ter fé. Não foi palpável, não foi material. Acredito que através destes elementos (pão e vinho) estou em Comunhão com o Corpo de Cristo.

Tudo ficou transparente na minha mente. Entendi o valor do verdadeiro sacrifício, que não é só o sacrifício em si, há muito mais por detrás do que realmente agrada a Deus, e é isso que mostra a nossa fé, desapegar-nos daquilo que nos prende ao materialismo e confiar somente em Deus. Esta é a fórmula do milagre: entregar-se e confiar plenamente em Deus, sem duvidar.

Há uma sede dentro de mim, de que o Espírito Santo me preencha por completo. Estou lutando diariamente para alcançar e vou conseguir. Hoje eu acredito!”

5
abr2009

Experiência de Filho

Aconteceu numa sexta-feira, por volta das 10 da noite. A reunião transcorria de forma natural. Apesar de a sala ser grande, ainda assim, as 30 pessoas quase se comprimiam ali.

Avaliando o desempenho dos trabalhos evangelísticos, o pastor Samuel, líder da igreja, me disse:

- É Edir… Acho que você não tem chamada de Deus. Seu trabalho está muito fraco. Você deveria seguir mesmo no seu trabalho. A partir de amanhã, vou cuidar daquela igreja e você fica apenas com um trabalho especial no Cine Ridan.

Aquelas palavras soaram como uma bomba dentro de mim. Mais uma vez senti a dor da rejeição, desprezo, vergonha e humilhação. Há anos vinha perseguindo o sonho de servir só ao meu Senhor. Mas agora, diante daqueles pastores, auxiliares e obreiros, minha paixão pelas almas estava sendo arrancada violentamente.

Não era pastor, apenas um obreiro sedento. Mesmo assim era respeitado pelos demais.

As palavras do pastor-líder foram tão fortes que ele mesmo ficou sem graça. E logo convocou todos para orar.

Minha dor não estava em perder o trabalho especial que fazia, mas em ser considerado sem condições de ganhar almas. Isso doeu demais.

Profundamente abatido, dobrei os joelhos e me dirigi a Deus, dizendo: “Meu Pai…”

A dor era tão intensa que não sabia o que falar ou pedir. Apenas, repeti a frase: “Meu Pai…”

A partir daí fui inundado de um gozo imensurável. Como uma fonte jorrando do meu interior, materializava-se em alegria.

Imediatamente comecei a rir. E foi aumentando cada vez mais, a ponto de gargalhar…

Todos interromperam as orações e, perplexos, me olhavam. Queriam saber o motivo daquela alegria. Nunca viram nada igual. Nem eu!

Mas ninguém ousou perguntar, porque sabiam que o Espírito de Deus era O responsável.

Mas o que mais chamou a atenção é que aquele gozo da alma começou quando falei “Meu Pai!…”

Lembro como se tivesse acontecido ontem. Foi como se Ele me tomasse nos braços e dissesse: “Não temas, Eu te escolhi…”

Dois anos mais tarde, nascia a Igreja Universal do Reino de Deus.

Somente quem nasceu do Espírito tem o privilégio de invocar Deus como Pai e receber Sua atenção.

Por favor, leia Isaías 41:9-13 e você entenderá melhor minha experiência com Deus.

26
out2008

Porque desviei da fé

Desviei porque soube que o pastor roubou dinheiro da oferta…

Desviei porque Deus não me respondeu…

Desviei porque minha vida estava muito restrita…

Desviei porque arranjei um namorado incrédulo…

Desviei porque caí em tentação…

O único motivo que afasta a pessoa da fé é o pecado. Poucos sabem que o pecado é um espírito e que o  pecador é escravo dele, ensina o Senhor. Quando alguém aceita Jesus como Salvador mas não se mantém salvo é porque nunca foi liberto. Talvez a palavra forte do pastor a fez aceitar Jesus, mas o problema é que ela não entregou a sua vida para Ele!

Esse é um dos grandes problemas na igreja denominacional. Não na Igreja cujo Cabeça é o Senhor Jesus!

As pessoas se convencem, mas não se convertem. Daí o fato de tantos crentes desviados…Eles apresentam uma série de razões para saírem fora da fé. Mas a verdadeira razão é que NUNCA foram livres! Congregavam nas igrejas, mas continuavam escravos… Como o Senhor diz que o escravo não fica sempre na casa… Eles acabam saindo.

Em compensação, os verdadeiros filhos permanecem firmes e fortes na fé.

"O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre." ( João 8.35 )

Quem é filho, cuida para não se envolver com o escravo a fim de não colocar em risco a sua fé.

10
out2008

Sobre o aborto

Eu sou a favor do aborto. Não é que eu ache que toda grávida deveria abortar, mas acho que nem toda grávida tem condições de ter um filho.

Podemos considerar esse assunto sob o ponto de vista sócio-econômico, do ponto de vista da fé ou do ponto de vista emocional. E como quase tudo na vida se esclarece ao perguntar… eu pergunto:
Qual a camada da sociedade o índice de crescimento populacional é mais acentuada e por quê? A quem interessa a multiplicação desordenada de seres humanos? Quem ganha e quem perde? Por que muitos são contrários ao aborto dos outros enquanto eles mesmos o promovem às ocultas? Por que a mesma consciência que condena o aborto despreza os filhos gerados à revelia? Qual a chance de uma criança abortada perder a salvação de sua alma? Qual a chance de uma criança chegar à idade adulta perder a salvação de sua alma?

Quando somos sinceros ao responder essas perguntas, a questão sobre o aborto não parece mais tão errada como se pregam. Dizer que o aborto é gerado pela falta de temor a Deus, nem sempre é verdade, pois e em casos de estupros, ou defeitos etc. Com ou sem aborto a promiscuidade continuará. Ora, vamos usar a nossa fé inteligente – é muito confortável para os que têm condições serem contra o aborto, mas e aqueles que passam fome, o que será deles com mais um filho para sustentar?

Deus abençoe a todos abundantemente,

Leia mais sobre o assunto:

Marcas da hipocrisia: http://folha.arcauniversal.com.br

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