"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."
2
dez2009

Os dois Juramentos

Deus fez dois juramentos: um para bênçãos e outro para maldição. O de bênçãos foi dirigido aos da fé constante; o juramento de maldição foi para os da fé inconstante.

E aqui está a grande diferença entre cristãos e “cristãos”. Os que realmente creem, mantêm a crença, custe o que custar. Não importam as lutas e desafios enfrentados nos desertos da vida. Há uma convicção íntima de vitória que os faz perseverar até o fim. Nas cartas apocalípticas o Senhor enfatiza a perseverança como condição da vitória.

Mas, para os “cristãos” de fé inconstante, a exemplo dos rebeldes filhos de Israel no deserto, nada lhes resta senão colher os frutos da ira de Deus.

“…jurei na minha ira: Não entrarão no meu descanso.” (Hebreus 3:11)

29
nov2009

Por que Abraão?

1

A escolha de Abraão como patriarca principal segue o critério Divino na criação. Ou seja, escolher o melhor para gerar o melhor. Princípio fundamental na geração de qualidade. Semente de qualidade, frutos de qualidade.

O patriarca da nação de Deus precisava ter caráter do tipo de Jó: íntegro e reto, temente a Deus e que fugia do mal. Diferenciado dos demais de sua época.

O caráter de Abraão em relação aos seus contemporâneos o qualificava para servir como gerador da nação onde o Filho de Deus viria nascer.

Apesar de sua história não registrar qualquer feito milagroso extraordinário, seu caráter testemunhava a seu favor, além de sua fé.

Grande exemplo disso aconteceu no resgate do sobrinho. Na oportunidade, Ló havia sido preso e levado cativo. Abraão ajuntou seus homens mais capazes, nascidos em sua casa, e perseguiu os quatro reis que haviam prevalecido contra cinco reinados, onde estava Ló.

Abraão não só venceu os quatro reis como libertou Ló e os cinco reis que estavam presos. Além disso, resgatou todos os pertences roubados dos cinco reis. E como prova de seu caráter ilibado devolveu tudo aos seus proprietários.

Todas as pessoas nascidas do Espírito assumem a fé e, consequentemente, possuem caráter tal e qual o de Abraão.

Também sua lealdade a Sara, mesmo vivendo em meio à corrupção do gênero humano, atendia ao perfil fiel para o projeto do Criador. Nem a esterilidade dela serviu de motivo para interromper seu amor, fidelidade e consideração por todo o tempo em que viveram.

Na visão Divina, uma pessoa capaz de amar, ser leal e considerar a quem vê, também é capaz de fazer o mesmo em relação a Quem não vê.

O casamento de Abraão foi decisivo na sua escolha como Patriarca da nação de Israel. Os dois precisavam ter o mesmo espírito, a mesma fé, o mesmo objetivo.

24
nov2009

O Exemplo de Abraão

abraao

“Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque era ele único, quando eu o chamei, o abençoei e o multipliquei.” (Isaías 51:2)

Por que Deus pede para que olhemos para Abraão? O que Ele quer nos mostrar? Se não houvesse algo importante, para que olhar para ele?

O que Deus quer nos mostrar é até que ponto Abraão chegou com a sua obediência, dando para Deus algo que não daria a ninguém devido a seu valor e importância: o próprio filho. Algo que era insubstituível.

Deus mostra um homem chegando ao limite de sua fé e Ele, a ponto de fazer um juramento, coloca-Se como garantia. (Gênesis 22.16)

Se a pessoa vir o que Abraão fez e fizer o mesmo, Deus fará em sua vida o que fez na vida de Abraão. A grandeza da fé de Abraão está na obediência.

Existem os que creem e os que não creem. Para quem olhar? OS QUE CREEM OLHAM PARA ABRAÃO.

Você crê que Deus pode mudar esta situação terrível que vive na família, no amor, na saúde ou na sua vida financeira? Então, use o seu Isaque e prove a Deus. E no altar você poderá dizer: “Deus, o Senhor já está me devendo porque eu também cheguei ao limite da minha fé!” E como Deus não pode ficar devendo nada a ninguém, VAI TER QUE ARREBENTAR!!!!

Deus abençoe abundantemente!

Bispo Romualdo Panceiro

22
nov2009

Fé, Revolta e Sacrifício

(Depoimento do bispo Marcelo Crivella sobre a fé do bispo Edir Macedo)

Fé, revolta e sacrifício são a essência da vida com Deus. Fé lembra o profeta Habacuque e sua época em que Jerusalém estava cercada por Nabucodonosor e a destruição era eminente. Seu livro tem apenas três capítulos e começa com uma pergunta: Por quê?

