"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."

Author Archives: Bispo Edir Macedo

About Bispo Edir Macedo

Fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, casado com Ester Bezerra há 41 anos. Escritor com mais de 10 milhões de livros vendidos, divididos em 34 títulos. Possui doutorado em Teologia, Filosofia Cristã e Honoris Causa em Divindade, além do mestrado em Ciências Teológicas na Federación Evangélica Española de Entidades Religiosas.
14
nov2009

Só a Fé Pura

12
nov2009

Ação ou Oração?

1

Saber separar o momento certo entre oração e atitude é fundamental na conquista dos benefícios da fé. Muitas vezes, apela-se à oração quando se deveria tomar atitude. Outras, toma-se atitude quando se deveria orar. Por conta disso, oportunidades são desperdiçadas e derrotas acrescentadas.

O exemplo de Moisés serve como lição. Ao sair do Egito, chegou diante do Mar Vermelho liderando três milhões de pessoas, dentre as quais anciãos, grávidas, crianças, recém-nascidos, animais, além de seus pertences. Na retaguarda, sob o comando do próprio Faraó, vinha o furioso exército egípcio armado até aos dentes. Moisés não tinha armas nem exército para se defender. A dificuldade de locomoção não lhe permitia fugir. Tecnicamente, não havia nenhuma saída.

Muitas vezes nos deparamos com situação semelhante. O que fazer? A gravidade daqueles momentos era tão intensa que Moisés nem orou. Mas clamou.

“Por que clamas a Mim? Mande o povo seguir em frente. E você estenda o cajado, toque o Mar e divida-o para o povo passar”, foi a resposta Divina. (Exodo 14. 15,16)

Deus tem provido Seu povo do cajado da fé. Tal ferramenta exige atitude. Fé é ação! Se há certeza absoluta, há fé. E, se há fé, por que orar ou mesmo clamar quando se sabe o que deve ser feito?

10
nov2009

O Casamento da Fé e do Amor

9
nov2009

A Lei da Fé

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Deus criou o ser humano livre. Livre para fazer de sua vida o que bem quiser, inclusive amar, odiar, aceitar ou rejeitar a Deus como Senhor.

Ele também deu ao homem poder para gerar filhos e sentir na pele o que Ele tem sentido em relação à humanidade. Se os pais gemem quando veem seus filhos desobedientes e rebeldes, imagine o Criador!

Todavia, a liberdade tem sido uma faca de dois gumes: serve para optar pela vida ou morte eterna. Vai depender da cabeça de cada um.

Como fazer a escolha que combine com a de Deus e produzir vida com qualidade eterna? Como reagir diante dos desafios enfrentados no dia a dia? Como superar dificuldades contando com o auxílio Divino? Como saber se estamos na direção certa?

É aí que entra a Lei da Fé sobrenatural. Esta tem sido a Voz de Deus no interior dos Seus fiéis seguidores. Essa voz não permite que a dúvida aprisione a liberdade da livre escolha. Nem inibe o prazer de viver a plenitude da vida.

Quantos têm sido privados do prazer da vida abundante, devido às doutrinas humanas impostas em “nome de Deus”? Ou até mesmo por má interpretação bíblica? Quantos têm confundido costumes e tradições com doutrinas apostólicas?

A Voz de Deus – a fé – lança fora os medos e libera a escolha que se ajuste com a vontade Divina. Por conta disso, está escrito que o justo viverá pela sua fé (Habacuque 2:4). É daí que vem a qualidade de vida.

A voz da fé é a Voz de Deus. Siga-a e não se deixe levar pela fé alheia.

8
nov2009

Vida Sentimental

Cheguei à Igreja no dia dos namorados, 12 de junho de 2004. Estava me sentindo completamente rejeitada e humilhada. Não era para menos. O meu namorado, na época, havia terminado o relacionamento comigo naquele dia.

Acredito que para a maioria das pessoas o dia dos namorados representa um dia de sonhos, expectativas, declarações, etc. Para mim também representaria se não fosse o término do meu relacionamento. Esse dia eu amaldiçoei.

Fiquei tão atordoada e magoada, que disse que nunca mais olharia para este dia com alegria. Para mim, nos próximos anos, na verdade, representaria tristeza e humilhação, por lembrar do tremendo “fora” que levei em pleno dia dos namorados.

Naquele ano, o dia 12 de junho caíra em um sábado. Resolvi, então, ir à Igreja Universal para participar da reunião Terapia do Amor. Estava muito deprimida. Mesmo assim, consegui ter forças para ir à igreja. Eu sabia que ali teria alguma resposta para tudo o que estava acontecendo comigo.

Ao começar a reunião, o pastor pediu para que todos os que estavam passando por algum problema sentimental fossem até a frente do altar. Fui sem hesitar. No momento da oração, senti fortemente que Deus estava me abraçando, isto é, me consolando. Foi nesse instante que disse a Deus que nunca mais eu iria querer saber de ter algum compromisso com alguma pessoa que não fosse com Ele.

