"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."

Author Archives: Bispo Edir Macedo

About Bispo Edir Macedo

Fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, casado com Ester Bezerra há 41 anos. Escritor com mais de 10 milhões de livros vendidos, divididos em 34 títulos. Possui doutorado em Teologia, Filosofia Cristã e Honoris Causa em Divindade, além do mestrado em Ciências Teológicas na Federación Evangélica Española de Entidades Religiosas.
18
nov2009

Duas Alternativas

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A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver cerca de 70 anos. Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas, das quais se alimenta. O bico, alongado e pontiagudo, se curva. Apontando contra o peito, estão as asas, envelhecidas e pesadas, em função da grossura das penas, e, voar, aos 40 anos, já é bem difícil!

Nessa situação a águia só tem duas alternativas: deixar-se morrer ou enfrentar  um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá recolher-se, em um ninho que esteja próximo a um paredão. Um lugar de onde, para retornar, ela necessite dar um vôo firme e pleno. Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. Espera nascer um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas. Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas. E, só após 5 meses, "renascida", sai para o famoso voo de renovação, para viver, então, por mais 30 anos.

Muitas vezes, em nossas vidas, temos que nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Devemos nos desprender das (más) lembranças e companhias, (maus) costumes, e outras situações que nos causam dissabores, para que continuemos a voar. Um voo de vitória. Somente quando livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.

Destrua, pois, o bico do ressentimento, arranque as unhas do medo, retire as penas das suas asas dos maus pensamentos e alce um lindo voo para uma nova vida. Um voo de vida nova e feliz.

17
nov2009

Segunda Maior Vitória

16
nov2009

Reunião especial em Houston – EUA

A reunião, realizada no dia 15 de novembro, em Houston, no estado norte-americano do Texas, teve que começar um pouco antes das 10 horas porque o lugar já estava lotado. Nem o telão foi suficiente para aquelas pessoas que estavam nas salas e corredores ao lado da Igreja. Foram 1.200 pessoas numa igreja onde cabem somente 700. Para mim, é sempre um prazer fazer reunião em lugares assim, com pessoas que não estão procurando luxo nem rituais.

O povo mexicano de Houston é um povo humilde e trabalhador, mas sofre muito com a família e a vida econômica. As jovens engravidam, os jovens entram em gangues, os maridos se viciam em álcool, e as esposas, além de viverem numa miséria dentro de casa, carregam todos os problemas da família em suas costas.

Eu fico feliz, no entanto, de ver tantas famílias restauradas na Igreja. O grupo jovem sentou no primeiro banco e via-se futuros homens e mulheres de Deus ali. E essa transformação na vida de muitos tem trazido muitas pessoas à Igreja Universal diariamente. Só neste último domingo, tivemos centenas delas.

É muito bom ver frutos do nosso trabalho, da nossa fé. Vale a pena todo sacrifício, toda humilhação e perseguição!

Bispo Macedo

15
nov2009

Quem crê?

Quem creu na minha Palavra? Pergunta o Espírito Santo, através do profeta Isaías. O certo é: ao que crê, é revelado o Poder de Deus. Isaías 53.1

Crê aquele que obedece e permanece obedecendo; segue obedecendo aquele que crê. Abraão não foi homem de oração, nem jejum. Mas homem de obediência. Quem ultrapassar isso, é porque realmente não crê.

Aí está a diferença entre o que crê e o que não crê!

14
nov2009

Só a Fé Pura

12
nov2009

Ação ou Oração?

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Saber separar o momento certo entre oração e atitude é fundamental na conquista dos benefícios da fé. Muitas vezes, apela-se à oração quando se deveria tomar atitude. Outras, toma-se atitude quando se deveria orar. Por conta disso, oportunidades são desperdiçadas e derrotas acrescentadas.

O exemplo de Moisés serve como lição. Ao sair do Egito, chegou diante do Mar Vermelho liderando três milhões de pessoas, dentre as quais anciãos, grávidas, crianças, recém-nascidos, animais, além de seus pertences. Na retaguarda, sob o comando do próprio Faraó, vinha o furioso exército egípcio armado até aos dentes. Moisés não tinha armas nem exército para se defender. A dificuldade de locomoção não lhe permitia fugir. Tecnicamente, não havia nenhuma saída.