E quem de nós, pelo menos uma vez na vida, também não perguntou ‘por quê?’ Por que uma criança nasce com defeito? Por que um raio cai do céu e destrói a casa de um pobre? Por que uma bala perdida, numa comunidade carente, mata uma criança inocente? Por quê?

E Habucuque, em suas reflexões, no profundo do seu coração, cunhou uma sentença bela e estupenda que só podia vir de Deus: “O meu justo viverá pela sua fé.” Mais não se podia dizer.

Em um mundo injusto, com tantas desigualdades, só a fé é capaz de garantir a vida. Sem ela, somos atormentados por dúvidas e temores, hesitantes, um sal sem sabor; uma nuvem sem água, vagando pelos céus; uma onda do mar levada pelos ventos; um morto vivo.

Naturalmente, a fé causa uma revolta contra isso tudo e constrói com sacrifício a vitória derradeira. Esse caminho estreito e apertado foi o que Deus traçou para o surgimento da Igreja Universal.

O bispo Macedo quando jovem, frequentou uma igreja evangélica na zona sul do Rio de Janeiro, por cerca de 10 anos. Seu desejo era pregar, mas os líderes não viam nele qualquer virtude ou talento, qualquer expressão que chamasse a atenção. Nem sequer teve a oportunidade de servir como obreiro. Dez anos não são 10 dias. Outro teria desistido. Outro teria desanimado. Não ele. E a razão era a fé.

Movido pelo desejo de servir a Deus, ele e dois amigos foram para uma igreja no subúrbio. Eu era apenas um menino nessa ocasião, mas recordo que lá também o pastor fez a mesma avaliação. Passado algum tempo, consagrou os outros, mas não o bispo. Mais uma vez ele era colocado de lado, excluído, diminuído, enfrentava o preconceito, o desalento e a frustração. Outro teria desanimado. Outro teria, desistido.

Um dia, estava almoçando na casa da minha avó quando ele entrou. E me permita aqui quebrar, de leve, o protocolo para fazer uma pequena lembrança, uma honrosa menção àquela senhora extraordinária. Um inesquecível exemplo de renúncia, dedicação e amor.

O bispo vinha avisar que deixaria o emprego para pregar o Evangelho. Ele já era casado, tinha uma filha e a esposa estava grávida do segundo. Um gesto de fé extrema para quem era desacreditado por todos. Para uma família humilde como a nossa, um emprego público, como o dele, representava a garantia de uma vida livre do desemprego.

Minha avó apenas ponderou: “Não deixe de pagar o instituto, para garantir a aposentadoria quando envelhecer.”

Quando assisto essa orgia histérica dos insultos mais torpes, esse ódio neurótico, essa perseguição implacável, esse dilúvio de injúrias, infâmias e calúnias contra o bispo e a igreja, capazes que são de publicar, com a mais equivocada convicção, o maior dos enganos,  a tese tresloucada de que ele engendrou uma fórmula para explorar os pobres, lamento com profunda amargura. Certamente, não conhecem a Igreja Universal, quem somos, de onde viemos.

Pode ser que em alguma de nossas igrejas, seja no Brasil, na África, na Europa, na Ásia ou em qualquer parte do mundo, alguém, algum dia, tenha colocado sobre o altar um sacrifício tão grande quanto o dele, maior não. Ele ofereceu tudo que tinha, o próprio emprego sem qualquer garantia, sem qualquer esperança, senão por fé.

Passado 1 mês, nasceu sua segunda filha e fui pela manhã visitá-la no hospital do Iaserj. Ela havia nascido com lábio leporino e bebês assim, são magrinhos, com olheiras, com o rosto deformado. Uma ferida aberta na boca, sem uma parte dos lábios, com uma fenda no céu da boca, o que torna impossível  a amamentação, pois não conseguem fazer sucção, engasgam e padecem muito. Foram dias, meses, anos de um sofrimento atroz.

No caminho de volta, da praça da Cruz Vermelha até o Largo da Glória, caminhando ao longo da rua do Riachuelo, cada passo era uma lágrima. Como Habacuque, eu perguntava: por quê? Por que um homem pobre, mas dizimista fiel, no momento supremo da sua existência, quando resolve deixar seu emprego, seu sustento, seu ganha pão, para pregar a Palavra, recebe como prêmio um castigo e dos piores? Eu não sei se há dor maior do que um pai ir ao berçário de um hospital, apenas para ver, apenas para constatar que sua filha é a única enferma, a única ferida, frágil, sofrendo e chorando, enquanto as dos outros são tão bonitas.

E como sempre, nos momentos graves, minha família se reuniu na casa da minha avó. À tarde ele chegou. Estava, naturalmente, muito triste, mas disse duas coisas que guardei. A primeira: “Eu vou gostar mais dela do que da outra.”

