"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."

Author Archives: Bispo Edir Macedo

About Bispo Edir Macedo

Fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, casado com Ester Bezerra há 41 anos. Escritor com mais de 10 milhões de livros vendidos, divididos em 34 títulos. Possui doutorado em Teologia, Filosofia Cristã e Honoris Causa em Divindade, além do mestrado em Ciências Teológicas na Federación Evangélica Española de Entidades Religiosas.
24
out2009

O que pensam de mim?

Essa tem sido a questão que vem incomodando os fracos. Preocupam-se demais com sua “imagem” diante dos outros. Daí a razão de muitos suicídios. O mal tem se aproveitado disso e fortalecido sua voz no interior deles.

Um velho sábio, descrevendo seus conflitos internos, disse: - Dentro de mim existem dois cachorros: um deles é cruel e mau; o outro é muito bom e dócil. Os dois estão sempre brigando.

Quando, então, lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio parou, refletiu e respondeu: “Aquele que eu mais alimentar.”

Na minha infância, sempre fui motivo de zombaria. Tanto por colegas de minha idade, quanto por alguns adultos. Meus defeitos físicos alimentavam suas críticas e eles se aproveitavam. Por conta disso, meus complexos aumentavam. Foi o encontro com o Senhor Jesus que mudou meu viver. Ele matou o cachorro mau e fiquei livre. Então, Lhe dei toda a minha vida.

Essa oferta de sacrifício trouxe graves consequências para o inferno. Como resultado, nasceu o ódio dos que lá vivem e as críticas à minha pessoa se MILtiplicaram!

Mas, e daí? Se o cachorro mal está morto, quem poderá ressuscitá-lo?
Sigo caminhando e conquistando em parceria com Ele. Bom para o Reino de Deus. Mau para o reino do mal.

Deus abençoe a todos abundantemente.
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22
out2009

Amor Eterno

21
out2009

A falsa intenção da religiosidade

Você já ouviu falar na mutilação genital feminina? É um tipo de incisão, na qual algumas partes do órgão genital feminino são extraídas para que a mulher não sinta prazer nas relações sexuais.

Acredita-se que essa prática ainda exista devido à influência de crenças em ancestrais africanos. Mas, de acordo com estudos, a razão predominante para este procedimento é a tradição. Esse tradicionalismo justifica-se por vários motivos que, em minha opinião, por nada neste mundo justifica tal brutalidade: 1 – preservar a virgindade da mulher até o casamento; 2 – proteger a honra da família; 3 – tornar a futura esposa mais dócil e menos propensa à promiscuidade, apesar de reduzir seu desejo sexual; 4 – aumentar o prazer do homem; 5 – evitar que as jovens sejam rejeitadas como esposas, caso não sejam circuncidadas; enfim. Poderia enumerar uma lista, mas nada, como já disse, justifica tal ato.

A religião atrai as pessoas, sem que elas percebam, para infiltrar em suas mentes pensamentos totalmente contrários ao que Deus ensina, fazendo, assim, com que sejam cauterizadas em seus entendimentos.

É isso o que o apego à religiosidade faz: tira a visão espiritual das pessoas. Justamente aquilo que as faria pensar acaba sendo retirado pela religião.

Não foi à toa que até um dos maiores filósofos do mundo, Karl Marx, classificou a religião como sendo o "ópio do mundo". O ópio é um narcótico. E, como todos nós sabemos, a função de todo narcótico (droga) é entorpecer.

O espírito da religiosidade faz assim. Retira das pessoas o senso crítico para que, após estarem entorpecidas e alienadas, injete em seus intelectos suas falsas intenções. É por este motivo que temas como aborto e homossexualismo, por exemplo, insistem em ser considerados tabus pela religião. Não deveria ser assim. Acredito que o mundo seria bem menos hipócrita se as pessoas agissem como pensam, de verdade.

Pense nisto: se tivermos que tomar cuidado com alguma coisa, que seja com esse espírito enganador da religiosidade. E, além disso, que possamos ter o cuidado de guardar a nossa fé, que é a única capaz de nos manter com os olhos espirituais sempre abertos.

Mas, isso só irá acontecer se essa fé for a inteligente!

Um grande abraço!

Jaqueline Corrêa.

20
out2009

Você já desceu do muro?

1

Havia um grande muro separando dois grandes grupos.

De um lado do muro, estavam o Bem, seus servos leais e os anjos. Do outro lado, estavam o mal, seus espíritos e todos os humanos que não crêem no Bem.

E, em cima do muro, havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo ao Bem ou se deveria aproveitar um pouco mais dos prazeres do mundo.

O jovem indeciso observou que o grupo do lado do Bem chamava-o e gritava sem parar para ele:

– Ei, desce do muro agora. Vem pra cá!

Já o grupo do mal não gritava e nem dizia nada.

Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar ao mal:

– O grupo do lado do Bem fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e não dizem nada para me convencer a descer e ficar do lado de vocês?

Grande foi a surpresa do jovem quando o mal respondeu:

– É porque o muro já é MEU!!!

