"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."
5
abr2010

Símbolos da Aliança com Deus

19
mar2010

Fé + Amor = Fidelidade

14
mar2010

Carta de uma ex-membro da Igreja Mundial

Voltei para a IURD há 1 mês.  Meu esposo e eu nos conhecemos na Igreja Universal; eu cresci na IURD e nunca fui para o mundo. Me casei e depois de 2 anos meu esposo decidiu ir para a Mundial. Fomos levantados obreiros lá. Eu fui por submissão, a princípio estava me sentindo bem, mas minha vida espiritual foi caindo a cada dia que se passava.

Decorridos quase 2 dois anos, eu já estava como membro só para agradá-lo. Continuava indo com ele, porém eu estava muito mal, espiritualmente falando. Começaram a aparecer problemas de saúde que nunca tive, sempre tomando remédios, mas continuava quietinha, acompanhando o meu esposo, que está como obreiro.

Este ano, no final de janeiro, decidi pela minha vida e voltei para a Universal, sozinha. Meu marido concordou, mas no fundo ele não quer que eu vá, pois me critica todos os dias. Quer que eu vá com ele lá na Mundial e disse que não está contente com essa situação. Muitas vezes, ele me trata muito mal, é áspero nas palavras e me humilha na frente de meus pais e de seus parentes, gritando comigo se eu vacilar em alguma palavra ou atitude.

Estou feliz, pois me reencontrei com o Senhor Jesus. Fui curada, e eu nem sabia mais o que era ter a presença de Deus e dizer "Eu te amo Jesus". E estou indo terça, quarta e domingo e há dois  domingos fui renovada pelo Espírito Santo, falando em línguas, o que não acontecia havia 2 anos.

Estou feliz, mas a pressão está aumentando a cada dia, e muito. Até trocou o bispo da Igreja Mundial na minha cidade e veio um que meu marido gosta muito, pois foi o que o consagrou a obreiro. Não sei o que fazer - estou orando - não sei se isso que está no meu marido é demônio ou coisa dele, pois ele não era assim quando ia comigo na Universal. Ele sempre foi muito manso, mas agora é cheio de "razão". Eu nunca posso opinar nada, pois já tenho medo de falar algo e ele vir com grosseria.

Eu me esforço para ser uma esposa virtuosa, trabalho fora (emprego abençoado. Às vezes, ganho mais que ele) e deixo a casa linda para o meu esposo. Cozinho, faço do bom e do melhor, dou carinho e sempre foi assim, tratei ele a pão-de-ló. Prefiro fazer as coisas para ele antes e deixar as minhas ou eu em segundo plano.  Acho que a cada dia eu me anulo mais e me dedico mais e mais, porém a minha salvação e a minha vida com Deus estão em primeiro lugar.

Estou lutando, não pretendo retroceder. Será que estou agindo de forma correta? Até que ponto devo ser submissa?

Obrigada pela sua atenção.

RESPOSTA:

A submissão da mulher para com seu marido não pode ser considerada sem limites.  A submissão somente deve ser ilimitada quando se trata do relacionamento com o Senhor Jesus Cristo. Ele é o Senhor!

Imagine se o marido incrédulo exige que sua mulher abandone ou negue sua fé no Senhor Jesus. Ela terá de fazê-lo só para cumprir sua obrigação de submissa? É claro que não!

Portanto, há que se usar a fé com bom senso e equilíbrio para não entristecer o Espírito Santo.

Deus a abençoe abundantemente.

12
mar2010

Finalmente, um Patrocinador

Se você quiser assistir um vídeo sobre casamento, clique aqui

10
fev2010

A Intimidade do Casal

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Temos recebido vários e-mails de maridos desapontados com suas respectivas esposas. Segundo eles, quando elas eram incrédulas, eram muito mais mulheres do que depois de convertidas. Parece que o novo nascimento as fez “apagar” sexualmente.

Há até quem reclame que o ato conjugal não tem ocorrido com mais frequência como antigamente. Tenho certeza de que o diabo está adorando esta situação, pois nada é mais nocivo ao casamento do que os desencontros num leito imaculado.

