"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."
10
nov2013

Alguém acreditou em mim


Aos 25 anos de idade, Wallace Hora é componente do grupo Força Jovem Universal e se declara uma pessoa feliz por viver de forma digna, por estar reintegrado à sociedade.

Abandonado pela mãe ainda criança, Wallace tinhas todas as vontades atendidas pelo pai, que pensava estar dando o melhor para seu filho. Com 14 anos experimentou o cigarro, em seguida passou a usar maconha, cocaína e crack. Como se não bastasse utilizar, Wallace passou a traficar e cometer assaltos para sustentar o vício.

Preso por cinco vezes, o jovem não media esforços para conseguir o que queria. Em um dos assaltos, completamente dopado, ele assaltou uma jovem que, após ter seus pertences roubados, retornou para o local onde o crime havia acontecido, acompanhada de um policial. Percebendo a movimentação, Wallace sacou sua arma e desferiu disparos contra o agente, mas nenhuma das balas saiu da arma. Imediatamente o policial revidou o ataque com cinco tiros, mas nenhum atingiu o jovem.

Para o pai de Hora, o filho estava se tornando um caso perdido e por causa disso o considerava a pior decepção de sua vida. O desespero era tanto que, na tentativa de proteger o primogênito, José Machado chegou a apontar uma arma para Wallace e ameaçar matá-lo antes que a polícia o fizesse. “Meu pai perdeu o sentido da vida dele por minha causa. Ele achava que não tinha mais jeito pra mim”, relembra.

Mas nada disso fez com que o jovem saísse da marginalidade. Todas as vezes que discutia com o seu pai, ele saía de casa e cheio de cólera usava ainda mais drogas.

No momento em que foi preso pela quinta vez, Wallace passou a refletir sobre suas atitudes. Ele teve sua imagem veiculada na mídia local como um perigoso traficante. Apesar de ter sido detido em companhia de outros dois rapazes, ele foi considerado o dono dos entorpecentes apreendidos por ser o único com passagem na polícia. Sentiu-se humilhado pelos repórteres que o acusavam de chefe do tráfico. “Na versão deles (do programa), eu fiquei como o pior traficante. Ele ironizava e me humilhava bastante. Apesar disso, o milagre aconteceu e eu fui liberado em 15 dias. Deus já tinha planos pra mim”, afirmou.

Encarcerado, ele passou a ouvir o programa Momento do Presidiário e decidiu escrever para o bispo que fazia o programa. Pediu a seu pai que levasse a carta, mas ele se recusou, afirmando não gostar de igrejas. O jovem então, assim que saiu da cadeia, decidiu se batizar e foi para a igreja, onde conheceu o trabalho do Força Jovem Universal.

“Encontrei ali uma família. Eles me trataram com todo o carinho e atenção. Me senti valorizado. Os obreiros e pastores me tratavam como filho.
Hoje eu odeio, tenho pavor de qualquer tipo de droga, e estou aqui para ajudar outras pessoas a saírem do vício”, afirmou Wallace Hora, que hoje é Coordenador Estadual do Programa Dose Mais Forte do Força Jovem Universal da Bahia.

Este é o resultado do trabalho que tem revolucionado a juventude baiana. Nós acreditamos que todos têm jeito. Nós acreditamos em você.


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