Muitas vezes nos deparamos com situação semelhante. O que fazer? A gravidade daqueles momentos era tão intensa que Moisés nem orou. Mas clamou.

“Por que clamas a Mim? Mande o povo seguir em frente. E você estenda o cajado, toque o Mar e divida-o para o povo passar”, foi a resposta Divina. (Exodo 14. 15,16)

Deus tem provido Seu povo do cajado da fé. Tal ferramenta exige atitude. Fé é ação! Se há certeza absoluta, há fé. E, se há fé, por que orar ou mesmo clamar quando se sabe o que deve ser feito?

10
nov2009

O Casamento da Fé e do Amor

9
nov2009

A Lei da Fé

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Deus criou o ser humano livre. Livre para fazer de sua vida o que bem quiser, inclusive amar, odiar, aceitar ou rejeitar a Deus como Senhor.

Ele também deu ao homem poder para gerar filhos e sentir na pele o que Ele tem sentido em relação à humanidade. Se os pais gemem quando veem seus filhos desobedientes e rebeldes, imagine o Criador!

Todavia, a liberdade tem sido uma faca de dois gumes: serve para optar pela vida ou morte eterna. Vai depender da cabeça de cada um.

Como fazer a escolha que combine com a de Deus e produzir vida com qualidade eterna? Como reagir diante dos desafios enfrentados no dia a dia? Como superar dificuldades contando com o auxílio Divino? Como saber se estamos na direção certa?

É aí que entra a Lei da Fé sobrenatural. Esta tem sido a Voz de Deus no interior dos Seus fiéis seguidores. Essa voz não permite que a dúvida aprisione a liberdade da livre escolha. Nem inibe o prazer de viver a plenitude da vida.

Quantos têm sido privados do prazer da vida abundante, devido às doutrinas humanas impostas em “nome de Deus”? Ou até mesmo por má interpretação bíblica? Quantos têm confundido costumes e tradições com doutrinas apostólicas?

A Voz de Deus – a fé – lança fora os medos e libera a escolha que se ajuste com a vontade Divina. Por conta disso, está escrito que o justo viverá pela sua fé (Habacuque 2:4). É daí que vem a qualidade de vida.

A voz da fé é a Voz de Deus. Siga-a e não se deixe levar pela fé alheia.

8
nov2009

Vida Sentimental

Cheguei à Igreja no dia dos namorados, 12 de junho de 2004. Estava me sentindo completamente rejeitada e humilhada. Não era para menos. O meu namorado, na época, havia terminado o relacionamento comigo naquele dia.

Acredito que para a maioria das pessoas o dia dos namorados representa um dia de sonhos, expectativas, declarações, etc. Para mim também representaria se não fosse o término do meu relacionamento. Esse dia eu amaldiçoei.

Fiquei tão atordoada e magoada, que disse que nunca mais olharia para este dia com alegria. Para mim, nos próximos anos, na verdade, representaria tristeza e humilhação, por lembrar do tremendo “fora” que levei em pleno dia dos namorados.

Naquele ano, o dia 12 de junho caíra em um sábado. Resolvi, então, ir à Igreja Universal para participar da reunião Terapia do Amor. Estava muito deprimida. Mesmo assim, consegui ter forças para ir à igreja. Eu sabia que ali teria alguma resposta para tudo o que estava acontecendo comigo.

Ao começar a reunião, o pastor pediu para que todos os que estavam passando por algum problema sentimental fossem até a frente do altar. Fui sem hesitar. No momento da oração, senti fortemente que Deus estava me abraçando, isto é, me consolando. Foi nesse instante que disse a Deus que nunca mais eu iria querer saber de ter algum compromisso com alguma pessoa que não fosse com Ele.