19
out2009

A Verdade de Quem Ama

18
out2009

Suicídio II

blog18102009

“Sua vida não tem valor”. “Ninguém se importa com você”. “Mate-se, e todo seu sofrimento vai acabar”. Será que pensamentos como estes têm sondado a sua mente, ao ponto de fazê-lo pensar que nunca mais viverá dias felizes?

Muitas pessoas, não conseguindo mais suportar a tristeza, a depressão e o vazio de suas almas, acabam chegando ao ápice do radicalismo, ao darem cabo de suas próprias vidas. Outras, levadas pelo desespero, quer pelo término de um relacionamento, ou devido a uma forte crise financeira, pensam seriamente em tirar suas vidas, como se esta opção fosse a única solução. A última porta a ser aberta.

No entanto, o que essa pessoa não sabe é que, acabando com a vida, acaba-se também com a única oportunidade que ela teria de verdadeira solução para o seu problema. Pois, é somente quando se está vivo, que a pessoa tem a chance de ser ajudada e ter sua vida transformada.

Eliminar algo finito e com prazo de validade, como é o caso do nosso corpo, não é pior do que ter algo eterno, como é a nossa alma, sendo levada ao pior de todos os sofrimentos: uma eternidade sem paz, literalmente.

Se o suicida raciocinasse, jamais pensaria em se matar. Isto porque seu poder de matar diz respeito apenas ao seu corpo e não a sua alma.

Se uma pessoa arrancasse sua língua, ficaria sem falar, mas continuaria vivendo; se lhe vazassem os olhos, ainda assim estaria vivo; se lhe arrancassem os braços e as pernas, mesmo assim sua vida continuaria, porque sua alma ocuparia o restante.

Isto é, o ser humano tem poder sobre o corpo físico, mas não sobre o espiritual. Ele pode fazer o que quiser com o seu corpo, mas com sua alma, nada pode fazer. Nem ao menos, tocá-la. É nisso que as pessoas, que pensam em se matar, deveriam refletir. Se elas acabassem com sua vida, isto é, com seu corpo físico, para onde iria sua alma, já que ela é imortal?

Será mesmo que os problemas do suicida afetam somente o seu corpo? E alma desta pessoa que quer se matar, aonde vai parar? Com toda sinceridade, não creio que vá para um lugar de remissão, descanso, ou de preparação para outra suposta vida.

Então, por que acabar com o corpo? Será que, acabando com a matéria, a alma ficará em paz?

Eu tenho uma sugestão: Se você pensa em suicídio; se estas palavras são o retrato do que você está vivendo neste momento, então, experimente fazer um pacto com Deus. Seja sincero para com Aquele que é o criador de toda a vida. Diga a Ele que, se de fato existe e é real, então, que mude sua história para a vida ou para a morte de uma vez!

Se houver sinceridade nesse pacto sua vida nunca mais será a mesma. Creia nisso, e você, sem sombra de dúvida, encontrará a paz que tanto almeja!

16
out2009

Opinião

Antes da minha conversão, tinha em mente que tanto o bem quanto o mal vinham da mesma fonte: Deus. Se algo era bom, então, considerava uma bênção Divina, mas, se era mal, considerava uma punição de Deus. Nasci, cresci e fui educado nessa fé pagã.

Quando conheci o Salvador, toda essa estupidez religiosa deu lugar a uma nova mente: a do Senhor Jesus (I Coríntios 2.16). Por conta disso, meus conceitos e valores mudaram radicalmente.

Por exemplo: Não creio que as crianças nasçam da vontade de Deus. Creio sim, que as crianças são geradas por causa de uma lei fixa da natureza. Quer dizer, a da procriação. Deus criou todo o universo e estabeleceu leis fixas para gerenciá-lo. Criou o homem e a mulher e estabeleceu as leis da multiplicação. Criou os animais, fazendo o mesmo para que se multiplicassem. E criou os vegetais com o mesmo propósito.

Não consigo enxergar o nascimento de uma criança como fruto da mão de Deus, assim como não vejo o mal como fruto Divino. Cada pessoa tem a liberdade para escolher o que pretende em sua vida. Até em gerar ou não outra pessoa. Deus nada tem a ver com isso, assim como não tem a ver com o mal.

Essa questão não pode nem ser considerada de fé, mas de raciocínio. Como pode ser possível uma fonte jorrar o bem e o mal simultaneamente? Impossível. Ainda mais se esta fonte for o próprio Deus!

Se Deus fosse o elemento multiplicador de crianças, eu jamais trataria do assunto aborto. Neste caso, seria radicalmente contra, em qualquer hipótese. Como não é o caso, apelo, portanto, à inteligência, bom senso e, sobretudo, humanidade das pessoas.

A lei fixa que rege o universo reza que, tudo o que o SER HUMANO PLANTAR, isso colherá. Se o bem, bem; se o mal, mal. Vai depender exclusivamente dele.

Agora, permita-se refletir nisto: por que se preocupar mais com os seres ainda em formação do que com os vivos que estão aí? Não faz sentido!

Deus abençoe a todos abundantemente!