A outra, a quem se referia, era sua primeira filha, uma criança muito formosa. Não creio ser possível gostar mais de um filho que do outro, mas havia um significado mais profundo naquela expressão. Era muito mais que um pai tentando compensar, proteger, extravasar sua dor.

Mais tarde, verifiquei que a essência daquelas palavras iria se refletir no surgimento e na atuação da Igreja Universal, que é decididamente vocacionada a gostar mais do que sofre, do aflito e do necessitado. E logo se começa a buscar as almas perdidas nas encruzilhadas, nas favelas, nos terreiros, nos manicômios, nas catacumbas dos vícios, na miséria das drogas, na falência dos lares destruídos. E salões, galpões, cinemas começam a encher com enfermos, pobres, desempregados, aflitos, endemoniados em busca de alívio e libertação. O povo que andava em trevas viu uma grande luz.

A segunda coisa que disse foi: “eu não vou ficar com raiva de Deus. Vou ficar com raiva do diabo. Agora mesmo é que eu vou invadir o inferno para resgatar as almas perdidas.”

Ali já não era mais um rapaz qualquer, obscuro e anônimo. Ali nascia um líder.  Nascia também um povo capaz de enfrentar os maiores desafios, as perseguições mais duras e virulentas. Um povo de fibra e força, que não recua, que não se agacha, que não foge da luta nem teme o sacrifício.  Um povo com o olhar cravado nas promessas de Deus para rasgar nos horizontes a perspectiva iluminada do seu destino, determinado, forjado, selado pela fé em Deus. E isso porque, no momento mais difícil, mais cruel, mais duro, um justo viveu pela sua fé!

A Igreja Universal não surgiu com a deliberação de uma assembléia de homens ilustres, ou de um conselho diretor ou de uma fundação de notáveis. Nem tão pouco foi subsidiada, patrocinada, bancada por recursos do Governo ou de um milionário caridoso. Essa igreja é a resposta simples, direta e fiel de um Deus que honra a fé, a revolta e o sacrifício.

A frase, “eu não vou ficar com raiva de Deus. Eu vou ficar com raiva do diabo”, marca a revolta da fé. Se ficasse com raiva de Deus, seria a rebelião. E o resultado, um oceano de fracasso, um Himalaia de frustração. Os rebeldes culpam a Deus pelos infortúnios da vida. A rebeldia tem formas distintas e sutis de se manifestar. Alguns rebeldes afrontam os mandamentos, desafiando a Deus com seus pecados e crimes. Outros manifestam uma indiferença fria e distante com as coisas de Deus, fazendo da própria vida um imenso desperdício de tempo e uma triste história de mediocridade. Há também os fariseus, que são os rebeldes de igreja, que conhecem a Palavra, mas não a pratica.

Abraão foi revoltado quando vagava no deserto, esperando a promessa que demorava a chegar. No entanto, nunca se rebelou. Moisés se revoltou com a escravidão do seu povo como Josué se revoltou quando na terra prometida encontrou muralhas e gigantes. Mas não foram rebeldes. Davi se revoltou contra as afrontas de Golias. Jó, o mais revoltado de todos, que no ápice do seu sofrimento amaldiçoou o dia em que nasceu, jamais se rebelou. Ele continua a ser, através dos tempos, o mais veemente exemplo do que um homem é capaz de suportar e vencer quando movido por sua fé.  E foi no seu sacrifício que Deus lhe restituiu sete vezes mais.

A vida do justo não é a vida do convento, do mosteiro no alto do monte, da santidade absoluta. É a vida da fé, das lutas do dia a dia na planície da vida. Com suas virtudes e defeitos, injustiçado e perseguido, como ovelha entre lobos, que às vezes chora, mas sabe que será consolado, que tem sede e fome de justiça e crê que será saciado. Gente simples e humilde com todas as veras da sua alma. Que põe a mão no arado e não olha para trás, custe o que custar, doa o que doer.  Que não se apequena, que não se acovarda. Filhos da fé, da revolta e do sacrifício.

21
nov2009

Pintura de Abraão

15
nov2009

Quem crê?

Quem creu na minha Palavra? Pergunta o Espírito Santo, através do profeta Isaías. O certo é: ao que crê, é revelado o Poder de Deus. Isaías 53.1

Crê aquele que obedece e permanece obedecendo; segue obedecendo aquele que crê. Abraão não foi homem de oração, nem jejum. Mas homem de obediência. Quem ultrapassar isso, é porque realmente não crê.

Aí está a diferença entre o que crê e o que não crê!

30
dez2008

Fogueira Santa de Israel 2008 – Montes da Fé – Parte 1

Aqui esta o vídeo do primeiro clamor feito em Israel.

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