"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."

Author Archives: Bispo Edir Macedo

About Bispo Edir Macedo

Fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, casado com Ester Bezerra há 41 anos. Escritor com mais de 10 milhões de livros vendidos, divididos em 34 títulos. Possui doutorado em Teologia, Filosofia Cristã e Honoris Causa em Divindade, além do mestrado em Ciências Teológicas na Federación Evangélica Española de Entidades Religiosas.
29
dez2009

Minha própria novela romântica

A caligrafia era perfeita, a carta parecia que estava toda coberta de ouro, meus olhos ficaram azuis. O sentimento era inexplicável. Não foi a carta em si que tornou aquele momento tão especial para mim, e sim a maneira como tudo aconteceu a partir de uma simples confiança em Deus. É como se eu estivesse sendo recompensada por dar a Ele o domínio em minha vida.

Imediatamente me lembrei do sacrifício na campanha de Israel anterior. Havia sido um anel, mas não apenas um anel de ouro, ele era o meu único anel. Meu pai tinha me dado como presente de aniversário de 15 anos. Significava muito para mim, tanto que ele era tudo o que eu tinha para sacrificar. Eu não trabalhava, não tinha nenhum dinheiro nem nada de valor.

Após colocá-lo dentro do envelope, me senti orgulhosa da minha fé de certa forma, como se eu tivesse finalmente feito algo com ela em todos aqueles anos. Eu pedi a Deus por uma coisa naquele envelope, eu queria me casar com o meu primeiro namorado, o qual viesse dEle (e de ninguém mais).

Eu era a filha do bispo, todos queriam arranjar alguém para mim. Aos olhos deles, eu estava disponível. Aos meus olhos, eu não estava. Queria que Deus me preparasse alguém porque eu sabia que escolheria uma pessoa perfeita para mim. Deus sabia das minhas expectativas e assim não seria nada mais, nada menos do que eu esperava.

Quando Renato (hoje meu marido), do nada, me escreveu aquela carta de amor, sem nem ao menos ter me conhecido ou falado comigo, foi como se Deus tivesse escrito o romance perfeito para mim.

Eu não conseguia parar de sorrir e tenho a sensação de que Deus também não.

Na fé.

Cristiane Cardoso

27
dez2009

Carta ao Sofrido

terra

No princípio, Deus criou os céus e a Terra. A Terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre as águas.

Talvez a vida do leitor seja também sem forma e vazia. Isto é, sem nenhuma realização pessoal e vazia de objetivos. Vazia de amor, de alegria, de sonhos e até de fé. Mas, sobrecarregada de depressão. Entretanto, como no início da criação, o Espírito de Deus também está sobre você. Não importa o que você fez ou deixou de fazer. Ele espera seu convite para transformá-lo para uma nova vida, a exemplo do que fez na Terra.

Talvez você venha carregando um peso do passado triste. Mágoas, rancores, ódio e desejo de vingança. O que é que você tem feito ou vai fazer com esse peso? Qual o lucro que isso lhe tem dado? Jogue isso fora e convide o Espírito da Vida, agora mesmo, a fazer morada no seu corpo!

Onde quer que você esteja, não importa. Ele se mantém sobre a sua cabeça. Procure um lugar privado, talvez o banheiro, e converse com Ele. Se a sua fala com Ele for sincera, tão certo como Ele existe, irá lhe responder imediatamente. E seu ano novo será diferente de tudo o que você já viu!

25
dez2009

Amigos para sempre

23
dez2009

O verdadeiro amor jamais acaba

22
dez2009

O sábio e a vaquinha

1

Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre. Ao se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada. Naquela área desolada, sem plantações e sem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:

Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?

O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento”, disse o chefe da família. Ela nos dá leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.

O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:

Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.

O discípulo não acreditou.

Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!

O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:

Vá lá e empurre a vaca no precipício.

Indignado, porém, resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.

Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá havia alguns anos.

Claro que sei. Você está olhando para ela, disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.

Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:

Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?

O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:

“Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos. Mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.

(Autor desconhecido)

20
dez2009

TUTUBARÃO

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar sua população, eles  aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e  começaram a pescar mais longe. Quanto mais longe iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver o problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto-mar por muito mais tempo. Mesmo assim, notaram diferença entre o peixe fresco e o congelado e não gostaram.
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles pescavam e os colocavam nos tanques, “como sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, os peixes paravam de se debater e não se moviam mais. Daí, chegavam vivos, porém, cansados e abatidos. E, novamente, os japoneses  podiam notar a diferença do gosto.?Por não se mexerem durante dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, eles resolveram este problema? Como conseguiram trazer peixes com gosto de puro frescor?
Quando as pessoas atingem rápido seus objetivos, elas podem relaxar nas demais conquistas. E aí está o grande perigo! Podem começar a pensar que não precisam mais buscar tanto.
Para conservar o gosto de peixe fresco, os pesqueiros ainda colocam os peixes dentro de tanques. Além disso, também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria deles chega “muito vivo” no mercado. Os peixes se mantêm atentos todo o tempo.
Se você já alcançou seus objetivos, coloque outros maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, dê graças a Deus e siga em frente na conquista de maiores realizações. Mas não se acomode nunca na fé, coloque um tubarão no seu tanque.
Deus abençoe com vitórias aos perseverantes!

blog20122009

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar sua população, eles  aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e  começaram a pescar mais longe. Quanto mais longe iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver o problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto-mar por muito mais tempo. Mesmo assim, notaram diferença entre o peixe fresco e o congelado e não gostaram.

Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles pescavam e os colocavam nos tanques, “como sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, os peixes paravam de se debater e não se moviam mais. Daí, chegavam vivos, porém, cansados e abatidos. E, novamente, os japoneses  podiam notar a diferença do gosto.?Por não se mexerem durante dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, eles resolveram este problema? Como conseguiram trazer peixes com gosto de puro frescor?

Quando as pessoas atingem rápido seus objetivos, elas podem relaxar nas demais conquistas. E aí está o grande perigo! Podem começar a pensar que não precisam mais buscar tanto.

Para conservar o gosto de peixe fresco, os pesqueiros ainda colocam os peixes dentro de tanques. Além disso, também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria deles chega “muito vivo” no mercado. Os peixes se mantêm atentos todo o tempo.

Se você já alcançou seus objetivos, coloque outros maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, dê graças a Deus e siga em frente na conquista de maiores realizações. Mas não se acomode nunca na fé, coloque um tubarão no seu tanque.

Deus abençoe com vitórias aos perseverantes!

18
dez2009

38


Neste dia, há 38 anos, Ester e eu realizamos nosso segundo maior sonho: unificamos nossas vidas. Foi um ato de fé seguido de amor. Essa parceria física simbolizava a espiritual que havíamos tido há anos quando, pela mesma fé, dedicamos nossas vidas ao Senhor Jesus Cristo.

Lembro bem o sentimento dentro em mim. Ela tipificava a Igreja do Senhor. Tínhamos plena convicção que nossa lealdade mútua refletia a nossa com Deus. Se não era possível cultivar fé e amor com alguém visível, como seria com Alguém invisível?

Nossa união ia de vento em popa. Mas a chegada da Cris interrompeu a lua de mel. Fui jogado para escanteio. Seu encanto e beleza ocuparam meu lugar. E, então, entramos num período de adaptação. Não foi fácil. Mas com a chegada da Vivi, marcada pela dor e humilhação, nossa união ficou selada. Aprendemos muito a depender mais um do outro. Exatamente como acontece no relacionamento com Deus. As tribulações operam na prática da fé e do amor e estreitam a comunhão com Ele. Por isso Paulo diz: ...também nos gloriamos nas próprias tribulações.”(Romanos 5.3)

Hoje, depois de tantas lutas, humilhações, lágrimas e dores, podemos testemunhar para os que vêm atrás: não temos completado a carreira, mas temos, sim, combatido o bom combate e guardado a fé.

Até aqui nos ajudou o Senhor Deus de Abraão, de Isaque e de Israel.

Sejam abençoados os que creem!

17
dez2009

Apressado come cru

Sou casada Há quase 2 anos. Eu trabalho, estudo, faço meus deveres como esposa, etc. Minha vida é uma correria. Meu esposo não tem estudos e não liga para a vida. Tudo sou eu que resolvo; sou o homem e a mulher de casa. Já tive um amante, mas terminei tudo para começar uma vida nova com meu esposo, afinal me casei para ser feliz. Só que há um porém, ele não me valoriza. Há um rapaz que gosta de mim e que conheci desde quando eu namorava meu esposo, mas somos amigos. Ele conhece meu esposo e respeita. Ele me ama, me valoriza e quer que eu me case com ele, pois eu disse a ele que não era feliz no casamento e não sou. Não sei se amo meu esposo ou só gosto dele. O que faço, me separo e tento ser feliz ou continuo casada e infeliz vivendo de aparência? Deixo bem claro que se eu me separar do meu esposo não é para me casar com o meu amigo, pois nem ele eu quero. Quero sim um homem que me faça muito feliz e seja homem de verdade para mim. Por favor, me ajude e não revele meu nome. Me chame de amiga.

Obrigada e que Deus abençoe. Me ensine a ser feliz.

Esse problema acontece porque muitos têm colocado suas paixões acima da razão. Apressadas em casar, acabam comprometendo, não só o futuro de si, mas sobretudo o de seus filhos que nada têm a ver com isso. O resultado são filhos abandonados e sem o referencial dos pais.

Quem quiser ser feliz tem de começar sua vida com o Criador da felicidade.