No sábado seguinte, já estávamos na Fogueira Santa. Aos poucos, fui aprendendo sobre a campanha. Apesar de saber que havia sido trocada e rejeitada, tinha esperanças de que meu ex-namorado voltasse comigo, mesmo não servindo para mim.

Fiz meu sacrifício e meu pedido. Com o passar dos dias, não vi resposta alguma. Mas, ao invés de ficar triste ou ressentida com Deus, Lhe agradeci por não me conceder o que eu pedira. Ainda bem, só Ele sabia o que estava à minha espera. Seja de bom ou de ruim.

Continuei na perseverança. A essa altura já não nutria mais nenhum sentimento por aquele rapaz. Perseverei nas correntes, na evangelização e, principalmente, na fé. Foi quando chegou a Fogueira Santa seguinte.

Nesse momento, me sentindo mais madura espiritualmente, decidi deixar a cargo de Deus a minha bênção sentimental. Lembrei-me do que disse D. Ester, em uma pregação que fez na Catedral do Rio de Janeiro, cuja mensagem estava escrita na Folha Universal daquele ano. Ela disse que não era para nos preocuparmos com a aparência física do nosso (a) futuro (a) amado (a) e sim, que pedíssemos a Deus que Ele viesse preparar a pessoa certa para nós. E que essa pessoa, além de ter dentro de si a intenção de nos fazer feliz, que combinasse conosco.

Aí estava a solução que tanto procurava nas minhas orações. No dia do meu sacrifício, pedi a Deus exatamente isso que havia lido. Sacrifiquei e esperei convicta que receberia a minha resposta mais cedo ou mais tarde.

Veja o que aconteceu comigo: a Fogueira Santa acontecera em janeiro, naquele ano de 2005. Conheci um rapaz que sempre sentava perto de mim e nunca o percebera (e vice-versa), em fevereiro. Começamos a namorar alguns meses depois. E no dia 12 de junho de 2005, ou seja, exatamente 1 ano depois de chegar à Igreja, arrasada e para baixo, Deus ergueu minha cabeça, levantando-me para Sua obra. Deus me honrou tanto e foi tão bom comigo, que fez isso só para tornar aquele dia tão triste para mim, em um dia de muita felicidade. Um ano depois me casei e hoje sou muito feliz. Talvez não exista ninguém que combine tanto comigo como meu esposo.

Acredito realmente que quando nos sacrificamos e sacrificamos a Deus, Ele nos honra. Não importa o tempo, porque para o Dono do Universo, o tempo é o que menos importa. Sinceramente, não imaginava ser respondida na minha vida sentimental, logo no mês seguinte à Fogueira.

Talvez essa seja a razão de ter sido abençoada tão rapidamente: não estava esperando. Melhor dizendo, dentro de mim não havia espaço para ansiedade. Eu tinha absoluta certeza de que minha bênção viria. E isso me fazia feliz. Sabia que não seria, de nenhum modo, desamparada.

É isso o que Deus faz: quando não nos importamos em receber uma bênção, apesar de a desejarmos tanto, Deus nos dá bem rápido. Acredito que seja porque Ele não quer que nada tome o Seu lugar no nosso coração.

Na fé.

JAQUELINE CORREA

6
nov2009

Futura Escuridão

5
nov2009

Comentário de uma internauta sobre o texto “Profecia”, publicado no blog.

Estou há 9 anos na IURD e pouquíssimas vezes ouvi os pastores falarem mal de outras igrejas. Também nunca vi o “materialismo fora do comum”. Mas, sempre que invento de visitar alguma outra igreja, ouço indiretas ou “diretas” vindas do púlpito contra a IURD. O que é uma grande perda de tempo, pois não fomos chamados para brigas internas.

Tenho muito temor em falar mal de alguma denominação, pois não quero me ver criticando um ungido do Senhor. Quem sou eu para julgar alguém? Só Deus conhece o coração dos homens. Então, é melhor pensar vinte vezes antes de “ameaçar” qualquer um com o “dia da prestação de contas”, como se isso coubesse a nós.

No texto Profecia, o bispo Edir Macedo não falou mal de outras igrejas, mas de uma determinada doutrina que tem devastado muitas vidas e atrasado tantas outras, independente de denominação.

Sou grata a Deus pela IURD. Nasci em uma igreja evangélica, onde tive formação cristã tradicional. Fiz gincana bíblica, sei versículos de cor, encontro qualquer livro na Bíblia em segundos, mas isso nunca me adiantou em nada, por isso, saí dela aos 12 anos. Passei a frequentar outra igreja, que tinha a postura de profetizar. Vi o que isso causa na vida das pessoas. Pelos frutos conhecemos a árvore, e os frutos nos mostram que isso não procede de Deus.