Por experiência própria posso afirmar que o futuro de um casamento feliz está na cama. O casal pode ser cheio do Espírito Santo, mas se não tiver uma vida sexualmente ativa, dificilmente serão fiéis um ao outro.

O ato conjugal dentro do casamento é como o alimento cotidiano do corpo físico. E não adianta ninguém querer contrariar essa natureza humana porque o apetite sexual é como o apetite alimentar; ambos fazem parte do corpo humano que Deus mesmo criou. Claro, existem certas exceções, como o caso dos eunucos. Mas, em regra geral, não há como omitir ou fingir que não se tem.

Eu sei que no meio evangélico há uma tremenda hipocrisia quanto a esse assunto. Muitos colegas de outras denominações têm considerado o ato conjugal como algo carnal e até demoníaco, como se o sexo tivesse sido criado mesmo no inferno. E essa ignorância tem sido divulgada entre os convertidos, a tal ponto que muitos estão deixando de lado suas obrigações para com seus respectivos maridos e respectivas esposas.

Se o ato conjugal é uma carnalidade ou coisa demoníaca, então minha mulher e eu somos carnais e carecemos de libertação. Além do mais, posso confessar que quanto mais nos relacionamos sexualmente mais ficamos agarrados e dependentes um do outro.

A verdade é que a falta do uso da fé aliada à inteligência tem feito a maioria dos cristãos verdadeiros fracassados a partir da sua própria vida familiar.

Ainda outro dia alguém me escreveu, dizendo: “Sou casado há 23 anos, gosto da minha esposa e me sinto muito bem com ela em todos os momentos. Ela me é sexualmente muito atraente e não sinto repulsa ou falta de desejo por ela. Porém, confesso que minha vida sexual deixa muito a desejar. Enquanto sinto necessidade de 2 a 3 relacionamentos semanais, minha esposa se dá por satisfeita uma vez por mês. Se a solicito acima disso, ela, após uma tonelada de desculpas que já conhecemos, até me atende, mas com total desinteresse. Minha esposa é uma obreira abençoada, cheia de virtudes, que só mesmo uma pessoa muito de Deus possui… Ela acha que sexo é coisa ruim e suja perante Deus. Isso tem tornado nosso relacionamento um verdadeiro desastre, pois eu estou sempre insatisfeito e não consigo esconder... Isso me causa um transtorno muito grande, pois, conforme aprendemos, não devemos sentir saudades das coisas passadas, quando éramos do mundo, mas eu sinto muita saudade (muita mesmo) da nossa vida sexual antes da nossa conversão, além de estar sempre insatisfeito, o que me leva, muitas vezes, a desejar outras mulheres, mesmo sabendo que isto não é correto.”

Fico pensando no que essa obreira deve orientar quando uma esposa chega para ela e conta a mesma situação em relação ao seu marido. Ela quer, mas ele não.

O apóstolo Paulo orienta claramente a esse respeito, quando diz:

“O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher. Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos aplicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que satanás não vos tente por causa da incontinência.” (1 Coríntios 7:3-5)

O Senhor, através de Salomão, ensina o seguinte com respeito ao ato conjugal entre marido e mulher:

Depois de exortar o filho a obedecer Sua Palavra e adverti-lo contra a mulher adúltera, Ele diz:

“Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço. Derramar-se-iam por fora as tuas fontes, e, pelas praças, os ribeiros de águas? Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo. Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa.

Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias. Por que, filho meu, andarias cego pela estranha e abraçarias o peito de outra?” (Provérbios 5:15-20)

Note que a água aqui simboliza o ato conjugal; a cisterna e correntes do poço, a esposa. “Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo” significa dizer que se ele não der atenção para ela, outro dará!

“Seja bendito o teu manancial…Saciem-te os seus seios…embriaga-te sempre com as

suas carícias.” São termos profundamente fortes na expressão do ato sexual entre os casados.

Chama muita atenção o ato de “embriagar” de amor. E o que você, meu caro evangélico, tem a dizer disso? E você, obreira desalmada, o que tem a dizer dessas palavras da Bíblia?

Será que o seu leito vai continuar dividido para dar chance ao diabo de tentar seu marido?

