"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."

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About Bispo Edir Macedo

Fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, casado com Ester Bezerra há 41 anos. Escritor com mais de 10 milhões de livros vendidos, divididos em 34 títulos. Possui doutorado em Teologia, Filosofia Cristã e Honoris Causa em Divindade, além do mestrado em Ciências Teológicas na Federación Evangélica Española de Entidades Religiosas.
25
nov2009

Dois erros comuns que muitos cometem

O Verdadeiro Merecedor

Muitos não obtêm resultados da fé por um destes dois erros comuns:

1. Considera-se pecador. Acha que não merece as bênçãos de Deus porque já fez muita coisa errada. Pensa que sua fé é pequena, etc. Se DIMINUI diante de Deus.

2. Considera-se santo, justo, cheio de méritos por ser trabalhador, honesto, dedicado, bondoso, etc. Por isso, acha que vai ser abençoado por sua justiça.

O problema é que Deus não opera em nenhum destes termos. Ele é conhecido por abençoar até prostitutas e ladrões, e também não abençoa a todos os 'bonzinhos'.

Por quê?

A única coisa que importa para Deus na questão de abençoar alguém é se aquela pessoa manifestou a fé. Creu, agiu, levou. Não creu, fica chupando o dedo.

Na fé,

Bispo Renato Cardoso

bprenatocardoso.blogspot.com

22
nov2009

Fé, Revolta e Sacrifício

(Depoimento do bispo Marcelo Crivella sobre a fé do bispo Edir Macedo)

Fé, revolta e sacrifício são a essência da vida com Deus. Fé lembra o profeta Habacuque e sua época em que Jerusalém estava cercada por Nabucodonosor e a destruição era eminente. Seu livro tem apenas três capítulos e começa com uma pergunta: Por quê?

E quem de nós, pelo menos uma vez na vida, também não perguntou ‘por quê?’ Por que uma criança nasce com defeito? Por que um raio cai do céu e destrói a casa de um pobre? Por que uma bala perdida, numa comunidade carente, mata uma criança inocente? Por quê?

E Habucuque, em suas reflexões, no profundo do seu coração, cunhou uma sentença bela e estupenda que só podia vir de Deus: “O meu justo viverá pela sua fé.” Mais não se podia dizer.

Em um mundo injusto, com tantas desigualdades, só a fé é capaz de garantir a vida. Sem ela, somos atormentados por dúvidas e temores, hesitantes, um sal sem sabor; uma nuvem sem água, vagando pelos céus; uma onda do mar levada pelos ventos; um morto vivo.

Naturalmente, a fé causa uma revolta contra isso tudo e constrói com sacrifício a vitória derradeira. Esse caminho estreito e apertado foi o que Deus traçou para o surgimento da Igreja Universal.

O bispo Macedo quando jovem, frequentou uma igreja evangélica na zona sul do Rio de Janeiro, por cerca de 10 anos. Seu desejo era pregar, mas os líderes não viam nele qualquer virtude ou talento, qualquer expressão que chamasse a atenção. Nem sequer teve a oportunidade de servir como obreiro. Dez anos não são 10 dias. Outro teria desistido. Outro teria desanimado. Não ele. E a razão era a fé.

Movido pelo desejo de servir a Deus, ele e dois amigos foram para uma igreja no subúrbio. Eu era apenas um menino nessa ocasião, mas recordo que lá também o pastor fez a mesma avaliação. Passado algum tempo, consagrou os outros, mas não o bispo. Mais uma vez ele era colocado de lado, excluído, diminuído, enfrentava o preconceito, o desalento e a frustração. Outro teria desanimado. Outro teria, desistido.

Um dia, estava almoçando na casa da minha avó quando ele entrou. E me permita aqui quebrar, de leve, o protocolo para fazer uma pequena lembrança, uma honrosa menção àquela senhora extraordinária. Um inesquecível exemplo de renúncia, dedicação e amor.

O bispo vinha avisar que deixaria o emprego para pregar o Evangelho. Ele já era casado, tinha uma filha e a esposa estava grávida do segundo. Um gesto de fé extrema para quem era desacreditado por todos. Para uma família humilde como a nossa, um emprego público, como o dele, representava a garantia de uma vida livre do desemprego.

Minha avó apenas ponderou: “Não deixe de pagar o instituto, para garantir a aposentadoria quando envelhecer.”