15
out2009

Aborto

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Segundo uma recente divulgação de um relatório do Instituto Guttmacher, cerca de 70 mil mulheres morrem todos os anos vítimas de práticas clandestinas de aborto. Os países recordistas dessas mortes são os subdesenvolvidos da África e América Latina, principalmente, onde a prática é proibida.

Lendo uma matéria sobre o assunto, no Portal R7, lembrei-me do dia em que uma vizinha resolveu confidenciar um segredo: disse-me que havia abortado. Na ocasião, me perguntara o que achava sobre a atitude que ela havia tomado. Ora, se aquela jovem estava me confidenciando algo tão sério, sabendo do risco que corria de ser mal vista por mim, era porque não conseguia mais aguentar aquele segredo só para si. Em sua cabeça, desabafando se sentiria melhor.

No entando, apresentando uma postura totalmente imatura, disse que, na minha opinião, aquilo era totalmente abominável, e que jamais abortaria um filho meu.

Com o passar dos anos, porém, vi o quanto aquela minha posição arrogante havia sido cruel e egoísta para com aquela moça. Quem era eu para julgá-la daquela forma?

Só quem passa por uma situação dessa é que sabe o que deve fazer quanto ao seu corpo. No seu caso, ela devia saber o que estava fazendo.

Muitas mulheres, sem a mínima condição de criar um filho, optam por abortá-los. Algumas, talvez a maioria, sem condições financeiras, recorrem para a prática do aborto clandestino. Destas, nem todas retornam da mesa de cirurgia, falecendo alí mesmo. E isso, em todas as classes sociais.

Não digo que recorrer para a prática do aborto é a melhor forma de resolver um problema. Nem digo que essa é a solução ideal para a falta de planejamento familiar. Mas, se houvesse a legalização do aborto, muitas mulheres continuariam vivendo por deixarem de recorrer a clínicas clandestinas que, sem a mínima condição de higiene e atendimento humanizado, levam essas mulheres à graves infecções, resultando em suas mortes. Muitas vezes, precoces.

A legalização desta prática não resolveria o problema, mas, de certo, diminuiria o número de mortes dessas jovens que apelam para o desespero.

Você pode não estar concordando com o que diz essa mensagem, porém, deve concordar comigo numa coisa: Quem somos nós para julgar alguém?

Um grande abraço.

Jaqueline Corrêa.

14
out2009

Um aborto não seria melhor?

11
out2009

Real Sentido da Oferta

Em viagem missionária à Portugal no dia 04 de outubro, expliquei sobre o significado e a importância da Santa Ceia e da oferta.

Assista:

7
out2009

Suicídio

blog07102009

Quem já não ouviu aquela voz que diz: "que vontade de morrer"? As coisas não acontecem como são planejadas; tudo está dando errado. A pessoa que já ouviu essa voz parece, cada vez mais, dentro de um túnel sem saída, e a luz, que dizem existir no fim, simplesmente não brilha. Só se pensa em morrer. E esse pensamento diz: "quem sabe a morte não traz a paz que tanto se quer?" Mas, será mesmo que a morte pode acabar com todos os problemas?

Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) indicam que cerca de 1 milhão de pessoas cometem o suicídio, a cada ano, em todo o mundo. Além do mais, o suicídio é uma das três principais causas de morte de pessoas na faixa etária de 15 a 44 anos. No entanto, ninguém fala a respeito disso! São feitas campanhas contra a AIDS, o câncer, e tantas outras coisas, mas, quanto ao suicídio, a maioria das pessoas prefere fingir não ver... prefere não pensar no assunto.
Ora, esse assunto é mais comum do que parece ser. Todos os dias, pessoas no mundo inteiro pensam em morrer. Agora, a pergunta é: a morte realmente traz paz? Quem disse que uma pessoa acaba após a morte? Isso simplesmente não faz sentido.

O ser humano é formado de três partes: corpo, alma, e espírito. Com a morte, os três também acabam. O corpo apodrece, isso já se sabe. O espírito volta para Deus. E a alma? Se a pessoa é salva, sua alma vai para o céu, mas, se não é, sua alma vai para o inferno.

A pessoa que é salva não tem vontade de morrer, pois o seu relacionamento com Deus não é baseado em teorias. Ela é feliz por isso. E isso leva a concluir que, quem tem vontade de morrer não é salvo, e quem não é salvo...

Ou seja, o suicídio conduz a tormentos infinitamente dolorosos e eternos!

Não se resolve um problema fugindo dele. Porém, se você está passando por alguma situação que tem custado a sua paz, e pensamentos em dar cabo da sua vida lhe atormentam, então, busque a Deus. Há uma solução! Aí mesmo, onde você estiver, Deus está pronto para entrar em ação e acabar com esse sofrimento. Mas, Ele só poderá fazê-lo com a sua permissão. Basta convidá-Lo agora mesmo. E, se Ele existe, como temos crido, Sua resposta será imediata ao seu clamor.

Não seria isso muito mais fácil do que tirar a sua própria vida?

Deus abençoe abundantemente!

5
out2009

Fidelidade

Se há consideração na vida do casal, então também há para com Deus. Se não é possível haver consideração para com aquele que se vê, como haverá para com Aquele que não se vê?

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