Primeiro, entrega incondicional da vida ao Senhor Jesus Cristo.

Segundo, abandonar o caminho errado e

Terceiro, colocar em prática Suas orientações escritas na Bíblia Sagrada.

Ele diz: “Quem quiser vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me.” Esse é o princípio da felicidade.

É fácil? Não, não é. Mas, pior e mais sacrificante é colher os frutos do exemplo acima por toda a vida. Afinal de contas, quem consegue fazer o certo de forma apressada?

Que esse exemplo sirva de advertência aos apressados em casar de qualquer jeito.

16
dez2009

A Diferença

Nos dias atuais não há como ser testemunha da ressurreição do Senhor Jesus apenas com palavras. O mundo quer mais do que discursos, mais do que rituais regados de emoções. O mundo quer provas concretas de Sua ressurreição. E para provar que Ele está Vivo, só por meio da qualidade de caráter e vida diferenciada.
Não se trata apenas de testemuhos de milagres, mas de conduta ilibada, primeiramente em casa e em seguida fora dela. Infelizmente, muitos “cristãos” têm se comportado bem no meio dos amigos e estranhos. Mas quando estão em família, manifestam a velha natureza. Outros são santinhos quando falam da Palavra de Deus, mas, em questão de negócios com irmãos de fé, é um tremendo “pega-pra-capar”. São egoístas, avarentos, maus pagadores, espertos, e por aí vai.
Deus é Justo. A base do Seu trono é justiça. “Ai daquele que fizer um dos Meus pequeninos cair!” Diz o Senhor.
Sabemos que a perfeição é quase impossível. Mas tanto quanto for possível, devemos nos comportar tal e qual temos crido. Afinal de contas, se não houver um testemunho do nosso caráter, de que adianta falar sobre o Senhor Jesus?

blog16122009

Nos dias atuais não há como ser testemunha da ressurreição do Senhor Jesus apenas com palavras. O mundo quer mais do que discursos, mais do que rituais regados de emoções. O mundo quer provas concretas de Sua ressurreição. E para provar que Ele está Vivo, só por meio da qualidade de caráter e vida diferenciada.

Não se trata apenas de testemuhos de milagres, mas de conduta ilibada, primeiramente em casa e em seguida fora dela. Infelizmente, muitos “cristãos” têm se comportado bem no meio dos amigos e estranhos. Mas quando estão em família, manifestam a velha natureza. Outros são santinhos quando falam da Palavra de Deus, mas, em questão de negócios com irmãos de fé, é um tremendo “pega-pra-capar”. São egoístas, avarentos, maus pagadores, espertos, e por aí vai.

Deus é Justo. A base do Seu trono é justiça. “Ai daquele que fizer um dos Meus pequeninos cair!” Diz o Senhor.

Sabemos que a perfeição é quase impossível. Mas tanto quanto for possível, devemos nos comportar tal e qual temos crido. Afinal de contas, se não houver um testemunho do nosso caráter, de que adianta falar sobre o Senhor Jesus?

15
dez2009

Quando Deus nos mostra o livramento

O dia amanheceu quente e chuvoso, uma daquelas sextas-feiras de verão que prometem ser longas e desgastantes. O trânsito, logo de manhã, tornava qualquer destino mais distante, principalmente para quem se espremia em um ônibus lotado.

Naquele dia, Mariana*, secretária executiva de uma empresa internacional de médio porte, em São Paulo, sabia que enfrentaria duas reuniões complicadíssimas e que provavelmente teria que sacrificar seu horário de almoço para dar conta de tantas pendências que lotavam sua agenda. Depois do expediente, ela ainda teria que atravessar a cidade para dar uma aula particular de inglês, atividade extra que mantinha para complementar seu orçamento.

O caminho até a residência da aluna de Mariana mais parecia um percalço do que um percurso. Ônibus lotado, ela em pé, carregando livros pesados e amargando o princípio de uma terrível enxaqueca. Apesar do seu costumeiro bom humor, que sempre pareceu ser à prova de adversidades, um pensamento lhe vinha à mente quase em forma de um murmúrio: “Que dia, meu Deus!”

Depois de uma hora de ônibus e mais dez quarteirões a pé, Mariana finalmente chegou ao seu destino. A aula transcorreu normalmente, até como um refrigério em meio a tantas dificuldades. Ao tentar sair do edifício de sua aluna para, finalmente, ir para casa, Mariana foi surpreendida pelo porteiro, que lhe advertiu: “Três marginais acabaram de assaltar uma pessoa em frente ao prédio. Eles me ameaçaram de morte se eu chamasse a polícia e disseram que voltariam. É melhor que ninguém saia até que tudo se acalme.” “Isso não pode estar acontecendo”, pensou Mariana.