Quando assisto essa orgia histérica dos insultos mais torpes, esse ódio neurótico, essa perseguição implacável, esse dilúvio de injúrias, infâmias e calúnias contra o bispo e a igreja, capazes que são de publicar, com a mais equivocada convicção, o maior dos enganos,  a tese tresloucada de que ele engendrou uma fórmula para explorar os pobres, lamento com profunda amargura. Certamente, não conhecem a Igreja Universal, quem somos, de onde viemos.

Pode ser que em alguma de nossas igrejas, seja no Brasil, na África, na Europa, na Ásia ou em qualquer parte do mundo, alguém, algum dia, tenha colocado sobre o altar um sacrifício tão grande quanto o dele, maior não. Ele ofereceu tudo que tinha, o próprio emprego sem qualquer garantia, sem qualquer esperança, senão por fé.

Passado 1 mês, nasceu sua segunda filha e fui pela manhã visitá-la no hospital do Iaserj. Ela havia nascido com lábio leporino e bebês assim, são magrinhos, com olheiras, com o rosto deformado. Uma ferida aberta na boca, sem uma parte dos lábios, com uma fenda no céu da boca, o que torna impossível  a amamentação, pois não conseguem fazer sucção, engasgam e padecem muito. Foram dias, meses, anos de um sofrimento atroz.

No caminho de volta, da praça da Cruz Vermelha até o Largo da Glória, caminhando ao longo da rua do Riachuelo, cada passo era uma lágrima. Como Habacuque, eu perguntava: por quê? Por que um homem pobre, mas dizimista fiel, no momento supremo da sua existência, quando resolve deixar seu emprego, seu sustento, seu ganha pão, para pregar a Palavra, recebe como prêmio um castigo e dos piores? Eu não sei se há dor maior do que um pai ir ao berçário de um hospital, apenas para ver, apenas para constatar que sua filha é a única enferma, a única ferida, frágil, sofrendo e chorando, enquanto as dos outros são tão bonitas.

E como sempre, nos momentos graves, minha família se reuniu na casa da minha avó. À tarde ele chegou. Estava, naturalmente, muito triste, mas disse duas coisas que guardei. A primeira: “Eu vou gostar mais dela do que da outra.”

A outra, a quem se referia, era sua primeira filha, uma criança muito formosa. Não creio ser possível gostar mais de um filho que do outro, mas havia um significado mais profundo naquela expressão. Era muito mais que um pai tentando compensar, proteger, extravasar sua dor.

Mais tarde, verifiquei que a essência daquelas palavras iria se refletir no surgimento e na atuação da Igreja Universal, que é decididamente vocacionada a gostar mais do que sofre, do aflito e do necessitado. E logo se começa a buscar as almas perdidas nas encruzilhadas, nas favelas, nos terreiros, nos manicômios, nas catacumbas dos vícios, na miséria das drogas, na falência dos lares destruídos. E salões, galpões, cinemas começam a encher com enfermos, pobres, desempregados, aflitos, endemoniados em busca de alívio e libertação. O povo que andava em trevas viu uma grande luz.

A segunda coisa que disse foi: “eu não vou ficar com raiva de Deus. Vou ficar com raiva do diabo. Agora mesmo é que eu vou invadir o inferno para resgatar as almas perdidas.”

Ali já não era mais um rapaz qualquer, obscuro e anônimo. Ali nascia um líder.  Nascia também um povo capaz de enfrentar os maiores desafios, as perseguições mais duras e virulentas. Um povo de fibra e força, que não recua, que não se agacha, que não foge da luta nem teme o sacrifício.  Um povo com o olhar cravado nas promessas de Deus para rasgar nos horizontes a perspectiva iluminada do seu destino, determinado, forjado, selado pela fé em Deus. E isso porque, no momento mais difícil, mais cruel, mais duro, um justo viveu pela sua fé!

A Igreja Universal não surgiu com a deliberação de uma assembléia de homens ilustres, ou de um conselho diretor ou de uma fundação de notáveis. Nem tão pouco foi subsidiada, patrocinada, bancada por recursos do Governo ou de um milionário caridoso. Essa igreja é a resposta simples, direta e fiel de um Deus que honra a fé, a revolta e o sacrifício.

A frase, “eu não vou ficar com raiva de Deus. Eu vou ficar com raiva do diabo”, marca a revolta da fé. Se ficasse com raiva de Deus, seria a rebelião. E o resultado, um oceano de fracasso, um Himalaia de frustração. Os rebeldes culpam a Deus pelos infortúnios da vida. A rebeldia tem formas distintas e sutis de se manifestar. Alguns rebeldes afrontam os mandamentos, desafiando a Deus com seus pecados e crimes. Outros manifestam uma indiferença fria e distante com as coisas de Deus, fazendo da própria vida um imenso desperdício de tempo e uma triste história de mediocridade. Há também os fariseus, que são os rebeldes de igreja, que conhecem a Palavra, mas não a pratica.