Aos 16 anos, voltei para a primeira igreja, onde nasci. Saí aos 20, destruída. Conheci a Deus, de verdade, na IURD. Por isso, digo: nunca fui tão estimulada a ler, entender e colocar a Bíblia em prática quanto na IURD. Tenho irmãos em outras denominações e sei do que estou falando. Não quero desrespeitar ninguém, mas a verdade é que muitas pessoas acabam perdendo o foco e vivendo uma religiosidade em qualquer denominação.

Ontem mesmo conversei com uma amiga que tentava me convencer de que era errado orar exprimindo certeza de algo que eu queria. Mas, como assim? Se Paulo diz que a fé é a certeza de coisas que se esperam e convicção de fatos que não se vêem? Ela falou que teria de saber primeiro qual era a vontade de Deus a respeito (disse isso para embasar sua crença de que nem todas as doenças são para cura). Então, eu falei que na Bíblia estava descrita a vontade de Deus para absolutamente tudo. É nossa regra de fé para qualquer circunstância.

Essa moça também cresceu em igreja evangélica e tem compromissos com a equipe de louvor de sua congregação. Fiquei estarrecida ao ver como essas coisas de profecias e revelações acabam engessando os crentes, fazendo com que a Bíblia não seja mais suficiente para eles. Eles têm a “necessidade” de outros mediadores entre Deus e os homens. Isso cria cristãos fracos, inseguros, inconstantes, infantis e derrotados, que não admitem possuir alguma responsabilidade a cumprir para que a vontade de Deus se manifeste.

Pagar o preço? De modo algum. É mais cômodo e fácil sentar e deixar o barco correndo à solta, buscando respostas em profecias.

A solução é simples: independente da denominação, o cristão deve buscar intimidade com Deus, através da leitura bíblica, da oração e busca do Espírito Santo. Além de manter uma vida reta diante de Deus, condizente com o que Ele determinou em Sua Palavra.

Infelizmente, muita gente prefere ficar agarrada ao que acreditou a vida inteira, ao invés de ouvir a Palavra de Deus, sem intermediários.

É assim que o diabo tenta atravancar o crescimento dos cristãos: pelo engano.

Não existe revelação maior do que a Palavra de Deus. E ela é suficiente.

Na fé.

Vanessa Lampert

4
nov2009

E daí?

blog04102009

Só há dois tipos de pessoas: os que creem e os que não creem em Deus. Todavia, no universo dos crentes, nem todos creem de fato. Essa é a razão pela qual o número de incrédulos cresce sempre.

Crer em Deus é crer em Sua Palavra. Crer na Palavra é crer no Seu Autor. Essa crença envolve entrega incondicional da própria vida. E em resposta a isso vêm as revelações Divinas.

Mas quem tem crido na Bíblia Sagrada? Obviamente, nem todos. E daí? Por causa disso, ela perde seu poder? É possível a opinião de mortais como os céticos ou incrédulos neutralizar a Eterna Palavra? A Palavra é a mesma ontem, hoje e será para sempre. Ela independe de aceitação ou contradições especuladas pela ciência dos supostos sábios que passaram ou passarão por este mundo.

No entanto, aos afortunados que têm crido, é revelado o poder do Todo-Poderoso. Há respostas, vida, libertação, transformação e salvação aqui, agora e por toda a eternidade.

O que dizem, pensam ou mesmo blasfemam não interessa. E sim o que temos crido. Isso é o que, de fato, importa.

Deus abençoe a todos abundantemente.

3
nov2009

Riqueza Universal

1
nov2009

Médica curada pela fé

30
out2009

Deus e eu

Na semana em que foi inaugurado o Templo da Fé na África do Sul, situado no centro da cidade de Johannesburgo, o bispo Edir Macedo abençoou o povo sul-africano realizando mais uma reunião especial.

As dependências da Catedral ficaram completamente tomadas. Todos tiveram a oportunidade de acompanhar a mensagem de fé, pregada pelo fundador da Igreja Universal, na noite desta quarta-feira.

O bispo, levando as pessoas a refletirem, disse: “Você precisa acreditar em si mesmo. Se você não acreditar em si, ninguém mais acreditará. Para você conquistar uma vida bem-sucedida em todos os aspectos, primeiramente, você deve depender de si mesmo, depois de Deus.”

Para reforçar seu pensamento, o bispo Macedo comparou sua relação com Deus às duas pernas do corpo humano.

Segundo ele, uma perna significa a pessoa, a outra, Deus. Se a pessoa não der o primeiro passo, que é o de acreditar em si mesmo e agir sua fé, Deus, que simboliza a segunda perna, não poderá realizar seu curso natural, que é o de seguir a primeira perna até o destino desejado. A segunda ficará parada se a primeira também ficar.

