"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."
8
nov2009

Vida Sentimental

Cheguei à Igreja no dia dos namorados, 12 de junho de 2004. Estava me sentindo completamente rejeitada e humilhada. Não era para menos. O meu namorado, na época, havia terminado o relacionamento comigo naquele dia.

Acredito que para a maioria das pessoas o dia dos namorados representa um dia de sonhos, expectativas, declarações, etc. Para mim também representaria se não fosse o término do meu relacionamento. Esse dia eu amaldiçoei.

Fiquei tão atordoada e magoada, que disse que nunca mais olharia para este dia com alegria. Para mim, nos próximos anos, na verdade, representaria tristeza e humilhação, por lembrar do tremendo “fora” que levei em pleno dia dos namorados.

Naquele ano, o dia 12 de junho caíra em um sábado. Resolvi, então, ir à Igreja Universal para participar da reunião Terapia do Amor. Estava muito deprimida. Mesmo assim, consegui ter forças para ir à igreja. Eu sabia que ali teria alguma resposta para tudo o que estava acontecendo comigo.

Ao começar a reunião, o pastor pediu para que todos os que estavam passando por algum problema sentimental fossem até a frente do altar. Fui sem hesitar. No momento da oração, senti fortemente que Deus estava me abraçando, isto é, me consolando. Foi nesse instante que disse a Deus que nunca mais eu iria querer saber de ter algum compromisso com alguma pessoa que não fosse com Ele.

No sábado seguinte, já estávamos na Fogueira Santa. Aos poucos, fui aprendendo sobre a campanha. Apesar de saber que havia sido trocada e rejeitada, tinha esperanças de que meu ex-namorado voltasse comigo, mesmo não servindo para mim.

Fiz meu sacrifício e meu pedido. Com o passar dos dias, não vi resposta alguma. Mas, ao invés de ficar triste ou ressentida com Deus, Lhe agradeci por não me conceder o que eu pedira. Ainda bem, só Ele sabia o que estava à minha espera. Seja de bom ou de ruim.

Continuei na perseverança. A essa altura já não nutria mais nenhum sentimento por aquele rapaz. Perseverei nas correntes, na evangelização e, principalmente, na fé. Foi quando chegou a Fogueira Santa seguinte.

Nesse momento, me sentindo mais madura espiritualmente, decidi deixar a cargo de Deus a minha bênção sentimental. Lembrei-me do que disse D. Ester, em uma pregação que fez na Catedral do Rio de Janeiro, cuja mensagem estava escrita na Folha Universal daquele ano. Ela disse que não era para nos preocuparmos com a aparência física do nosso (a) futuro (a) amado (a) e sim, que pedíssemos a Deus que Ele viesse preparar a pessoa certa para nós. E que essa pessoa, além de ter dentro de si a intenção de nos fazer feliz, que combinasse conosco.

Aí estava a solução que tanto procurava nas minhas orações. No dia do meu sacrifício, pedi a Deus exatamente isso que havia lido. Sacrifiquei e esperei convicta que receberia a minha resposta mais cedo ou mais tarde.

Veja o que aconteceu comigo: a Fogueira Santa acontecera em janeiro, naquele ano de 2005. Conheci um rapaz que sempre sentava perto de mim e nunca o percebera (e vice-versa), em fevereiro. Começamos a namorar alguns meses depois. E no dia 12 de junho de 2005, ou seja, exatamente 1 ano depois de chegar à Igreja, arrasada e para baixo, Deus ergueu minha cabeça, levantando-me para Sua obra. Deus me honrou tanto e foi tão bom comigo, que fez isso só para tornar aquele dia tão triste para mim, em um dia de muita felicidade. Um ano depois me casei e hoje sou muito feliz. Talvez não exista ninguém que combine tanto comigo como meu esposo.

Acredito realmente que quando nos sacrificamos e sacrificamos a Deus, Ele nos honra. Não importa o tempo, porque para o Dono do Universo, o tempo é o que menos importa. Sinceramente, não imaginava ser respondida na minha vida sentimental, logo no mês seguinte à Fogueira.

Talvez essa seja a razão de ter sido abençoada tão rapidamente: não estava esperando. Melhor dizendo, dentro de mim não havia espaço para ansiedade. Eu tinha absoluta certeza de que minha bênção viria. E isso me fazia feliz. Sabia que não seria, de nenhum modo, desamparada.

É isso o que Deus faz: quando não nos importamos em receber uma bênção, apesar de a desejarmos tanto, Deus nos dá bem rápido. Acredito que seja porque Ele não quer que nada tome o Seu lugar no nosso coração.

Na fé.

JAQUELINE CORREA


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