Abraão foi revoltado quando vagava no deserto, esperando a promessa que demorava a chegar. No entanto, nunca se rebelou. Moisés se revoltou com a escravidão do seu povo como Josué se revoltou quando na terra prometida encontrou muralhas e gigantes. Mas não foram rebeldes. Davi se revoltou contra as afrontas de Golias. Jó, o mais revoltado de todos, que no ápice do seu sofrimento amaldiçoou o dia em que nasceu, jamais se rebelou. Ele continua a ser, através dos tempos, o mais veemente exemplo do que um homem é capaz de suportar e vencer quando movido por sua fé.  E foi no seu sacrifício que Deus lhe restituiu sete vezes mais.

A vida do justo não é a vida do convento, do mosteiro no alto do monte, da santidade absoluta. É a vida da fé, das lutas do dia a dia na planície da vida. Com suas virtudes e defeitos, injustiçado e perseguido, como ovelha entre lobos, que às vezes chora, mas sabe que será consolado, que tem sede e fome de justiça e crê que será saciado. Gente simples e humilde com todas as veras da sua alma. Que põe a mão no arado e não olha para trás, custe o que custar, doa o que doer.  Que não se apequena, que não se acovarda. Filhos da fé, da revolta e do sacrifício.

21
nov2009

Pintura de Abraão

20
nov2009

Pacto com Deus

1

A vida, em toda a sua plenitude, só depende de parceria com Deus. Assim foi com Abraão. O Senhor o chamou e lhe deu uma ordem adicionada com sete promessas. Claro, ele não teve a visão do projeto Divino para sua vida no futuro. Mas acreditou e creu na Palavra. Sua obediência provou isto. A partir de então, ficou estabelecida a parceria com Deus.

Essa química de fé no relacionamento com o Criador é modelo para ser seguido por quem almeja uma vida de qualidade.

Muitos cristãos têm estado aptos a cobrar as promessas sem, no entanto, corresponder com a sua parte. Que sociedade sobrevive sem a participação efetiva dos sócios? Que casamento permanece sem o sacrifício dos dois?

Deus enviou Sua Palavra. Sua Palavra é Seu Espírito e retrata Sua honra e, sobretudo, Sua Divindade. Quem nela crê, isto é, sacrifica na sua obediência, estará cumprindo sua parte no acordo. Como resultado tem de haver retorno da parte de Deus.

20
nov2009

Corte da Flórida Determina Feriado Ateu!

juiz

Na Flórida (Estados Unidos), um ateu criou uma discussão contra os feriados da Páscoa e Pessach (páscoa dos judeus). Ele contratou um advogado para abrir um processo de discriminação contra Cristãos e Judeus e o cumprimento de suas cerimônias sagradas.

O argumento foi de que era injusto que os ateus não tivessem um dia como estes de reconhecimento. O caso foi levado a um juiz. Depois de ouvir a apresentação passional do advogado, o juiz bateu o martelo, declarando: “Caso recusado!”

O advogado imediatamente se opôs ao veredicto, dizendo: “Meritíssimo, como o senhor pode rejeitar este caso? Os Cristãos têm Natal, Páscoa e outros. Os Judeus têm a Pessach, Yom Kippur* e Hanukkah**, enquanto meu cliente e outros ateus não têm este tipo de feriados.”

O juiz inclinou-se para frente, em sua cadeira, dizendo: “Mas vocês têm. Seu cliente, doutor, é tristemente ignorante.” O advogado disse: “Meritíssimo, nós desconhecemos qualquer cerimônia especial ou feriado para ateus.”

O juiz disse: “O calendário diz que 1º de abril é o dia da mentira. O Salmo 14.1 determina: “Diz o mentiroso no seu coração: Não há Deus.” Então, é da opinião desta corte que, se seu cliente diz que não há Deus, então, ele é um mentiroso. Por isso, dia 1º de abril é o dia dele. A corte está suspensa!

Você deve amar um juiz que conheça as Sagradas Escrituras.