Após esta palavra de fé, o bispo convidou todos os presentes a darem o primeiro passo: fazer um pacto com Deus. Pois, somente assim Ele poderá agir na vida deles da mesma maneira.

Finalizando, o bispo Macedo fez uma recomendação ao povo: sempre que estiver diante de uma situação difícil, a pessoa deve olhar para suas pernas, lembrando que, para mudar essa situação, só dependerá da parceria entre ela e Deus.

Vander Macedo Nunes
www.uckg.org.za

29
out2009

Abortar uma vida?

1

Lendo os comentários postados no blog, pode-se perceber a sinceridade nas palavras de alguns, seja à favor ou contra o aborto. Mas, será que todas as pessoas que estão comentando fariam, de fato, o que estão escrevendo, quer positiva ou negativamente? Sinceramente, tenho lá minhas dúvidas.

Outro dia, escrevendo a mensagem ABORTO, coloquei-me no lugar da minha vizinha que havia abortado. Então eu pensei: “e se fosse eu, será que abortaria?”. Juro a vocês que titubeei. Foi aí que recorri à minha inteligência.

Colocando-me no lugar dela e vendo a minha real situação do momento, optaria pelo aborto. Não que eu não me previna, ao contrário. Mas, quem não se lembra daquele anticoncepcional feito à base de farinha? Muitas mulheres engravidaram, mesmo se prevenindo. Lembro-me muito bem das reportagens. Várias daquelas mulheres não tinham condições de ter uma criança. Algumas já tinham, inclusive, mais de dois, três filhos. Neste caso, a culpa não era delas. Foi uma falha do medicamento.

Aí eu me pergunto: Para Deus, é mais importante colocar uma criança no mundo, sem ter condições para isso, ou não tê-la, para poupar-lhe de qualquer sofrimento? Será que Deus julgaria a mãe que não deixou seu filho vir ao mundo com a intenção de não deixá-lo passar necessidades?

Se estivesse no lugar daquela jovem ou, no lugar de muitas mulheres por aí, faria o mesmo também. Só Deus saberia da minha situação, do meu coração e das minhas reais intenções.

Que não me levem à mal os que são contra o aborto, mas, experimente, nem que seja por um dia, colocar o seu filho debaixo de um viaduto, andando nu, no mais completo frio, comendo com você restos de comida (farelos) do chão. Ou ainda, experimente deixar sua filha de nove, dez anos, na beira de uma estrada, tendo que vender seu corpo infantil, por três ou cinco reais, para comprar um prato de comida ou, até mesmo, para sustentar seu vício.

Tenho certeza que você deve estar revoltado, mas não sou hipócrita! Se tivesse de ver um filho nas condições descritas acima, abortaria sim, com todas as letras, pena que eu correria o risco de morrer também em cima de uma mesa de cirurgia clandestina.

Seria Deus um carrasco que, a todo custo, quer que uma criança venha ao mundo, mesmo se for para sofrer, ser violentada, prostituída, abusada, e se tornar, lá na frente, a escória da sociedade? Não que com todas essas crianças aconteça isso, mas com a maioria, que nasce sem condições de vir ao mundo, você pode estar certo que sim.

Não vamos coar um mosquito e deixar passar um camelo por nossas gargantas! Se você é contra a legalização do aborto, então, deveria ser o primeiro a adotar uma criança que está debaixo dos viadutos. Perto de você deve ter uma, com certeza. Se Deus quisesse que uma criança nascesse simplesmente porque quer que nasça, custe o que custar, então, Ele deveria, de alguma forma e, a todo custo, dar um jeito de sustentar essa vida.

Se fosse de Sua vontade que cada vida viesse ao mundo, então, Deus deveria ser o primeiro a ser culpado por tanta tragédia envolvendo as pessoas. Mas, será que Deus é tão dúbio, que ‘ordena’ o nascimento de um ser, para depois deixá-lo morrer à mingua?

Se formos pensar que Deus permite o aborto em caso de má formação do feto, risco para a mãe, e estupro, Ele também seria dúbio, visto que esses fetos também são vidas. Que diferença haveria entre esses e os outros fetos? Nenhuma. Feto é feto.

Vou ser sincera com você, posso até estar ‘pecando’ em pensar no aborto de um feto. Afinal, é uma vida, correto? No entanto, que vida é esta, quando o melhor mesmo seria ter nascido morto?

Entre pecar pela sinceridade ou pecar pela hipocrisia, fico com a primeira alternativa. Pelo menos, não me igualaria aos fariseus da época do Senhor Jesus, que deixavam um mosquito passar para engolir um camelo!

Reflita. Você realmente acredita que um aborto é pior do que um filho em condição subhumana? Se o nome disso não for hipocrisia, então, chamo de egoísmo.

Um grande abraço!

Jaqueline Corrêa

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