"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."
12
abr2013

O poder do Espírito


Estimado bispo,

Queria compartilhar com o senhor a experiência que tive nestes dias, referente ao Jejum de Daniel.

Meu pai participava da igreja havia aproximadamente 10 anos.

Toda a família chegou à Universal destruída em todas as áreas. Com o passar do tempo, as conquistas foram chegando, mas confesso que a Salvação dele me preocupava.

Mesmo estando dentro da igreja, eu fazia propósitos para que fosse salvo, porque ele parecia não entender o que era a verdadeira entrega.

Ele fumava muitíssimo ao chegar à igreja, e com o passar do tempo foi deixando. Só que de vez em quando acabava voltando a fumar, mesmo que um só.

Amava ver televisão, o futebol, motivo pelo qual, mesmo estando na igreja, nunca havia participado de nenhum Jejum de Daniel.

Mas, quando chegou o dia 24 de março, tudo mudou. Ele decidiu, de uma vez por todas, acordar para o verdadeiro sacrifício, que não era apenas econômico, mas o despojar-se de si mesmo.

Nos avisou que faria o Jejum.

O senhor não imagina a alegria! Há anos minha mãe perseverava por isso.

Bispo, não é fácil!

Chegou o dia em que o time de futebol dele jogava, e minha irmã perguntou-lhe: “O que é mais importante?" E ele respondeu: "Jesus!”

Depois, decidiu viajar para ver a irmã, que vive no interior. Porque disse que como estava no Jejum, seria melhor para a sua comunhão com Deus, e pediu a minha mãe que lhe emprestasse o livro “NADA A PERDER”, pois ainda não havia lido.

Minha mãe disse que iria buscar, mas ele insistiu que não viajaria sem ele.

Preparou uma pequena mala, guardou seus pertences e partiu sem saber que esse seria o último dia de sua vida neste mundo.

Ao chegar à cidade, sentiu-se mal e precisou ser internado com urgência, em estado gravíssimo! Seria preciso transferi-lo para a capital com urgência.

Apesar de todo esforço que realizamos para trazê-lo, quando minha mãe chegou para buscá-lo com a ambulância, ele já havia falecido.

Para muitos, é uma história triste, mas para mim não.

Apesar de sofrer uma perda grande e dolorosa, estou feliz, porque o meu Senhor me deu muito mais do que eu podia pedir, que era a cura. Ele lhe deu a Salvação Eterna!

Meu pai esteve lúcido por aproximadamente 10 horas na UTI, e estou segura de que Deus cuidou de cada detalhe.

As últimas palavras que pronunciou para a irmã dele, que estava preocupada, foram: “Tranquila, Jesus cuida de mim!”

Ah, que dia!

Todo sacrifício vale a pena, quando o nosso objetivo é agradar a Deus.


Magdalena Ruggero - Argentina


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