No sábado seguinte, já estávamos na Fogueira Santa. Aos poucos, fui aprendendo sobre a campanha. Apesar de saber que havia sido trocada e rejeitada, tinha esperanças de que meu ex-namorado voltasse comigo, mesmo não servindo para mim.

Fiz meu sacrifício e meu pedido. Com o passar dos dias, não vi resposta alguma. Mas, ao invés de ficar triste ou ressentida com Deus, Lhe agradeci por não me conceder o que eu pedira. Ainda bem, só Ele sabia o que estava à minha espera. Seja de bom ou de ruim.

Continuei na perseverança. A essa altura já não nutria mais nenhum sentimento por aquele rapaz. Perseverei nas correntes, na evangelização e, principalmente, na fé. Foi quando chegou a Fogueira Santa seguinte.

Nesse momento, me sentindo mais madura espiritualmente, decidi deixar a cargo de Deus a minha bênção sentimental. Lembrei-me do que disse D. Ester, em uma pregação que fez na Catedral do Rio de Janeiro, cuja mensagem estava escrita na Folha Universal daquele ano. Ela disse que não era para nos preocuparmos com a aparência física do nosso (a) futuro (a) amado (a) e sim, que pedíssemos a Deus que Ele viesse preparar a pessoa certa para nós. E que essa pessoa, além de ter dentro de si a intenção de nos fazer feliz, que combinasse conosco.

Aí estava a solução que tanto procurava nas minhas orações. No dia do meu sacrifício, pedi a Deus exatamente isso que havia lido. Sacrifiquei e esperei convicta que receberia a minha resposta mais cedo ou mais tarde.

Veja o que aconteceu comigo: a Fogueira Santa acontecera em janeiro, naquele ano de 2005. Conheci um rapaz que sempre sentava perto de mim e nunca o percebera (e vice-versa), em fevereiro. Começamos a namorar alguns meses depois. E no dia 12 de junho de 2005, ou seja, exatamente 1 ano depois de chegar à Igreja, arrasada e para baixo, Deus ergueu minha cabeça, levantando-me para Sua obra. Deus me honrou tanto e foi tão bom comigo, que fez isso só para tornar aquele dia tão triste para mim, em um dia de muita felicidade. Um ano depois me casei e hoje sou muito feliz. Talvez não exista ninguém que combine tanto comigo como meu esposo.

Acredito realmente que quando nos sacrificamos e sacrificamos a Deus, Ele nos honra. Não importa o tempo, porque para o Dono do Universo, o tempo é o que menos importa. Sinceramente, não imaginava ser respondida na minha vida sentimental, logo no mês seguinte à Fogueira.

Talvez essa seja a razão de ter sido abençoada tão rapidamente: não estava esperando. Melhor dizendo, dentro de mim não havia espaço para ansiedade. Eu tinha absoluta certeza de que minha bênção viria. E isso me fazia feliz. Sabia que não seria, de nenhum modo, desamparada.

É isso o que Deus faz: quando não nos importamos em receber uma bênção, apesar de a desejarmos tanto, Deus nos dá bem rápido. Acredito que seja porque Ele não quer que nada tome o Seu lugar no nosso coração.

Na fé.

JAQUELINE CORREA

6
nov2009

Futura Escuridão

5
nov2009

Comentário de uma internauta sobre o texto “Profecia”, publicado no blog.

Estou há 9 anos na IURD e pouquíssimas vezes ouvi os pastores falarem mal de outras igrejas. Também nunca vi o “materialismo fora do comum”. Mas, sempre que invento de visitar alguma outra igreja, ouço indiretas ou “diretas” vindas do púlpito contra a IURD. O que é uma grande perda de tempo, pois não fomos chamados para brigas internas.

Tenho muito temor em falar mal de alguma denominação, pois não quero me ver criticando um ungido do Senhor. Quem sou eu para julgar alguém? Só Deus conhece o coração dos homens. Então, é melhor pensar vinte vezes antes de “ameaçar” qualquer um com o “dia da prestação de contas”, como se isso coubesse a nós.

No texto Profecia, o bispo Edir Macedo não falou mal de outras igrejas, mas de uma determinada doutrina que tem devastado muitas vidas e atrasado tantas outras, independente de denominação.