Meia hora depois, ela decidiu que iria sair do edifício e não ficaria à mercê de bandidos. Mariana usou sua fé como escudo e orou para que Deus a tornasse invisível aos olhos de qualquer inimigo e afastasse dela todo perigo. Era dia 31 de outubro, data em que muitos celebram o dia das bruxas, costume inoportunamente importado dos norte-americanos pelos brasileiros. Pelas ruas, pessoas vestidas de preto, fantasiadas de monstros e feiticeiras, circulavam com garrafas de bebidas alcoólicas, num cenário digno de filme de terror.

Com passos firmes e decida a chegar em casa o quanto antes, Mariana caminhava em direção ao ponto de ônibus quando, para seu quase desespero, viu o coletivo passar veloz. O próximo demoraria mais de 30 minutos. Mas, apesar de todos os contratempos, da dor de cabeça que agora fazia companhia à fome e do fato de estar muito longe de casa, a moça não conseguia entender que paz era aquela que lhe invadia o coração. Era um absurdo estar tranquila depois de um dia como aquele. Mas, Mariana estava inexplicavelmente calma.

Quando finalmente o outro ônibus chegou, ela sentou-se, abriu um livro e desejou que ao menos as últimas horas daquele dia fossem mais agradáveis. Quase chegando ao seu destino, numa das principais avenidas da cidade, logo à frente Mariana avistou luzes vermelhas piscando, uma movimentação estranha e funcionários da companhia de tráfego sinalizando para os veículos que se aproximavam. Foi quando ela reconheceu, parado sobre a calçada, o ônibus que ela havia perdido anteriormente. Ele tinha o lado direito totalmente destruído após colidir com um caminhão.

Naquele momento, ela pôde entender com clareza, em seu coração, o que aconteceu. Era como se Deus amavelmente lhe dissesse: “Minha filha, desta vez Eu permiti que você visse Meu livramento.”

Enquanto, muitas vezes, nossos olhos só enxergam problemas e pensamos que estamos em meio ao caos, perdemos a oportunidade de vivenciar a maravilhosa experiência de estarmos nos braços aconchegantes e protetores do Pai.

*Esta história é verídica e apenas o nome da personagem foi trocado porque a identidade dela não importa. O que importa é o amor de Deus.

14
dez2009

NÃO TEM JEITO!

Uma senhora muito pobre telefonou para um programa cristão de rádio pedindo ajuda. Um bruxo que ouvia o programa resolveu pregar-lhe uma peça. Conseguiu seu endereço, chamou seus secretários e ordenou que fizessem uma compra e levassem para a mulher, com a seguinte orientação: “Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o diabo!”

Ao chegarem à casa, a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos. Os secretários do bruxo, conforme a orientação recebida, lhe perguntaram: “A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?” A mulher, na simplicidade da fé, respondeu: “Não, meu filho, não é preciso. Quando Deus manda, até o diabo obedece!”

NÃO SE PREOCUPE DE QUE MANEIRA VIRÁ SUA VITÓRIA, MAS QUANDO DEUS DETERMINA, ELA VEM...AH VEM!!!

Tenha paciência. Não é no seu tempo e sim no tempo Dele, porque você vê até um limite. Deus ultrapassa esse limite e vê muito além do que enxergamos.

11
dez2009

O espírito da palavra

palavra

A palavra tem poder. Quem fala, planta; quem ouve, colhe, diz o dito popular. Mas tanto um quanto o outro colhem frutos da palavra. A falta de percepção disso tem surtido gravíssimos prejuízos, não só aos que falam como aos que acreditam.

Muitas vezes, fala-se por falar. Às vezes, fala-se por conta do egoísmo de não querer ouvir. Outras, joga-se conversa fora para não ficar para trás. De qualquer forma todo blablabla tem seus efeitos para o bem ou para o mal.

A mãe diz para a (o) filha (o): “Você faz isto comigo, seu filho vai fazer pior com você. Os anos passam e chega a vez da filha deparar com situações piores com os seus filhos. E, então, vivencia aquela “praga” da mãe.

Pouca gente sabe que a palavra tem espírito. Se a palavra é má, produz tristeza, dor e morte. Mas, se é boa, traz alegria, saúde e vida.

Jesus usava o poder da palavra para curar os enfermos e libertar os oprimidos, etc. Todo o Seu trabalho se resumia no uso da palavra.

“O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que Me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-Me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos…” (Lucas 4.18)

Mas também usou a palavra para matar uma figueira. Com isso, deu sinal do poder da palavra também para o mal.

Os que trabalham com a mídia conhecem bem este poder. Daí a razão por que muitos me têm odiado sem me conhecerem. Não me atingem nem me provocam ódio por eu não beber de seus cálices. Mas sinto por aqueles que têm sorvido seus venenos.

Tenha extremo cuidado nas palavras que ouve, porque “o ouvido prova as palavras, como o paladar, a comida”(Jó 34.3)

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