* Yim Kippur (ano novo judaico)
** Hanukkah (festa judaica da Consagração ou das Luzes)

Texto de fonte desconhecida

18
nov2009

Duas Alternativas

1

A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver cerca de 70 anos. Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas, das quais se alimenta. O bico, alongado e pontiagudo, se curva. Apontando contra o peito, estão as asas, envelhecidas e pesadas, em função da grossura das penas, e, voar, aos 40 anos, já é bem difícil!

Nessa situação a águia só tem duas alternativas: deixar-se morrer ou enfrentar  um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá recolher-se, em um ninho que esteja próximo a um paredão. Um lugar de onde, para retornar, ela necessite dar um vôo firme e pleno. Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. Espera nascer um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas. Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas. E, só após 5 meses, "renascida", sai para o famoso voo de renovação, para viver, então, por mais 30 anos.

Muitas vezes, em nossas vidas, temos que nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Devemos nos desprender das (más) lembranças e companhias, (maus) costumes, e outras situações que nos causam dissabores, para que continuemos a voar. Um voo de vitória. Somente quando livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.

Destrua, pois, o bico do ressentimento, arranque as unhas do medo, retire as penas das suas asas dos maus pensamentos e alce um lindo voo para uma nova vida. Um voo de vida nova e feliz.

17
nov2009

Segunda Maior Vitória

16
nov2009

Reunião especial em Houston – EUA

A reunião, realizada no dia 15 de novembro, em Houston, no estado norte-americano do Texas, teve que começar um pouco antes das 10 horas porque o lugar já estava lotado. Nem o telão foi suficiente para aquelas pessoas que estavam nas salas e corredores ao lado da Igreja. Foram 1.200 pessoas numa igreja onde cabem somente 700. Para mim, é sempre um prazer fazer reunião em lugares assim, com pessoas que não estão procurando luxo nem rituais.

O povo mexicano de Houston é um povo humilde e trabalhador, mas sofre muito com a família e a vida econômica. As jovens engravidam, os jovens entram em gangues, os maridos se viciam em álcool, e as esposas, além de viverem numa miséria dentro de casa, carregam todos os problemas da família em suas costas.

Eu fico feliz, no entanto, de ver tantas famílias restauradas na Igreja. O grupo jovem sentou no primeiro banco e via-se futuros homens e mulheres de Deus ali. E essa transformação na vida de muitos tem trazido muitas pessoas à Igreja Universal diariamente. Só neste último domingo, tivemos centenas delas.

É muito bom ver frutos do nosso trabalho, da nossa fé. Vale a pena todo sacrifício, toda humilhação e perseguição!

Bispo Macedo

15
nov2009

Quem crê?

Quem creu na minha Palavra? Pergunta o Espírito Santo, através do profeta Isaías. O certo é: ao que crê, é revelado o Poder de Deus. Isaías 53.1

Crê aquele que obedece e permanece obedecendo; segue obedecendo aquele que crê. Abraão não foi homem de oração, nem jejum. Mas homem de obediência. Quem ultrapassar isso, é porque realmente não crê.

Aí está a diferença entre o que crê e o que não crê!

14
nov2009

Só a Fé Pura

12
nov2009

Ação ou Oração?

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Saber separar o momento certo entre oração e atitude é fundamental na conquista dos benefícios da fé. Muitas vezes, apela-se à oração quando se deveria tomar atitude. Outras, toma-se atitude quando se deveria orar. Por conta disso, oportunidades são desperdiçadas e derrotas acrescentadas.

O exemplo de Moisés serve como lição. Ao sair do Egito, chegou diante do Mar Vermelho liderando três milhões de pessoas, dentre as quais anciãos, grávidas, crianças, recém-nascidos, animais, além de seus pertences. Na retaguarda, sob o comando do próprio Faraó, vinha o furioso exército egípcio armado até aos dentes. Moisés não tinha armas nem exército para se defender. A dificuldade de locomoção não lhe permitia fugir. Tecnicamente, não havia nenhuma saída.

Muitas vezes nos deparamos com situação semelhante. O que fazer? A gravidade daqueles momentos era tão intensa que Moisés nem orou. Mas clamou.

“Por que clamas a Mim? Mande o povo seguir em frente. E você estenda o cajado, toque o Mar e divida-o para o povo passar”, foi a resposta Divina. (Exodo 14. 15,16)

Deus tem provido Seu povo do cajado da fé. Tal ferramenta exige atitude. Fé é ação! Se há certeza absoluta, há fé. E, se há fé, por que orar ou mesmo clamar quando se sabe o que deve ser feito?

10
nov2009

O Casamento da Fé e do Amor

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