Saiba que se ele cair em tentação, você será conivente.

Deus abra os olhos de todos. Em o Nome do Senhor Jesus, amém!

Deus abençoe abundantemente.

27
jan2010

É possível ser feliz no amor…

14
jan2010

Sublime Amor

7
jan2010

Fidelidade

3
jan2010

Segredo do Casamento Feliz

18
dez2009

38


Neste dia, há 38 anos, Ester e eu realizamos nosso segundo maior sonho: unificamos nossas vidas. Foi um ato de fé seguido de amor. Essa parceria física simbolizava a espiritual que havíamos tido há anos quando, pela mesma fé, dedicamos nossas vidas ao Senhor Jesus Cristo.

Lembro bem o sentimento dentro em mim. Ela tipificava a Igreja do Senhor. Tínhamos plena convicção que nossa lealdade mútua refletia a nossa com Deus. Se não era possível cultivar fé e amor com alguém visível, como seria com Alguém invisível?

Nossa união ia de vento em popa. Mas a chegada da Cris interrompeu a lua de mel. Fui jogado para escanteio. Seu encanto e beleza ocuparam meu lugar. E, então, entramos num período de adaptação. Não foi fácil. Mas com a chegada da Vivi, marcada pela dor e humilhação, nossa união ficou selada. Aprendemos muito a depender mais um do outro. Exatamente como acontece no relacionamento com Deus. As tribulações operam na prática da fé e do amor e estreitam a comunhão com Ele. Por isso Paulo diz: ...também nos gloriamos nas próprias tribulações.”(Romanos 5.3)

Hoje, depois de tantas lutas, humilhações, lágrimas e dores, podemos testemunhar para os que vêm atrás: não temos completado a carreira, mas temos, sim, combatido o bom combate e guardado a fé.

Até aqui nos ajudou o Senhor Deus de Abraão, de Isaque e de Israel.

Sejam abençoados os que creem!

17
dez2009

Apressado come cru

Sou casada Há quase 2 anos. Eu trabalho, estudo, faço meus deveres como esposa, etc. Minha vida é uma correria. Meu esposo não tem estudos e não liga para a vida. Tudo sou eu que resolvo; sou o homem e a mulher de casa. Já tive um amante, mas terminei tudo para começar uma vida nova com meu esposo, afinal me casei para ser feliz. Só que há um porém, ele não me valoriza. Há um rapaz que gosta de mim e que conheci desde quando eu namorava meu esposo, mas somos amigos. Ele conhece meu esposo e respeita. Ele me ama, me valoriza e quer que eu me case com ele, pois eu disse a ele que não era feliz no casamento e não sou. Não sei se amo meu esposo ou só gosto dele. O que faço, me separo e tento ser feliz ou continuo casada e infeliz vivendo de aparência? Deixo bem claro que se eu me separar do meu esposo não é para me casar com o meu amigo, pois nem ele eu quero. Quero sim um homem que me faça muito feliz e seja homem de verdade para mim. Por favor, me ajude e não revele meu nome. Me chame de amiga.

Obrigada e que Deus abençoe. Me ensine a ser feliz.

Esse problema acontece porque muitos têm colocado suas paixões acima da razão. Apressadas em casar, acabam comprometendo, não só o futuro de si, mas sobretudo o de seus filhos que nada têm a ver com isso. O resultado são filhos abandonados e sem o referencial dos pais.

Quem quiser ser feliz tem de começar sua vida com o Criador da felicidade.

Primeiro, entrega incondicional da vida ao Senhor Jesus Cristo.

Segundo, abandonar o caminho errado e

Terceiro, colocar em prática Suas orientações escritas na Bíblia Sagrada.

Ele diz: “Quem quiser vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me.” Esse é o princípio da felicidade.

É fácil? Não, não é. Mas, pior e mais sacrificante é colher os frutos do exemplo acima por toda a vida. Afinal de contas, quem consegue fazer o certo de forma apressada?

Que esse exemplo sirva de advertência aos apressados em casar de qualquer jeito.

10
dez2009

O que ACHA uma esposa ACHA O BEM e alcançou a benevolência de Deus. – Pv.18.22

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