Sou grata a Deus pela IURD. Nasci em uma igreja evangélica, onde tive formação cristã tradicional. Fiz gincana bíblica, sei versículos de cor, encontro qualquer livro na Bíblia em segundos, mas isso nunca me adiantou em nada, por isso, saí dela aos 12 anos. Passei a frequentar outra igreja, que tinha a postura de profetizar. Vi o que isso causa na vida das pessoas. Pelos frutos conhecemos a árvore, e os frutos nos mostram que isso não procede de Deus.

Aos 16 anos, voltei para a primeira igreja, onde nasci. Saí aos 20, destruída. Conheci a Deus, de verdade, na IURD. Por isso, digo: nunca fui tão estimulada a ler, entender e colocar a Bíblia em prática quanto na IURD. Tenho irmãos em outras denominações e sei do que estou falando. Não quero desrespeitar ninguém, mas a verdade é que muitas pessoas acabam perdendo o foco e vivendo uma religiosidade em qualquer denominação.

Ontem mesmo conversei com uma amiga que tentava me convencer de que era errado orar exprimindo certeza de algo que eu queria. Mas, como assim? Se Paulo diz que a fé é a certeza de coisas que se esperam e convicção de fatos que não se vêem? Ela falou que teria de saber primeiro qual era a vontade de Deus a respeito (disse isso para embasar sua crença de que nem todas as doenças são para cura). Então, eu falei que na Bíblia estava descrita a vontade de Deus para absolutamente tudo. É nossa regra de fé para qualquer circunstância.

Essa moça também cresceu em igreja evangélica e tem compromissos com a equipe de louvor de sua congregação. Fiquei estarrecida ao ver como essas coisas de profecias e revelações acabam engessando os crentes, fazendo com que a Bíblia não seja mais suficiente para eles. Eles têm a “necessidade” de outros mediadores entre Deus e os homens. Isso cria cristãos fracos, inseguros, inconstantes, infantis e derrotados, que não admitem possuir alguma responsabilidade a cumprir para que a vontade de Deus se manifeste.

Pagar o preço? De modo algum. É mais cômodo e fácil sentar e deixar o barco correndo à solta, buscando respostas em profecias.

A solução é simples: independente da denominação, o cristão deve buscar intimidade com Deus, através da leitura bíblica, da oração e busca do Espírito Santo. Além de manter uma vida reta diante de Deus, condizente com o que Ele determinou em Sua Palavra.

Infelizmente, muita gente prefere ficar agarrada ao que acreditou a vida inteira, ao invés de ouvir a Palavra de Deus, sem intermediários.

É assim que o diabo tenta atravancar o crescimento dos cristãos: pelo engano.

Não existe revelação maior do que a Palavra de Deus. E ela é suficiente.

Na fé.

Vanessa Lampert

4
nov2009

E daí?

blog04102009

Só há dois tipos de pessoas: os que creem e os que não creem em Deus. Todavia, no universo dos crentes, nem todos creem de fato. Essa é a razão pela qual o número de incrédulos cresce sempre.

Crer em Deus é crer em Sua Palavra. Crer na Palavra é crer no Seu Autor. Essa crença envolve entrega incondicional da própria vida. E em resposta a isso vêm as revelações Divinas.

Mas quem tem crido na Bíblia Sagrada? Obviamente, nem todos. E daí? Por causa disso, ela perde seu poder? É possível a opinião de mortais como os céticos ou incrédulos neutralizar a Eterna Palavra? A Palavra é a mesma ontem, hoje e será para sempre. Ela independe de aceitação ou contradições especuladas pela ciência dos supostos sábios que passaram ou passarão por este mundo.

No entanto, aos afortunados que têm crido, é revelado o poder do Todo-Poderoso. Há respostas, vida, libertação, transformação e salvação aqui, agora e por toda a eternidade.

O que dizem, pensam ou mesmo blasfemam não interessa. E sim o que temos crido. Isso é o que, de fato, importa.

Deus abençoe a todos abundantemente.

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